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O campeão de xadrez aldrabão

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São 16 peças para um lado e 16 peças para o outro e no final ganha quem não tiver ido à sanita fazer batota

Sebastian Reuter/Getty

Quando a bexiga apertava, não havia quem parasse Gaioz Nigalidze. O problema é que este campeão de xadrez não ia a correr sentar-se na sanita: ia fazer batota. O Expresso continua a apresentar os 10 acontecimentos desportivos de 2015 que mais vale esquecer em 2016

Cheira mal mas é verdade: há uma app, chamada “Pooductive”, cujo único objetivo é juntar em conversa pessoas que estejam naquele instante sentadas em sanitas por todo o mundo. A sério. A ideia parece (bom, é) parva, mas advém de uma verdade indiscutível dos tempos modernos: quando vamos para a sanita, levamos o telemóvel para nos entretermos a ver qualquer coisa.

Vem isto a propósito do que Gaioz Nigalidze levou para a sanita quando estava no Dubai, em abril: um iPhone, claro. O problema é que Nigalidze, campeão da Geórgia de xadrez em 2014 e 2013, estava num torneio e utilizava o telemóvel não para se entreter na sanita, mas para fazer batota.

Enquanto jogava contra o arménio Tigran Petrosian, Nigalidze pediu várias vezes para ir à casa de banho. O adversário estranhou tanta incontinência e disse-o à organização, que foi inspecionar o local, onde descobriu, enrolado em papel higiénico, um telemóvel com uma aplicação de xadrez.

Como se sabe, no xadrez os computadores são o demónio (desde aquele maio de 1997, quando Kasparov perdeu para o computador Deep Blue), pelo que o jogador de 25 anos negou que o telemóvel fosse dele.

Só que havia registos com o nome de Nigalidze nas aplicações de redes sociais do telemóvel (haveria também no Pooductive?). A organização denunciou o caso e decidiu-se pela expulsão do jogador, 432º do ranking mundial, do torneio. Conclusão: deu merda.

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