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Era assim que Marco Silva estava vestido no jogo com o Vizela

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Marco Silva no final do jogo entre o Vizela e o Sporting a 14 de dezembro de 2014 (captura de ecrã)

SporTV

No Vizela-Sporting a contar para os oitavos de final da Taça de Portugal, Marco Silva estava de fato de treino mostram as imagens da SporTV

O Sporting quer despedir o treinador Marco Silva alegando, entre outras coisas, que não vestiu o fato oficial dos ‘leões’ no jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal frente ao Vizela. Mas na transmissão televisiva, realizada pela SporTV é possível ver o técnico leonino de fato de treino, com o símbolo do clube ao peito.

O encontro decorreu numa quarta-feira, 17 de dezembro de 2014, pelas 20h, em Moreira de Cónegos, tendo o Sporting vencido por 2-3 com os golos de André Martins (34' GP), Paulo Oliveira (39') e Carlos Mané (59'). Talocha fez os golos do Vizela (aos 37’ e 47’).

Segundo o site Mais Futebol, este argumento é até referido na folha de rosto do processo de instrução. Mas há mais.

Numa nota de culpa com 400 páginas, o clube de Alvalade acusa o treinador de “quebra de confiança e do dever de lealdade” ao não respeitar nas conferências de imprensa as diretrizes emanadas da SAD, mas também por ter dado o dito por não dito uma tentativa de agressão de agressão do jogador Marcos Rojo ao presidente Bruno de Carvalho.

Marco Silva é ainda acusado de ter violado o dever de lealdade quando terá defendido Slimani durante o processo disciplinar que lhe foi instaurado e quando criticou Ewerton depois de ter sido contratado.

Ao Mais Futebol, Marco Silva desmente, ponto por ponto, estas acusações: que não houve nenhuma tentativa de agressão, como aliás o Sporting reconheceu quando não mencionou nada disso na nota de culpa a Marcos Rojo; E que no caso do central brasileiro nunca o Sporting avisou o treinador que o jogador ia estar um mês parado antes de poder competir. 

Segundo os advogados de Marco Silva num caso laboral, a entidade patronal tem 60 dias para abrir um processo disciplinar ao trabalhador depois da ocorrência dos factos pelo que já estarão, em grande parte, prescritos.