25/05/2012 atualizado às 0:46
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Depressa que se faz tarde

O ministro das Finanças será uma peça-chave do novo Governo. Deve ser vice-primeiro-ministro e coordenar todas as pastas económicas.

Nicolau Santos (www.expresso.pt)
0:00 Sexta feira, 10 de junho de 2011

Até ao final do ano e decorrentes do acordo que Portugal assinou com a troika UE/BCE/FMI, terão de ser implementadas aproximadamente 14 medidas em Junho, 12 medidas em Julho, 5 medidas em Agosto, num total de 90 (!) medidas até Setembro ou terceiro trimestre do ano, mais 6 medidas em Outubro, 7 medidas em Novembro, num total de outras 90 (!) medidas até Dezembro ou quarto trimestre, além de mais 12 medidas sem data de concretização. É uma missão titânica, a que o próximo Governo terá de dar uma resposta célere, competente e eficaz.


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Honestidade, depressa que se faz tarde
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:28 | Sexta feira, 10 de junho de 2011
Leitura repetida e continuo sem acreditar.

Tal como o PCP nunca lutou pela liberdade, mas pela substituição de ditadura, Sócrates tentou substituir os interesses instalados. E também fez coisas. Fez sim senhor. Só se necessita de saber a que “custos”; o que vamos saber quando pagarmos.

Da perseguição também se queixa Berlusconi e se chegarmos ao extremo, Al Capone também se queixava de ser perseguido. O que eu tenho vontade de lhe fazer: perseguição por delinquência intelectual.

Sobre o balanço “desculpatório”, se lhe passar com o carro por cima, será pouco atenuante nunca o ter feito anteriormente.

Como é que sabe que os dossiês têm sido passados de forma exemplar? Já os analisou? E não é obrigação? E se forem mesmo exemplares (os dossiês) limpa as “trapalhadas” de sempre?

Você devia ser o primeiro a querer saber a realidade financeira. O que a troika sabe, é dasedo nos elementos fornecidos pelo governo. É provável que haja esqueletos. E muitos, pois a carnificina foi grande.

Criticar a constituição do novo órgão a partir de dois existentes (ideia do governador do BP) é perfeitamente lógica. O PS de Sócrates “plantou” rapazes amigos (não falando nos que já estavam plantados – o seu caso) por tudo o que é sítio. Só um ingénuo terá confiança nas estruturas existentes.

E criticar pela despesa??? Você??? Só para rir. Você que assistiu (e aplaudiu) ao “Paícidio” dos últimos anos… onde toda a despesa eram trocos.

Não se ruboriza?
 
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Os alemães do nosso descontentamento
CM84 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:33 | Sábado, 11 de junho de 2011
Realmente tem razão: os alemães são um povo que se têm em alta estima sem vestígios de complexos de inferioridade. Infelizmente, não é o nosso caso.

Perante mortes e centenas de contaminados, o governo informou a população dos resultados das análises, sem olhar a quem prejudicavam.
 
Entre outros, nos pepinos espanhóis foi encontrada e-coli. Hoje sabe-se que a origem poderá estar na própria Alemanha. Haverá de certeza prejuízos materiais, mas não evitará a transparência a que o governo se sente obrigado.

Coisa estranha para nós: transparência e verdade

Na sua história sobre os pepinos, além de deturpar a verdade, pois o governo nunca responsabilizou os pepinos espanhóis pela transmissão da bactéria, há algo que me preocupa: a ameaça aos alemães.

“Se alguém não os trava, isto vai acabar mal” - pergunto: vai acabar mal para quem?

Nem considero xenofobia, pois parece-me mais complexo de inferioridade semelhante à dos africanos em relação aos ex-colonos. Mas devido à impossibilidade de lhes declarar guerra, o que propõe? Boicotar os produtos alemães?

Penso que a sensação de animais acossados, nos está a tornar uns insanos pobres e mal-agradecidos. Um povo "à rasca" que exige aos outros a solução dos seus problemas

Aquilo que os brasileiros chamam: "cheios de orgulho besta"

 
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Depressa que se faz tarde
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:01 | Sábado, 11 de junho de 2011
Pelas noticias que nos vão chegando, o governo está para breve. É natural a ansiedade dos portugueses em saber a composição do novo governo. Importante, mas também curioso, é saber quem vai ocupar a pasta das Finanças. Pela tarefa gigantesca não me parece ser possível, que a mesma possa ser ocupada por alguém que já ande com reumático, ou que tenha problemas de próstata. É que isto não é uma simples questão de pentelhos, mas antes o presente e o futuro de um País e o bem estar de um povo. Como São Tomé ver para crer, mas desejo que tudo corra pelo melhor e que este País saía deste sufoco. Na verdade já constatamos que ouve quem mudasse de discurso. Enquanto há uns tempos os portugueses não podiam fazer mais sacrifícios e os sacrifícios têm limites, agora os portugueses já têm de se preparar para fazer sacrifícios. Enfim mudam-se os tempos mudam-se as vontades, mas há quem pareça um catavento.
 
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