(...) Nenhum estudo sério alguma vez recomendou a privatização das Águas de Portugal (AdP), transformando um monopólio público num monopólio privado, contrariando todos os manuais de economia. Mesmo a privatização parcial da AdP é um processo desaconselhável, uma vez que iniciaria um processo de pressão por parte dos investidores privados para o controlo e privatização total. O que está em causa, é tão somente, a concessão a grupos privados da gestão da exploração dos sistemas de captação, tratamento, transporte e distribuição de água doméstica e industrial assim como a recolha, tratamento e rejeição dos efluentes líquidos domésticos e industriais.
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