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Tour de França reforça segurança depois de atentado em Nice

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JEAN-PAUL PELISSIER / Reuters

O primeiro passo vai ser proteger as 30 mil pessoas que acompanham a prova de ciclismo

A organização do Tour de França vai reunir-se com as autoridades policiais para reforçar as medidas de segurança da corrida na sequência do atentado em Nice na quinta-feira à noite, que causou pelo menos 84 mortos.

O primeiro passo será um reforço da segurança para proteger as cerca de 30 mil pessoas que acompanham aquela corrida de ciclismo.

Bourg Saint Andéol é a cidade onde esta sexta-feira arranca a 13.ª etapa da Volta a França emm bicicleta, localizada a cerca de 300 quilómetros a partir de Nice, local do ataque na noite de 14 de julho.

O atentado em Nice, sul de França, na quinta-feira à noite, fez pelo menos 84 mortos e 18 feridos continuam em estado considerado crítico, segundo um novo balanço do Governo francês.

Um homem lançou um camião sobre uma multidão na avenida marginal da cidade de Nice, a Promenade des Anglais, que na quinta-feira assistia a um fogo-de-artifício para celebrar o dia nacional de França. As autoridades francesas consideram estar perante um atentado terrorista e o Presidente da França, François Hollande, anunciou o prolongamento por mais três meses do estado de emergência que vigora no país desde o ano passado.

A autoria do ataque ainda não foi reivindicada.

O condutor do camião disparou várias vezes antes de ser abatido pela polícia, disse o presidente da região de Provence-Alpes-Cote d'Azur, Christian Estrosi.

O secretário de Estado da Comunidades, José Luís Carneiro, disse à agência Lusa que o Governo está a acompanhar a situação em Nice, sul de França e que está em contacto com as autoridades francesas. Hoje ao início da manhã, o seu assessor disse que ainda não há mais novidades relativamente à última notícia transmitida por José Luis Carneiro.

"Queremos transmitir a todos aqueles que tenham familiares em Nice que a Secretaria de Estado da Comunidades e o Ministério dos Negócios Estrangeiros estão a acompanhar, em contacto com as autoridades consulares em Marselha e em Nice, e em diálogo com as autoridades francesas e assim que houver informação será disponibilizada", afirmou o secretário de Estado.