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Bruno Magalhães à procura do penta na Madeira

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Relegado para uma pouco mediática Taça da Europa, o Rali Vinho Madeira continua a ser uma das mais importantes provas do calendário, facto visível nas 55 equipas inscritas

Pedro Roriz

À partida, a discussão da vitória no Rali Vinho da Madeira será travada entre os melhores pilotos nacionais, alguns dos quais regressam à estrada para participar na prova madeirense, como sucede com Bruno Magalhães (Ford Fiesta R5) e Miguel Nunes (Ford Fiesta R5), uma vez que Alexandre Camacho (Peugeot 208 T16 R5) esteve em acção no Rali do Faial, a prova que antecedeu a competição deste fim de semana. Nunes e Camacho podem tirar partido do facto de “jogarem em casa”, mas não o de influenciarem o campeonato da região, por não estarem inscritos nessa competição.

José Pedro Fontes (Citroen DS3 R5) chega à Madeira no comando do campeonato nacional de ralis e é um dos candidatos à vitória, tal como sucede com Miguel Campos (Skoda Fabia R5), Pedro Meireles (Skoda Fabia R5) e Ricardo Moura (Ford Fiesta R5), com os dois últimos a terem estado presentes no Rali da Faial como forma de preparação para a prova madeirense,

Deste grupo deverá sair o vencedor da prova, com Bruno Magalhães, vencedor de quatro das cinco últimas edições, à procura do penta, o que a concretizar-se o tornará o primeiro a conseguir tal feito, desempatando assim a igualdade, em número de triunfos, com Andrea Aghini, Giandomenico Basso e Américo Nunes.

Como curiosidade, refira-se que as quatro vitórias de Bruno Magalhães foram alcançadas com navegadores diferentes: Paulo Grave (2011), Nuno Rodrigues da Silva (2012), Carlos Magalhães (2014) e Hugo Magalhães (2015).

Os franceses Robert Consani (Citroen DS3 R5) e Romain Dumas (Porsche 997 GT3) e o italiano Giacomo Costenaro (Peugeot 208 T16 R5) são os pilotos estrangeiros presentes, mas não devem entrar na luta pela vitória nem pelos lugares do pódio.

Em termos de estrada, a prova madeirense decidir-se-á em 19 provas de classificação, com a particularidade de duas delas decorrerem de noite. Uma situação que pode provocar alguma surpresa, já que não é habitual isso suceder e a condução noturna tem dificuldades acrescidas.