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FPAK coloca representantes em 13 comissões internacionais

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GUILLAUME BAPTISTE / Getty Images

Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting viu o seu trabalho reconhecido, uma vez que passa agora integrar mais duas comissões da Federação Internacional

Pedro Roriz

Paris recebeu o Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), no qual foram aprovados os calendários e regulamentos para as competições de 2016 e onde a segurança foi tema dominante.

Para além disso, foram eleitos elementos das várias comissões da entidade federativa internacional, onde a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) viu o seu trabalho reconhecido, uma vez que passa agora integrar 13 comissões, quando antes estava presente em 11.

Pedro Araújo (ralis), Joaquim Capelo (todo-o-terreno), Eduardo Freitas (GT e circuitos), Ni Amorim (turismo e montanha), Vítor Sousa (ralicrosse e karting), Manuel Mello Breyner (homologações e pilotos), Joana Barbosa (senhoras), Rui Marques (oficiais e voluntários) e Nuno Vilarinho (histórica internacional) são os representantes da FPAK nas respetivas comissões da FIA.

Destaque para as entradas de Nuno Vilarinho e de Manuel Mello Breyner, neste caso para a Comissão de Pilotos, que integra nomes como os de Tom Kristensen (o senhor Le Mans), Emerson Fittipaldi, Nigel Mansell, Nasser Al-Attiyah e Marc Duez, entre outros.

Na sequência dos acidentes ocorridos este ano, a segurança tornou-se tema dominante das preocupações da FIA, cuidado esse estendido às federações nacionais, também elas implicadas no esforço de melhorar as condições de segurança das competições. Embora todos estejam conscientes de que os acidentes podem sempre acontecer, há que criar condições para minimizar os efeitos dos mesmos.

No Conselho Mundial foi destacada a eficácia da utilização do sistema de retenção Hans (colete cervical), em particular nos casos das pancadas frontais, e falou-se de “backets” com extensão da proteção lateral para pancadas a 45 graus; da instalação de câmaras em frente ao piloto (que gravem 400 imagens por segundo para ser possível estudar as consequências das pancadas frontais); de cintos de segurança que aguentem 70 G (os atuais suportam 30 G); do esforço que a FIA vai fazer em termos de formação de oficiais e voluntários; e também se falou da possibilidade da Federação de cada país indicar um elemento para a Safety Task Force.

Quatro marcas de pneus no WRC de 2017

A FIA revelou aonda que Michelin, Pirelli, Hankook e DMACK serão os quatro fornecedores de pneus para o Campeonato do Mundo de ralis de 2017.

A partir de agora caberá a cada equipa e cada piloto escolherem com qual delas pretende trabalhar, tendo o pensamento no Rali de Monte Carlo, a prova de abertura da temporada, que arranca a 20 de janeiro.