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Taça Ibérica ignorada

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Não há nenhum piloto espanhol inscrito na primeira das quatro provas da competição organizada por Portugal e Espanha

O arranque do CNTT (Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno) coincide com o começo Taça Ibérica de TT, que parece destinada a ser ignorada pelos pilotos do país vizinho.

A louvável iniciativa das entidades federativas dos dois países ibéricos será, ao que tudo indica, um projecto falhado, dado que nenhum piloto espanhol está inscrito na primeira das quatro provas (duas em Portugal e duas em Espanha) do calendário.

Com sete títulos no bolso, depois de ter recuperado o cetro perdido em 2014 para Ricardo, Miguel Barbosa (Mitsubishi Lancer Racing) parte para a prova de abertura como “o homem a bater”, com João Ramos (Toyota Hilux) a dever ser o seu mais sério opositor, muito em especial se souber controlar o seu excesso de fogosidade, que tantas vezes o faz sair da estrada e comprometer os resultados que podia alcançar.

É que, por aquilo que se sabe, serão os únicos interessados no campeonato, com todos os restantes participantes a apontarem para presenças mais ou menos esporádicas, o que, a confirmar-se, os impedirá de pensar na conquista do título.

Nuno Matos (Opel Mokka Proto), que viu o título de 2 015 escapar na derradeira prova, pode entrar na discussão pelos lugares do pódio, tal como sucede com Rui Sousa (Isuzu New D-Max), enquanto se aguarda com expectativa aquilo que Tiago Reis (Nissan Navara) vindo do Campeonato Nacional de Montanha para o TT, Edgar Condenso (BMW Proto), que vai guiar o carro que Pedro Grancha conduziu o ano passado, e Pedro Ferreira (VW Amarok), que estreia um carro novo poderão fazer.

A Baja TT Rota do Douro, que tem o seu centro operacional na Marina de Gaia, arranca, sexta-feira, com uma dupla passagem pelos 5,50 km do prólogo, desenhado na zona de Valongo, para, no sábado, rumar a Amarante região onde os concorrentes passam duas vezes por um Sector Seletivo de 145,33 km.