25/05/2012 atualizado às 0:46

Director do "Público" diz que Cavaco deixou dúvidas

No editorial de hoje, o director do "Público" defende que a atitude de Cavaco com o caso das escutas tem consequências. Clique para visitar o dossiê Escutas de Belém.

9:10 Quarta feira, 30 de setembro de 2009

O director do Público considera que o Presidente da República nunca "desautorizou" as interrogações que chegaram à imprensa sobre a possibilidade de a Presidência estar sob vigilância e que deixou o assunto "por explicar" na declaração de ontem.

Clique para aceder ao índice do Dossiê ESCUTAS DE BELÉM

No editorial de hoje do Público, intitulado "Um grave conflito que ainda não saiu do adro", José Manuel Fernandes refere que, "mesmo sem assumir os termos exactos em que as interrogações chegaram à imprensa (e não foi só pelo PÚBLICO), o Presidente nunca as desautorizou - e isso deixou por explicar ontem".

O director do Público sustenta que "esta intervenção, a par com a não intervenção mais cedo, tem consequências".

"Umas o Presidente já as assumiu: o seu comportamento pode-lhe 'causar custos pessoais'. Outras deverão ser mais pesadas, pois sai ferido deste processo numa altura em que sabe que terá de continuar a lidar com um primeiro-ministro em que, manifestamente, não confia", afirma.

Para José Manuel Fernandes, o partido do Governo decidiu, pela voz de Pedro Silva Pereira, "assumir o conflito".

História não acaba aqui


"O que significa que esta história não acaba aqui - muito longe disso.
Não são boas notícias para o país, sobretudo no momento que vive", escreve.

No início do editorial, o director do jornal recomenda a "leitura e releitura" da comunicação de Cavaco Silva, que considera estar "longe de esclarecer tudo para além de dois factos essenciais".

José Manuel Fernandes defende no editorial que só ficou esclarecido que "Cavaco Silva considera que o partido do Governo tentou puxá-lo 'para
a luta político-partidária' e procurou 'desviar as atenções do debate eleitoral das questões que realmente preocupavam os cidadãos'".

Para o director do Público, "ontem ficou claro que Cavaco Silva receava que o partido do Governo não estivesse a fazer jogo limpo" e também "que o Presidente da República não geriu bem este caso".

Dúvidas sobre segurança


A dúvida que suscitou a Cavaco Silva a publicação no Diário de Notícias de um e-mail trocado entre jornalistas do Público é também focada no editorial.

"Ou seja, tornou claro que, se antes ainda podíamos circunscrever
as suspeitas a alguns dos seus colaboradores, o Presidente assumiu ontem que, pelo menos desde a publicação do e-mail, também ele teve dúvidas sobre a segurança da sua própria correspondência", refere José Manuel Fernandes.

"Dúvidas que o levaram a chamar especialistas que o informaram que existem vulnerabilidades no sistema de comunicações pela Internet de Belém. O que é grave e deve ser esclarecido depressa - pela Presidência e pelos serviços de segurança portugueses", acrescenta. 

Lusa
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P PR apenas levantou questões, deixou...
dedalo11 (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 9:43 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
mais dúvidas do que as que tínhamos e disse aos portugueses que era info-excluído ao afirmar saber agora da vulnerabilidade do seusistema informático. Falando na Terceira pessoa, tal como o faz o Papa, o PR disse tudo o que nós sabíamos e, como gorgeta, deixou-nos, mais uma vez com dúvidas novas. E podia e devia ser claro e não elaborar um discurso para termos o trabalho de cda um o descodificar consoante as suas cores políticas. A isso chamo de perversidade. Ao director do Público não se pode chamar outra coisa que não seja ainda menos do que um mau director.
 
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    Re: P PR apenas levantou questões, deixou...    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:25 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: P PR apenas levantou questões, deixou...    Ver comentário
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:06 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    O Problema    Ver comentário
Miranda07 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:25 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: O Problema    Ver comentário
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:56 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: O Problema    Ver comentário
Copa2 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:41 | Quinta feira, 1 de outubro de 2009
    Re: P PR apenas levantou questões, deixou...    Ver comentário
MPV (seguir utilizador), 1 ponto , 10:50 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: P PR apenas levantou questões, deixou...    Ver comentário
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 14:09 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
presidente atarantado
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 9:44 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Nada pior para qualquer país, empresa ou família do que ter um responsável desnorteado.
Cavaco Silva não sabe distinguir factos de palpites, entra com interpretações pessoais onde esperamos factos comprovados, troca a sequência das ocorrências, muda de funções pessoas que (na sua opinião) estiveram bem, não fala quando deve e fala quando não deve.
Fez uma comunicação infantil (ou senil), que abre mais brechas do que tapa.
Mais um que se queixa dos tiros que dá nos próprios pés. Igual à senhora do PSD. Par perfeito!
 
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E agora, Cavaco!
Lumiare (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 9:42 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Se a demissão do seu assessor Fernando Lima foi o funeral de Cavaco Silva enquanto Presidente da República a sua comunicação oficial foi a missa do sétimo dia. Cavaco Silva fez uma comunicação oficial indigna de um Presidente da República Portuguesa, recorreu à falsificação de factos, fez análises pessoais que não passaram de insinuações, baralhou dados para lançar uma crise institucional apenas para salvar a sua fazer.

Se alguém neste país exibiu um grande conhecimento das conversas de Belém e, portanto, pode ser suspeita de escutas é Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD é que por diversas ocasiões antecipou as opiniões do Presidente da República. Ninguém de outro partido disse o que quer que seja em relação à Presidência da República que não tenha saído nos jornais.

Assim sendo, se Cavaco suspeita de que as vulnerabilidades do sistema informático de Belém possibilitou a fuga de informação só se pode queixar de quem fez uso público, Manuela Ferreira Leite e os jornalistas amigos de Belém.

Depois desta comunicação Portugal deixou de ter um Presidente da República, em Belém está um senhor, um tal Cavaco de Boliqueime, que não passa do presidente de 29% dos portugueses.

 
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    Re: E agora, Cavaco!    Ver comentário
pilot (seguir utilizador), 1 ponto , 10:25 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Papa Maizena
Helder Antunes (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 10:08 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Este PR, bem como toda a oposição em geral têm que comer muita papa maizena para se pôr a par com o dream team do PS: Sócrates, Santos Silva e P.Silva Pereira.
Eles fazem política a um nível e com uma intensidade que os deixa completamente desnorteados.
Veja se o caso confrangedor de ontem do PR.
A balbuciar umas coisas, cheio de coisas para dizer, cheio de certezas acerca de tantas coisas mas sem argumentos nem provas para os objectivar.
Eles manipulam? É claro.
Eles comandam na sombra inúmeras instituições e departamentos do estado que supostamente são independentes? É claro.
Veja-se o caso das investigações aos submarinos de 2004 do Paulo Portas.
Uma dupla manobra de distracção no dia da famosa comunicação do PR e um entalão ao grande vencedor das eleições PPortas.
Eles são muito bons, não lhes dão tréguas e estão noutro nível.
Pobre PR, um indivíduo tão terra a terra, cujo perfil sempre foi o da simplicidade e da seriedade.
Até agora tem sido só com os partidos da oposição, a partir de agora está também em guerra aberta com o PS, com este PS.
Não vai aguentar sequer os primeiros rounds.
Como é que sairá desta alhada?
Pobre PR.
 
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    Por acaso...    Ver comentário
Brilhantina (seguir utilizador), 2 pontos , 17:40 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: Por acaso...    Ver comentário
Helder Antunes (seguir utilizador), 1 ponto , 9:45 | Quinta feira, 1 de outubro de 2009
    Re: Por acaso...    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 11:48 | Quinta feira, 1 de outubro de 2009
Director do Público diz que Cavaco deixou dúvidas
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:26 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Temos todos de agradecer ao Sr. Presidente que conseguiu de um dia para o outro resolver os problemas graves com que o País se defronta. Desta maneira deixamos de ter défice economico, Empresas a falir, desempregados e um governo minoritário. Todos preparados para o regabofe, desde os professores, aos Juizes, não esquecendo as forças da ordem, além dos funcionários públicos. Casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão. Que o Rei vai nu já era dito baixinho, principalmente depois que o PSD resolveu arranjar para Lider uma Senhora que não tem parra, não tem uva, nem fisica, nem intelectual. Que a manta se rompeu e que vai ser difícil cosê-la também não restam duvidas. Duvidas parecem ter a maior parte dos portugueses esclarecidos que será eleito no proximo mandato. Há até quem afirme em conversas de rua e café que já enganou os portugueses por três vezes. O mais grave ainda quando um PS acaba de ganhar as Legislativas com maioria relativa. Os portuguêses mereciam mais respeito por parte daqueles a quem têm dado a sua confiança. Espero que o País não fique ingovernavel devido à irresponsabilidade da Oposição. Espero que os partidos ponham pelomenos uma vez na vida os interesses do País à frente dos do partido e que todas as outras instituições saibam o que significa sentido de Estado. Quando os politicos não têm juizo o povo é que paga.
 
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as diferenças...
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 14:30 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
é nestes momentos da vida política em que se pode constatar de forma clara, a verdadeira diferença entre a direita e a esquerda. Cavaco tem muita classe, grande personalidade, e enorme sentido de estado, ao contrário de toda a esquerda que neste episódio lamentável, só veio confirmar o seu enorme baixo nível com declarações infelizes e muito graves para com o mais alto posto da nação. Não se fala assim a um Presidente da Républica, não se usam termos ofensivos e caluniosos, não é próprio de dirigentes políticos com responsabilidades. É vergonhosa a forma como a esquerda está a tratar o Presidente. Lamentável!
 
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    Re: as diferenças...    Ver comentário
antespelocontrario (seguir utilizador), 1 ponto , 11:56 | Quinta feira, 1 de outubro de 2009
entre a ordem e o caos
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 14:53 | Quinta feira, 1 de outubro de 2009
Cavaco escolheu a ordem, em nome do país e em nome da estabilidade. É um homem moderado. É apenas o melhor de todos os presidentes desde o 25 de Abril. Mário Soares foi o mais popular, mas o mais incompetente de todos.
 
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Até este...
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 9:44 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
.... que tanto contribuiu para a confusão, vem afirmar que o Presidente deixou dúvidas.

Aliás, cada vez parece mais claro que a intenção do Presidente não era esclarecer nada pois, eventualmente, tais esclarecimentos poderiam ser dolorosos para o próprio e quem o acompanha de perto.

O futuro ainda nos vai dizer muitas outras coisa.

Pena é que, com pesados custos para todos nós.

Quando precisávamos do esforço de todos, dispensávamos, seguramente, as insinuações pouco sustentadas do mais alto Magistrado da Nação.
 
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Eu não tenho quaisquer dúvidas em como...
Xico Taxista (seguir utilizador), 1 ponto , 10:21 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009

...decência na política é coisa do passado!

Mas no meio do "pântano", o PR ainda é o único que consegue manter uma postura de estado.

Concorde-se com ele ou não (e eu não simpatizo nada com o partido dele), é o único que não baixa o nível do discurso.

Anda por aí um ancião, que ainda vai dando "bitaites" na comunicação social, que pode perfeitamente ter a sua "mãozinha" a dar uma ajuda aos "boys".
É conhecida a sua visceral alergia a Cavaco, e a Eanes, e... (a lista é grande)

Até já se deu ao luxo de traír um "compagnon de route", por isso já nada me espanta.

É certo que o "compagnon de route" dele, perdeu por completo a vergonha que parecia ter, dado que, mesmo tendo levado com um "pano enxarcado", voltou outra vez a apoior os que o mandaram "às urtigas" !

Os dois grandes partidos, desceram ao nível das "famíilias Sicilianas".

Já basta de partidarite! Precisamos urgentemente de pessoas com sentido de estado e de missão.

Mas eles não leram nenhum livro que explique o significado destas expressões.

 
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Pressões
flyboy (seguir utilizador), 1 ponto , 10:36 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Ficou claro que o PS pressinou o PR,tentando colá-lo ao PSD,através de Vtalino e Junqueiro,Evidentemente,essa manobra nãi esteve a cargo do Sócrates nem dos ministros. E Cavaco nunca falou em escutas,mas problemas de segurança,que existem mesmo,ou o DN nunca teria publicado o famoso e-mail A comunicação do PR só pecou por tardia
 
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    O problema é da cola. Agora torna-se necessário    Ver comentário
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 12:06 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
    Re: O problema é da cola. Agora torna-se necessári    Ver comentário
flyboy (seguir utilizador), 1 ponto , 15:16 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Para ler com atenção...
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 10:39 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
A dúvida que suscitou a Cavaco Silva a publicação no Diário de Notícias de um e-mail trocado entre jornalistas do Público é também focada no editorial.

"Ou seja, tornou claro que, se antes ainda podíamos circunscrever
as suspeitas a alguns dos seus colaboradores, o Presidente assumiu ontem que, pelo menos desde a publicação do e-mail, também ele teve dúvidas sobre a segurança da sua própria correspondência", refere José Manuel Fernandes
 
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ESSÊNCIA
graçalbi (seguir utilizador), 1 ponto , 10:44 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Andam quase todos distraídos com este espectáculo que a máquina partidária do ps montou ao longo destes 4 anos que governou o país,esquecendo-se da essência dos problemas que estão para vir. Primeiro a mais que evidente falta de segurança dos portugueses a todos os níveis,quer fisicos,morais,intelectuais etc.Não havendo segurança não há liberdade pois esta,não pode estar dependente dos partidos ao quais estamos filiados ou com os que simpatizamos.Sintoma gritante de limitações ao mais alto nível foi todo este espectáculo montado em redor das escutas,ora dizendo que o PR não falava e agora que falou deveria estar calado pois,não disse o que o ps e seus correlegionários queriam.Quanto à segunda questão,vamos ter mais uma vez a versão PINÓCRATES II,agarrando-se ao verdadeiro e excessivo défice(que teve a pouca vergonha de esconder) para não cumprir as promessas feitas ao longo da campanha,podendo mesmo ROUBAR o 13 mês aos reformados(assim disse o demente que com ele fez campanha),conforme mário soares fez quando 1º ministro.
 
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    Re: ESSÊNCIA    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 11:14 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
O que o director do Público deveria ter comentado
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 11:01 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
No site do Público, por duas vezes comentei o editorial e por duas vezes, o comentário não apareceu. As regras deles são omissas sobre este ponto mas alguém sabe-me dizer se eles têm filtros? O Comentário era do seguinte teor:

"Comentando uma noticia noutro jornal, declarei a minha pena que José Manuel Fernandes estivesse agora de saída do Público. Retiro agora as minhas palavras. Para quem leu o discurso do presidente, este fez um violento ataque ao Público, ao duvidar da veracidade do e-mail interno e da correcção da transcrição das "fontes" da casa Civil... O Público tem estado no centro desta polémica desde o principio, sendo públicas as críticas do seu provedor do leitor há forma como ele se tem portado, considerando que ele se deixou instrumentalizar pela agenda de Belém. Censurável ou não, as suas notícias não deixavam de o ser por revelarem o mal-estar da Presidência com o Governo, o que agora foi confirmado. Mas se o Presidente o "confirma" ele também dúvida explicitamente da qualidade da informação pertencente ao Público, deixando no ar, a hipótese de que ela seria adulterada ("Tenho dúvidas que..."). O presidente não "sacrificou" Fernando Lima, ele sacrificou o Público. E era a isso que o director do mesmo deveria ter comentado.

PS.: As declarações dos dirigentes do PS foram feitas ao Publico, e o que eles pediam era apenas o que o Presidente respondeu agora: Só o Presidente fala por si."

Alguém sabe porque é que isto não é publicado?
 
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    Re: O que o director do Público deveria ter coment    Ver comentário
jpafonso (seguir utilizador), 1 ponto , 13:24 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
O que disse Cavaco?
CondestavelXXI (seguir utilizador), 1 ponto , 11:34 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Sem o dizer, Cavaco disse que geriu mal o assunto, tentou justificar-se e desviar as atenções. Tudo começou com a insinuação por parte do PS sobre a participação de Belém no programa eleitoral do PSD. Se era mentira Belém só tinha duas hipóteses, calar ou negar. Mas Belém cometeu o erro crasso de contra atacar com a insinuação das escutas (curiosamente em moda na vizinha Espanha nesse momento) legitimando a insinuação inicial do PS. O PS caladinho começa a esfregar as mãos de contente até que Cavaco para tentar corrigir o erro anterior comete outro ainda maior ao demitir Lima na véspera das eleições. O PS aqui já se rebola de contente.
Ontem, com a "habilidade" que o caracteriza voltou a cometer outro erro ainda maior - tentar virar os portugueses contra o partido que acabam de eleger para formar o próximo governo e que Cavaco tem que indigitar.
Apesar de saber que não vai ser fácil, eu peço ao PS que tente ajudar Cavaco a sair do atoleiro a fim de evitar alguma catástrofe.
 
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A Procissão ainda vai no adro...
Cisneros (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Quarta feira, 30 de setembro de 2009
Este assunto vai ainda fazer correr muita tinta e esperemos que não seja o princípio do fim de um Regime...

Se pretendemos estabilizar o País , acabado de ser chamado a votar no futuro Governo, não podemos andar a exacerbar o já difícil relacionamento Institucional. A hora é de União entre todas as Instituições, Partidos e Portugueses e não de Hostilização.

Agora que as pedras foram lançadas e o seu retorno é impossível - há muito ainda para esclarecder quer da parte do PS, quer da parte do PR e se houve alguem que tratou deste assunto à revelia dos Primeiros e Principais Responsáveis pelos destinos do País devem ser afastados como, aliás, já foi feito por uma das partes envolvidas. A responsabilização dos outros intervenientes deve igualmente ser apurada para que os Portugueses saibam e reganhem a confiança já tanto depauperada entre Instituições.

Afinal porque se pretende acabar com a elevada abstenção dos eleitores???

 
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