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Denúncias de violência doméstica sobem 35%

"Não há um aumento de crime, mas um maior número de denúncias de violência doméstica resultante de um maior à-vontade das vítimas, na sua grande maioria mulheres entre os 20 e os 40 anos",refere uma fonte da PSP.

9:28 Segunda feira, 31 de agosto de 2009

As denúncias de violência doméstica registadas no ano passado pela PSP aumentaram 35%, devido à maior confiança das vítimas nas forças de segurança e à menor vergonha em expor casos do foro íntimo. 

"Actualmente, as vítimas de violência doméstica denunciam a agressão com mais facilidade, pelo que os números não representam um aumento de casos", considera a subcomissária Jesuína, que até há bem pouco tempo tratava destes casos na Divisão de Investigação Criminal da PSP.   

Segundo os últimos dados da Polícia de Segurança Pública (PSP), o número de casos de violência doméstica tem subido nos últimos três anos, tendo sido registados 17.647 processos em 2008, mais 4.597 que no ano anterior. Porém, no entender da oficial, que falava à Lusa, "não há um aumento do crime, mas um maior número de denúncias resultante de um maior à-vontade das vítimas", na sua grande maioria mulheres entre os 20 e os 40 anos. 

Um maior conhecimento e divulgação e uma constante chamada de atenção da opinião pública para este tipo de crimes ajudam as vítimas a denunciar os seus agressores. "As mulheres são as grandes vítimas de violência doméstica, estando a grande maioria das vezes associada a agressões físicas, injúrias e ameaças", diz a subcomissária, acrescentando que a utilização das armas neste tipo de crimes não é muito significativa. 

Contudo, e apesar do aumento das denúncias, ressalva, "este crime ainda tem muitas cifras negras e continua a ser muito escondido pelas vítimas".

Há três anos que a PSP dispõe de salas específicas para atender vítimas, nomeadamente de violência doméstica, que são acompanhadas por Equipas de Prevenção de Apoio à Vítima (EPAV) , existentes em todo o país. As salas são locais de apoio e de atendimento às vítimas de crimes e direccionadas prioritariamente para a violência familiar, vítimas de crimes violentos e deficientes. 

Estas equipas constituem a primeira linha de intervenção, atendimento, acompanhamento, apoio e encaminhamento das vítimas. "Nota-se que as vítimas sentem mais segurança e confiança nas forças de seguranças e têm menos vergonha de contarem uma situação do foro privado às entidades públicas", afirma a policial. 

E, em sua opinião, a confiança nas forças de segurança "está directamente ligada à formação dos profissionais e ao trabalho que tem sido feito no terreno, nomeadamente pelas EPAV". Simultaneamente à intervenção das EPAV, as equipas de investigação criminal da PSP recolhem os meios de prova e questionam testemunhas, nomeadamente a vizinhança junto à residência do agressor e da vítima. 

Na sequência do atendimento policial, as vítimas são encaminhadas para instituições/entidades de apoio adequadas e competentes, na área da Saúde (psicologia, hospitais, Instituto de Medicina Legal) e da Segurança Social.

Além das destas equipas, a PSP dispõe também do Programa Integrado de Policiamento de Proximidade (PIPB) em 112 das suas esquadras. 

Foram formados cerca de 1.800 elementos no curso de Policiamento de Proximidade, onde aprendem a lidar com crimes sexuais, delinquência juvenil em contextos de risco, violência doméstica, violência juvenil e vitimação e grupos de risco. 

Os dados da PSP revelam que em 2006 deram entrada 11.683 processos de violência doméstica, em 2007 aumentaram para 13.050 e o ano passado subiram para 17.647.
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Após o meu divórcio e porque mudei de País...
dedalo11 (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 13:58 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
... a minha ex-mulher sonegou à minha filha, então com 12 anos de idade, 82 cartas e encomendas com prendas. Devolceu-as ao remetente. Tudo o que lhe fiz chegar foi através de pessoas amigas. E estava a pagar sem falhas a mensalidade assumida... e em dólares, que na altura ainda tinham outro significado. Falava com a minha filha por telefone só quando esta passava fins-de-semana em casa de amigas. A relação só se nnormalizou quando a minha filha completou os 18 anos e enfrentou a mãe. ISto não nos separou mas provocou danos totalmente irreparáveis. E isto é violência doméstica!
Não gosto de contar coisas da minha vida pessoal, e acho que poucas pessoas gostam, no entanto acho que esta pode ser útil a muitas pessoas que vivem dramas iguais ou parecidos. Seja de que parte for, as vinganças dos pais que atingem os filhos deveriam ser punidas e de forma exemplar. Alei prevê coisas tão diversas a este nível, mas nenhuma que repare a dor das ausências forçadas. Isso não tem preço! E tem que ser incluído na violência doméstica.
 
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    Re: Após o meu divórcio e porque mudei de País...    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 2 pontos , 17:52 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Violência doméstica
tionando (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 11:51 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
É de esperar que duas pessoas, por vezes de meios diferentes, não se entendam bem ao fim de algum tempo a viver em conjunto. Na minha maneira de vêr, nada justifica a violêcia, de parte a parte. Existe o divórcio e outras maneiras de se separarem. A vergonha de voltar a casa dos pais depois de eles terem dito: -Não cases com esse ou essa pessoa; não é boa escolha para ti. Por vezes os noivos estarão tão seguros de si que não ouvem os pais.
-Agora como vou dizer aos meus pais que errei?
É aí que o outro se sente seguro e faz o que quer. Tem escravo/a e está à vontade para tudo. Fazer queixa à polícia? Os meus pais vão saber.
Porque falo assim?
Tenho um caso na família que assim aconteceu. Já estão divorciados, mas foi só depois de a minha irmã ir parar ao hospital.
 
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Amor
SSTHUNDER (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:20 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
as mulheres são para ser tratadas com amor.
Senão vejamos,quem mais merece o nosso amor senão aquelas que nos lavam a roupa,limpam a casa ,cozinham,tratam do menino,e depois de isto tudo ainda vão trabalhar para nos meter o comer no prato, enquanto nós nos limitamos a satisfazer-lhes aquele desejo primário em quantidades exponenciais várias vezes ao dia...e á tarde...e á noite...quero lá saber...eheheheheh
 
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    Re: Amor    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 18:59 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: Amor    Ver comentário
lumogo (seguir utilizador), 1 ponto , 19:16 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: Amor    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 20:24 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: Amor    Ver comentário
SSTHUNDER (seguir utilizador), 1 ponto , 21:13 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Gravidade
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 10:09 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Isto é que é de uma gravidade extrema em Portugal. Quando se fala em criminalidade, marca-se a agenda politica pelas reinvidicações dos sindicatos da policia e pelas imbecilidade da Paula Portas. Mas o que realmente mina a sociedade, acredito eu, está muitas vezes dentro da 'familia'. Essa coisa abençoada que a Ti Manela Leite quer voltar a colocar no altar...
Gostava de ver as considerações da dita senhora acerca do tema! Dela e do seu Dupond, o PR...
 
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Só por uma questão de estatisticas...
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto (Bem Escrito), 11:03 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009

Quando fui casado a minha ex mulher disse à minha frente à sua filha quando eu pretendia dialogar com ela. "Não ligas ao que ele diz, porque ele quer o teu mal, ele não gosta de ti". Eu que sempre fui um pai que acompanhei minha filha e lhe dei tudo dentro as minhas possibilidades, colocando a minha vida profissional em segundo plano para ir levar e buscar minha filha ao colegio, não merecia isso. Mas minha ex mulher bem merecia que a atirasse pela janela. Mas não quiz contribuir para aumentar a percentagem dos casos de violência domestica...
 
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    Re: Só por uma questão de estatisticas...    Ver comentário
dedalo11 (seguir utilizador), 2 pontos , 17:58 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: Só por uma questão de estatisticas...    Ver comentário
SSTHUNDER (seguir utilizador), 1 ponto , 11:53 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    isto é a sério...    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 15:37 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Tem sido muito doloroso para mim, mas até hoje    Ver comentário
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 16:57 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Comentário de fim de semana
Sagitarius32 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:43 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Isto das vítimas serem encaminhadas e apoiadas por psicólogos, assistentes sociais, etc..., até dá vontade de rir por quem está por dentro do assunto e tenta para lá encaminhar alguém, quando são essas vítimas por vezes convidadas a deslocarem-se a serviços que têm um horário muito próprio e conveniente para quem lá está ....
 
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Qual violência ?
Xico Taxista (seguir utilizador), 1 ponto , 16:41 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009

A dos homens sobre as mulheres ou a das mulheres sobre os homens (também há, as vítimas é que não assumem).

E já agora: Estamos a referir-nos a violência física ou psicológica?

É que existem os dois tipos de violência.

Assisti há uma meia-dúzia de anos, a uma situação em que a mulher (que esperava ansiosamente em ser viúva) criava todas as condições para o débil estado de saúde do marido se ir agravando pouco a pouco.

Conseguiu atingir o objectivo.
Entretanto o marido morreu (depois de lhe darem 2 AVC's e ela não chamar o 112) e passado uns anos (poucos) vi-a toda sorridente num café, acompanhada por alguém (provavelmente outro candidato ao "limiar da eternidade") em situação comprometedora, dado que, quando se apercebeu da minha presença, fez tudo para disfarçar (mal).

Eu pensei: "Ó cabra! O desgraçado já lá está, e tu ainda por aqui!".

A natureza é injusta, e Deus meteu "baixa" na caixa de previdência.

 
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    Re: Qual violência ? Pois...    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 17:19 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Às vezes temos que saber porque certas pessoas
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
recorrem à violência domestica. Algumas vezes pode ser por desespero. O que não foi o meu caso, claro. Porque sempre me sube dominar. Mas tem sido muito doloroso para mim, até hoje
 
não conseguir falar com a minha filha, devido aos métodos usados para a afastarem do seu pai. O que a minha ex mulher e seu irmão fizeram, foi autêntico banditismo, que se fosse com uma pessoa mal formada as consequências seriam bem graves. O seu irmão chegou a dizer (tenho provas) que eu tinha saido do Banco para me reformar deviso às vigarices que tinha lá cometido. Mas eu como sou uma pessoa bem formada e com preocupações intelectuais, nunca poderia fazer qualquer coisa que não fosse a resignação e a tristeza por ter calhado com aquele tipo de gente...
 
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    São dramas de pessoas incognitas...    Ver comentário
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 17:17 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Efeito Sócrates
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 18:16 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Há violência porque há miséria, porque há fome, porque há desemprego e tudo isso se reflecte na vida dos casais.
Sócrates também é responsável por isso.
 
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Pior que a violência doméstica...
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 19:12 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
só a industrial...
 
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Pois.. quanto mais vos leio.. mais fico angustiada
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 19:38 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Passei por muita coisa.. mas os senhores também passaram as continhas do algarve.
Acho que todos os comentarios que hoje foram feitos aqui, acabam por ajudar e a fazer pensar que tanto sofrem as mulheres como os homens.
Mas no meio de tudo é eu chegar à conclusão que sujeitei as minhas pequenas (pessoas que mais amo no mundo) a guerras desnecessárias.
Devia ter pensado na altura que quando ele queria armar guerra, devia era ir passear com as elas e deixar que tudo se acalma-se e depois conversar com mais calma.
Enfim.. na altura não dava para pensar com calma....
:-((( Ficava tão irritada, mas tão irritada quando ele repudiava as filhas!!

 
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    Re: Pois.. quanto mais vos leio.. mais fico angust    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:07 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    :-)) Afonso Aguiar para Si a resposta...    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 20:40 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: :-)) Afonso Aguiar para Si a resposta...    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 20:53 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: :-)) Afonso Aguiar para Si a resposta...    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 23:05 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Minha cara. Você fez-me lembrar que quando    Ver comentário
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 22:06 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Tambem aqui é tudo uma questão cultural e de
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 22:14 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Valores. Quando
eu me apercebia que podia haver discussão, vestia o casaco e ia passear para a rua, dar umas voltas no bairro. Discuções não provocadas por mim, mas devido a exigências do pai dela, devido a eu ser casado em comunhão de bens e ele não ter os bens em seu nome mas sim em nome dos filhos, devido a problemas com a mulher dele. Em suma uma grande confusão que se eu soubesse nunca teria casado com aquela mulher. Situações que depois da morte dos meus sogros foram aproveitados pelo meu ex cunhado, que chegou ao ponto de quando da separação numa primeira reunião com os advogados apareceu o irmão dela com a sua mulher para também entrar na reunião. Como é obvio os advogados puseram-nos na rua, porque eu ia separar-me dela e não do irmão dela. Como é possivel acontecerem situações desta ordem e eu a aguentar tudo isto, sem reagir...É obra!...ainda hoje passados tantos anos ainda tenho pesadelos...
 
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O quê??
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 1 ponto , 22:27 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
Vocês estão a falar a sério??
Estou estupefacto! E explico:
Portugal é, com a Espanha, Itália, Grécia e França, dos países europeus com maior incidência de violência doméstica (a Direcção-Geral de Saúde calcula que ela existe em 25% dos casais). Não é pormenor de somenos importância, se tivermos em conta que 1/4 da criminalidade violenta registada na União Europeia é entre familiares ou casais e em casa. A violência doméstica, por seu turno, incide maioritariamente sobre as mulheres (muito mais de noventa por cento dos casos). Todos os anos, em Portugal, morrem dezenas de mulheres vítimas de maus tratos por parte dos cônjuges/companheiros. Apesar do agravamento da penalização das condutas, a punição dos agressores continua a ser feita de forma muito incipiente, sendo que a prisão e o afastamento da residência são medidas raras e não raras vezes ineficazes. Muitas mulheres vítimas de violência doméstica são obrigadas a se socorrer dos poucos abrigos existentes no país, permanentemente cheios, ou da caridade de terceiros. A violência doméstica é uma chaga pustulenta que infecta a sociedade portuguesa até ao âmago do seu ser e para a qual a única prevenção é a educação e a única repressão eficaz é a prisão. Está de mãos dadas com o alcoolismo, outro enorme problema de saúde pública neste triste país.
E os senhores comentadores queixam-se das mulheres e dos tribunais?? Uma vez mais: estão a falar a sério?? E você, meninita, que presumo ser mulher, em que mundo é que vive??
 
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    Re: O quê??    Ver comentário
Meninita (seguir utilizador), 1 ponto , 23:11 | Segunda feira, 31 de agosto de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:44 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 1 ponto , 1:15 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
NJP (seguir utilizador), 2 pontos , 9:50 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 1 ponto , 14:07 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
NJP (seguir utilizador), 2 pontos , 18:20 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 2:18 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 3:34 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê?? Filipe@rio    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 4:34 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 1 ponto , 14:08 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
    Re: O quê??    Ver comentário
afonso aguiar (seguir utilizador), 1 ponto , 15:23 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
O Camafeu da minha ex mulher a quem passados anos
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 1:00 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
lhe escrevi, porque ela não quer assinar parte duma herança que recebi, chamei-lhe verme. Lembro-me que quando eramos casados para lançar a filha contra o pai, dizia que eu tinha uma conta pessoal no banco secreta. Tive que escrever uma carta ao banco para poder provar que não tinha conta nenhuma. Só visto...Se ela desse com outro individuo lá iria aumentar a percentagem dos casos de violência domestica...ou então voava pela janela...
 
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Ai o tema ainda se mantem aqui?
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 9:41 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
Querem saber mais acerca do esforço que eu fiz para não constar na percenragem dos casos de viol~encia domestica? Aqui vai. Já no fim do "golpe" dela resolveu ir dormir para outro quarto, que tinha um guareda vesticos com 3 portas. Chamou a policia porque eu lhe tinha tirado as chaves do guarda vestidos e ela queria vestir-se e não tinha roupa, quando a maioria da roupa estava no "nosso" quarto. Passei pela vergonha de ter um carro da policia à minha porta e eu disse ao agente para entrar o agente verificou que o guarga vestidos afinal tinha uma porta aberta, por inde ela podia tirar a roupa que la estava. Claro ela o "camafeu" ficou muito corada. E eu sempre com calma e serenidade como sempre a aguentar as investidas, e de uma pessoa que tem a consciência tgranquila, disse ao agente da policia para lhe perguntar se ela pretendia apresentar algunma queixa contra mim, até para minha defesa. O agente assim fez e ela cheia de vergonha disse que não. O agente foi-se embora e assim ela mais uma vez não conseguiu entrar para a percentagem dos casos de violência domestica. O que ela precisava era mesmo ter voado pela janela..
Nota: Se este tema continua aqui por muito mais tempo, até digo quem é o camafeu.Mas talvez não. Figura até de bom nivel social...
 
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    Bom nivel social e até licenciada.    Ver comentário
aukistuxego (seguir utilizador), 1 ponto , 9:50 | Terça feira, 1 de setembro de 2009
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