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Direção do "Público" responde ao Conselho de Redação

Direção do "Público" respondeu ao comunicado do Conselho de Redação do jornal, que considera "inaceitável".
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Miguel Relvas é ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Miguel Relvas é ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares / Mário Cruz/Lusa

A direção do "Público" divulgou um comunicado em resposta à nota do Conselho de Redação do jornal, que "considera inaceitável e que representa uma manipulação intolerável dos factos".

A direção, liderada por Bárbara Reis, diz que o Conselho de Redação insinua que o jornal não publicou a notícia em questão por pressão de Miguel Relvas, mas garante que "nenhuma notícia sobre o caso das secretas deixou de ser publicada e nenhum facto relevante sobre esta matéria deixou de ser do conhecimento dos leitores".

A chefia indica que não entendeu que houvesse "matéria publicável", "antes de o ministro Miguel Relvas ter telefonado à editora de política".

De acordo com o comunicado, a diretora Bárbara Reis, após ter ter tomado conhecimentos das alegadas ameaças, "protestou junto do ministro Miguel Relvas por ter exercido uma pressão que toda a direcção considera inaceitável".

A direção termina a nota lamentando a ação do Conselho de Redação - constituído pelos membros eleitos Bruno Prata, Clara Viana, João D'Espiney, João Ramos de Almeida, Luís Francisco, Luís Miguel Queirós, Ricardo Garcia e Rita Siza -, que não consultou a chefia antes de divulgar o caso. "Isto equivale à quebra do diálogo no interior da redação", conclui a nota.



Leia na íntegra o comunicado da direção do "Público":

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Comentários 17 Comentar
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Se não é, pelo menos parece...
Uma ingerência política na tentativa de silenciar um órgão da imprensa...

À boa maneira do Sócras!

Eu sempre disse que este Relvas não era de fiar...
Re: Se não é, pelo menos parece...
Há uma diferença porém.
Re: Há uma diferença porém.
Tem razão!
fazedores de fomaça
Fumaça?
Fumaça é o que a esquerda inventa
Carissimo, não se esforçe tanto.
Re: Carissimo, não se esforçe tanto.
Re: Direção do "Público" responde ao Conselho de R
OS VÍRUS DESTE PAÍS
QUANDO os nossos computadores recebem vírus ,normalmente começam por ficar mais lentos e em alguns casos acabam mesmo por se apagar infectados.
Sinceramente vejo este caso e nos tempos de hoje como quererem apagar alguns vírus da rede para que possam continuar on. Ó relvas já tens idade e juízo para não ligar muito a estas rasteiras.Homem que se impunha como fera e dava grandes ideias ao amigo e chegou ao topo, com é possível agora chegar a este ponto!!??Eu penso que cometeu 2 erros: um foi o mais conhecido e o outro foi pior que a emenda ,nem sempre querer é poder e nem sempre tem razão.Isto dentro de 2 meses já ninguém se lembra e a vida continua.É pena porque este homem até é honesto e lutador ,não creio que um erro embora grave o vá deitar abaixo no entanto devia de fazer quanto antes algo de positivo relacionado com o tema e justificar o porquê de tal actuação.defender portugal.
Re: OS VÍRUS DESTE PAÍS
Re: OS VÍRUS DESTE PAÍS
Re: OS VÍRUS DESTE PAÍS
kkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
EU BEM DISSE :
O RELVAS É QUE SABE! ALGUÉM DUVIDA?EU NÃO
deixem o ministro trabalhar em paz!
Muita gentinha bem queria que parecesse ter havido pressões mas os factos estão à vista: A chefia indica que não entendeu que houvesse "matéria publicável", "antes de o ministro Miguel Relvas ter telefonado à editora de política".
Já alguma vez se ouviu falar em ameaças de morte feitas a nados mortos? Ora deixe-se de tretas e leia atentamente: "a diretora Bárbara Reis, após ter tomado conhecimentos das alegadas ameaças, "protestou junto do ministro Miguel Relvas por ter exercido uma pressão que toda a direcção considera inaceitável".
Afinal quem fez pressão a quem?
O Conselho de Redação sobre a direcção do Público, a direcção do Público sobre o Ministro por "alegadas ameaças" e ninguém o que fez o ministro antes porque depois sabemos que pedeiu desculpas mas não sabemos de quê! Por não ter conseguido encontrar respostas para que houvesse "matéria publicável"?
O Público que resolva a quebra do diálogo no interior da redação e deixem o ministro trabalhar em paz!
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Edição Diária 17.Abr.2014

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