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Fórmula 1. “Pole position” pode ser determinante em Singapura

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Lewis Hamilton surgiu sorridente e confiante em Singapura

DIEGO AZUBEL EPA

Vencedor de sete das 12 corridas já efetuadas e num circuito onde as ultrapassagens são difíceis, Lewis Hamilton sabe que a qualificação é muito importante para reforçar a liderança

Pedro Roriz

O traçado citadino do Marina Bay Street Circuit recebe este fim de semana o Grande Prémio de Singapura, 13.ª prova do Mundial de Fórmula 1, com a curiosidade de ver se o inglês Lewis Hamilton (Mercedes) continua a passear a superioridade que tem demonstrado

Vencedor de sete das 12 corridas já efetuadas e num circuito onde as ultrapassagens são difíceis, Lewis Hamilton sabe que a qualificação é muito importante. E o facto de só ter falhado por uma vez a “pole position” esta época dá-lhe a confiança para encarar com otimismo a corrida que decorre na cidade-estado.

O alemão Nico Rosberg, seu colega de equipa, deverá ser uma vez mais o seu mais direto opositor, mas com a tradicional eficácia na qualificação Hamilton tem tudo a seu favor para averbar mais um triunfo. E como tem 53 pontos (mais de duas vitórias) de vantagem sobre Rosberg, o britânico pode encarar a corrida de Singapura com uma maior descontracção, sabedor de que aconteça o que acontecer o comando do campeonato continuará a ser seu.

Outro alemão, Sebastian Vettel (Ferrari), deverá voltar a desempenhar um papel importante na corrida, embora num traçado de “aceleração e travagem” não pareça que o carro italiano possa contrariar a superioridade dos “flecha de prata”.

As ruas de Singapura vão assistir à estreia do norte-americano Alexander Rossi, que vai estar ao volante do Marussia/Ferrari que tem sido guiado pelo espanhol Roberto Mehri, situação que se estenderá aos Grandes Prémios do Japão, Estados Unidos, México e Brasil, com o espanhol a reocupar o seu lugar na Rússia e no Abu Dhabi.

Entretanto, começa a agitação nos bastidores, com a BMW a negar um eventual envolvimento na disciplina para se manter fiel ao DTM e admitir a possibilidade de regressar a Le Mans; a Renault a confirmar que não fornecerá motores à Red Bull em 2016, situação que poderá ser extensível à Toro Rosso e com Carlos Ghosn, o CEO da marca francesa, a sublinhar a falta de desportivismo de Red Bull, que tem justificado com o mau desempenho dos motores os resultados do presente ano; e, finalmente, com a Haas F1 Team, com estreia marcada para 2016, a confirmar que tudo está a decorrer de acordo conforme programado, colocando ponto final nas dúvidas que começavam a surgir quanto à possibilidade da equipa norte-americana estar presente na corrida inaugural do próximo ano.

Classificações atuais do Mundial:

Pilotos
1.º, Lewis Hamilton, 252 pontos
2.º, Nico Rosberg, 199
3.º, Sebastian Vettel, 178
4.º, Felipe Massa, 97
5.º, Kimi Raikkonen, 92
6.º, Valtteri Bottas, 91
7.º, Daniil Kvyat, 58
8.º, Daniel Ricciardo, 55
9.º, Romain Grosjean, 38
10.º, Sérgio Perez, 33

Construtores
1.º, Mercedes AMG Petronas F1 Team, 451 pontos
2.º, Scuderia Ferrari, 270
3.º, Williams Martini Racing, 188
4.º, Infiniti Red Bull Racing, 113
5.º, Sahara Force Índia F1 Team, 63
6.º, Lotus F1 Team, 50
7.º, Scuderia Toro Rosso, 35
8.º, Team Sauber F1, 25
9.º, McLaren/Honda, 17