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Quaresma: “Se não fosse o futebol, podia ser traficante, podia estar preso, podia estar morto”

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MIGUEL A. LOPES / EPA

Em entrevista à “Visão”, Quaresma revisita acontecimentos fortes da vida que leva e levou

Se lhe dissermos que Ricardo Quaresma não gostava de futebol, acredita? Pode parecer estranho, mas é verdade. Numa entrevista à Visão, nas bancas esta quinta-feira, o número 20 da seleção nacional admite que era ao karaté que achava mesmo piada.

Na conversa, realizada durante uma viagem Lisboa / Gaia, Quaresma recorda o primeiro contrato profissional com o Sporting - eram mil e poucos euros - a primeira casa no Cacém – que se recusa a vender – e ainda os tempos de infância e adolescência, passados sobretudo no Casal Ventoso.

Quaresma admite que foi graças ao irmão que chegou ao futebol e que foi isso que mudou o rumo do seu futuro. “Quando és criado num bairro, não sabes o que te pode acontecer. Podia ser traficante. Podia estar preso. Podia estar morto.”

  • Da rebeldia do Casal Ventoso ao amor ao Porto. A entrevista de Quaresma ao Expresso

    Do puto do Casal Ventoso que “tinha a mania de pegar a bola e fintar toda a gente” ao veterano de 31 anos que hoje é símbolo da seleção nacional: há um ano, Ricardo Quaresma em entrevista ao Expresso, dizia que Jesus é melhor que Mourinho (“podem dizer que sou louco, mas é a minha opinião”) e falou sobre a relação com Lopetegui. Mas há muito mais - a não perder