25/05/2012 atualizado às 0:46
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Aguiar-Branco: "As Forças Armadas não são sustentáveis"

Ministro da Defesa defende a realização de reformas estruturais e deixa um apelo a altas patentes militares e serviços de informações para que façam parte da mudança.

17:45 Quarta feira, 1 de fevereiro de 2012
O governante recebeu avisos de "prudência" por parte de antigos chefes militares
O governante recebeu avisos de "prudência" por parte de antigos chefes militares
Tiago Miranda

O ministro da Defesa considerou hoje que "tal como existem as Forças Armadas não são sustentáveis" e defendeu a realização de reformas estruturais, depois de ter recebido avisos de "prudência" nesta matéria por parte de antigos chefes militares.

Durante um almoço conferência promovido pela revista Segurança e Defesa, José Pedro Aguiar-Branco elencou várias medidas que estão em curso e já concluídas e deixou um apelo à audiência - composta por altas patentes militares e dos serviços de informações - para que sejam parte das reformas em curso.

"Este é o tempo de fazer todas as reformas e nós vamos fazê-las, os portugueses não perdoariam se assim não fosse (...) São precisos todos aqueles que pensam a segurança e a defesa, como esta casa, são precisos todos aqueles que no terreno têm o comando efetivo das operações. Esta reforma faz-se convosco, faz-se com os militares, faz-se com os chefes ou não se faz de todo", exortou.

"As Forças Armadas não podem estar constantemente em reestruturação"


Depois da sua intervenção, Aguiar-Branco foi confrontado com duas perguntas do ex-chefe do Estado-Maior da Armada Melo Gomes e do ex-vice-chefe do Estado-Maior do Exército Garcia Leandro, que o advertiram para o "risco" de se colocar em causa o "caráter" da instituição militar.

"As Forças Armadas são um pilar do Estado e não podem estar constantemente em reestruturação", disse Melo Gomes, pedindo "prudência" nas reformas.

No mesmo sentido, Garcia Leandro afirmou que "se se retirar o caráter" às Forças Armadas, "abatemos as suas estruturas".

Às preocupações, o ministro da Defesa respondeu com "um mergulho na verdade das coisas" e sublinhou que "a realidade do país" não é a mesma de há dois ou três anos.

"Vivemos acima daquilo que podíamos, em todos os setores"


"A adaptação tem de acontecer em todo o lado. Vivemos acima daquilo que podíamos, em todos os setores", considerou Aguiar-Branco, que referiu a sua experiência enquanto porta-voz do PSD para a Defesa, quando foram feitas as reformas de 2009.

"Era um país que, bem ou mal, nós julgávamos que era outro", disse, advertindo que "tal como hoje existem, as Forças Armadas não são sustentáveis" e que estas correm o risco de uma "implosão" caso seja ignorada "a sustentabilidade das mesmas".

Na sua intervenção, José Pedro Aguiar-Branco elencou várias reformas já feitas, como a redução de estruturas no seu ministério, a localização do novo Hospital, o início da revisão da Lei de Programação Militar ou a transposição para a nova tabela remuneratória.

"Estamos igualmente a trabalhar em conjunto com o Ministério da Economia no estudo de viabilidade do aeroporto complementar de Lisboa, estamos a preceder a um estudo sobre os Estabelecimentos Militares de Ensino, procurando gerir melhor os recursos, de forma mais racional, sem olhar a dogmas ou preconceitos", acrescentou ainda.

 

Lusa
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Ficções
moncarapacho (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 20:00 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Alguma gente opina que devíamos abolir as FA.
E o mesmo que tirar a espinha ao Estado.Portugal só existe porque houve pessoal armado que conquistou o território. Nunca houve almoços grátis.Sem FA a respeitabilidade nacional iria pela pia abaixo e qualquer paizeco nos poderia aparecer nas praias e correr connosco daqui para fora, ou, ao revés, correr-nos para dentro de água.

Há uma grande reforma a fazer nas FA, está identificada e só não foi ainda posta em prática por cobardia politica.

Há centenas de oficiais sem tropas para comandar, a relação general/forças está distorcida, qualquer jovem que entra na Academia sonha com o generalato. Manter 3 Estados Maiores mais o Cemgfa, edifícios enormes, cheios de gente a dar trabalho uns aos outros é um desperdício e um luxo que só grandes potências justificam. Cada ramo quer ter todos os meios, a Marinha tem infantaria e helicópteros, o Exercito tem lanchas e helicópteros, só falta a Força Aérea ter barcos e artilharia. Manter 3 academias militares, outro luxo desnecessário e o ensino nessas academias devia ser alterado para um estatuto mais democrático (sabem as pessoas que os alunos têm aulas valsas e chá-chá-cha para os bailes de gala ??? Sabem as pesos que fardes de gala, cheias de dourados, são pagas pelo erário público ???

Podia estar aqui a encher páginas com toda a alteração de gastos e mentalidades que é necessária e urgente...

Vamos ver se o ministro é bem aconselhado...........
 
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Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:12 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:42 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 8:17 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 9:33 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Ficções e mais ficções !    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 20:54 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções e mais ficções !    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:16 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Não me diga...!    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 22:47 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Não me diga...!    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 23:02 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Hum... percebo!    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 23:51 | Quarta feira, 1 de fevereiro
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leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 5:05 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:31 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:48 | Quarta feira, 1 de fevereiro
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Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 23:20 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:55 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 1:55 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: Faço das suas palavras minhas até...    Ver comentário
jotamira (seguir utilizador), 1 ponto , 11:25 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: Ficções    Ver comentário
jotamira (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Aguiar Branco está a aprender a ser ministro útil?
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 18:42 | Quarta feira, 1 de fevereiro

« Aguiar-Branco: "As Forças Armadas não são sustentáveis" »

Claro que Aguiar Branco tem razão.

Está a dizer o óbvio, um pouco a medo.

Mas mesmo assim foi preciso coragem para enfrentar esta poderosa máquina corporativa, mas de mais-valia igual a zero.

Estou admirado com o ministro. Merece palmas!

Ele que se mostrou tão pequenino ao enfrentar (fugindo) a problemática dos Estaleiros de Viana do Castelo, e mantendo aquele sorvedouro inútil de milhões de euros, desta vez mostrou coragem e bom-senso.

Se tivermos que abater os submarinos, sempre os podemos vender a um desses países que realmente precisem deles.
Mesmo vendê-los barato já é lucro, porque deixamos de ter essas enormes despesas de manutenção.

O ministro talvez se saia bem...
 
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    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 19:14 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 20:06 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 19:18 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:04 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 9:12 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    A insustentável ligeireza dos comentadores inúteis    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 21:30 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: A insustentável ligeireza dos comentadores inú    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 21:49 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:45 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:05 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
carlos-carlos (seguir utilizador), 2 pontos , 23:10 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 22:46 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco está a aprender a ser ministro ú    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 15:06 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Aguiar Branco
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 18:43 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Já os políticos o são?
É que a AR é a maior casa de destruição da economia do país.
 
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Aguiar Branco Forças Armadas não são sustentáveis
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 19:18 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Este País tem de levar uma grande volta. Tem quintas e quintais a mais e uns comem tudo e não deixam nada.

*Assunção Esteves (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República,
reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de € 2.315,51 .
Fica o Diário da República de 30/07/1998 para vossa informação . Para que
saibam ainda, a Senhora Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal
(14 vezes ano) € 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 vezes ano) €
2.370,07. Aufere, portanto, a quantia anual de € 146.784,82. Ou seja,
recebe do erário público, a remuneração média mensal de € 12.232,07 (Doze
mil, duzentos e trinta e dois euros, sete cêntimos) . *

*Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo
inteiro ! *

*E vem este IDIOTA do Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos
funcionários públicos e pensionistas !!! É mesmo preciso ter lata !!! *

"Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas;
 
                            hoje em dia, pedem votos".


  http://www.youtube.com/wa...
 
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    Re: Aguiar Branco Forças Armadas não são sustentáv    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 20:44 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco Forças Armadas não são sustentáv    Ver comentário
abades (seguir utilizador), 1 ponto , 21:22 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Aguiar Branco Forças Armadas não são sustentáv    Ver comentário
Vic.Santos (seguir utilizador), 1 ponto , 22:35 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Acabar com as missões no exterior...
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:32 | Quarta feira, 1 de fevereiro


Se estamos falidos como compreender que se gastem milhões (pedidos emprestados) a enviar militares....

A Alemanha que suporte as despesas já que não manda militares...

Andamos feitos anjinhos...

Afinal Timor tem petróleo e nós é que os estamos a ajudar???

Expliquem-me isso tudo muito bem...
 
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Mera opinião
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 3:09 | Quinta feira, 2 de fevereiro

Reconheço a necessidade de uma Marinha e Força Aérea até porventura reforçadas. Mas duvido da necessidade de cerca de 25 mil pessoas no Exército, num país com a dimensão que temos, pertencendo à Nato, dentro do espaço europeu, afastado de cenários de guerra ou de vizinhos propensos a invasões.

Declaração de interesse: fui militar, cumpri 40 meses de tropa.
 
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Estes ex chefes querem é mais graveto
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 10:12 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Estes ex chefes militares quando falam de carácter estão mesmo é a falar de graveto.Querem mais dinheiro e mais mordomias.
Mas Aguiar Brano e bem não vai na conversa.
Os militares e estes senhores tem que se convencer da crise do País e das responsabilidades e missão do servir que o Povo Português espera da área castrense.
Os galões não devem servie só para pedir mais vencimentos, mas ao contrário serem o exemplo de dedicação á Pátria,ao desenvolvimento do País e á partilha dos sacrifícios que na hora que passa são pedidos a todos os Portugueses.
 
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Então mas ele quer que a tropa dê lucro?!
Spitzer (seguir utilizador), 2 pontos , 10:45 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Dah!!!!!! É claro que «as forças armadas não são sustentáveis». Aquilo não existe para dar lucro!

Eu tive um CEO, numa companhia de seguros, que dizia que «para uma companhia de seguros dar lucro havia que fechar o departamento de sinistros». As «forças armadas», como muitos outros «departamentos» do Estado são organizações que não podem dar lucro. O «departamento» do Estado que «dá lucro» são «as finanças». Os outros prestam serviços, que custam dinheiro, e por isso dão «prejuízo».. por natureza. dahhh!

Só mesmo uma mente tolhida pela ideologia do mercado é que consegue sequer imaginar uma tropa «sustentável»... Ele que «privatize» aquilo tudo!
 
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É verdae! Nós é que as temos de as sustentar!
villegas (seguir utilizador), 1 ponto , 18:07 | Quarta feira, 1 de fevereiro
E essas alegadas "Forças Armadas" só servem para gastar o "Nosso Rico Dinheirinho" ! Quem dera que fôssemos como a Suíça, que não tem desses XULOS para sustentar !
 
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    Re: É verdae! Nós é que as temos de as sustentar!    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 18:28 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: É verdae! Nós é que as temos de as sustentar!    Ver comentário
leitorAtento10 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:44 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Desculpe...    Ver comentário
L SKYWALKER (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: É verdae! Nós é que as temos de as sustentar!    Ver comentário
jotamira (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Vender tudo.
Raoul d'Estik Lapiss (seguir utilizador), 1 ponto , 18:20 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Podemos vender os tanques e os aviões, os submarinos e as fragatas e despachar os militares (desarmados) para a Legião Estrangeira francesa (eles lá dão-lhes armas...).
A seguir mandamos emigrar o povinho (todo) e alugamos o terreno (deserto) para filmes ou para campos de golfe.
Assim é capaz de haver futuro...
Perdoa-lhes Senhor!...
 
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Forças Armadas: O quê e para quê?
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 18:39 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Faz muito tempo que já devia ter havido um debate sério e conclusivo sobre uma visão para as Forças Armadas Portuguesas e consequentemente os meios e organização adequados.
Chamar xulos aos militares por dá-cá-aquela-palha é uma cretinice. As Forças Armadas são o que são porque os cidadãos e os governantes democráticamente eleitos assim o querem. As Forças Armadas que actualmente existem não são uma imposição dos militares mas sim o resultado de uma falta de visão estratégica (em todas as areas aliás, não só na militar) dos ineptos por nós eleitos. Chama-se a esta postura a politica do deixa-andar.
 
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    Re: Forças Armadas: O quê e para quê?    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:40 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: Forças Armadas: O quê e para quê?    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 23:38 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Sustentabilidade
O voto em Branco (seguir utilizador), 1 ponto , 21:02 | Quarta feira, 1 de fevereiro
As forças armadas existem, como existem as polícias e muitos outros organismos do estado, que no actual contexto internacional ainda fazem sentido. Em relação às Forças Armadas além da acção que tem no próprio país, no âmbito internacional são necessários, infelizmente, devido à ganância de uns tantos seres humanos que grassam por esse mundo fora. Se as forças armadas não são sustentáveis, devem-se às mas políticas dos governos, nas pessoas dos ministros para elas nomeados sem perfil algum para tal desempenho, algumas das quais para tirar dividendos políticos, ao rigor de gestão da própria estrutura interna, como acontece na generalidade das instituições públicas, onde não se olham a meios – sem uma ponderação séria - para se atingirem os fins, muitos deles ilícitos. Os governantes actuais, assim como os anteriores, que tanto contribuíram para este estado de “crise”, não são sérios, nem justos na tomada de decisões, vindo a contribuir para a instabilidade instaurada na sociedade civil que hoje existe.
 
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    Re: Sustentabilidade    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 22:26 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: O MEU APLAUSO A ESTE COMENTÁRIO    Ver comentário
jotamira (seguir utilizador), 1 ponto , 11:40 | Quinta feira, 2 de fevereiro
As forças armadas "NÃO PODEM SER SUSTENTÁVEIS"
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 22:49 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Se pensarmos bem, o que fazem os milhares de efectivos das FA??? E que receitas geram???
Como é possível falar-se de sustentabilidade de um sorvedouro de dinheiro semelhante???
O Sr. Ministro seria capaz de explicar??
 
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    Re: As forças armadas    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 23:13 | Quarta feira, 1 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 15:29 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
leitordecomentarios (seguir utilizador), 1 ponto , 9:04 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 9:27 | Quinta feira, 2 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Quinta feira, 16 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:08 | Quinta feira, 16 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
Hans Solo (seguir utilizador), 1 ponto , 19:43 | Quinta feira, 16 de fevereiro
    Re: As forças armadas    Ver comentário
esperanca69 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Quinta feira, 16 de fevereiro
FA. Uma das poucas Instituições credíveis !!!
Kiquecentro (seguir utilizador), 1 ponto , 23:43 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Quando tínhamos o Serviço Obrigatório, e este já acabou há alguns anos, com um quartel em cada cidade, havia dinheiro para sustentar a máquina. Hoje as Forças Armadas estão reduzidas ao mínimo, (pelo menos na Região Centro fecharam muitos quarteis), e dizem que não há dinheiro!! OK. Conclusão a tirar: Anda por aí muito civil a viver acima das suas possíbilidades, ou a receber soldos obscenos!! Se assim não for, onde pára o dinheiro????
 
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A tropa é que deve acabar com os chulos políticos
Meia.Noite.e.Meia (seguir utilizador), 1 ponto , 1:51 | Quinta feira, 2 de fevereiro
E prender, julgar e condenar todos os chulos políticos que governaram Portugal desde o 25 de Abril em Tribunal Militar e responsabilizá-los pelo estado miserável a que chegou o País.
É essa a missão que as Forças Armadas já deveriam ter cumprido.
Os políticos roubam e são corruptos;
Os deputados legislam para legalizar os próprios roubos;
Os juízes não condenam os Isaltinos, os Valentins, as Fátimas Felgueiras, etc.
Os autarcas enriquecem num único mandado;
A Polícia foge dos ladrões;
Os médicos só trabalham de manhã;
Os assaltantes dominam as ruas;
O País está a saque, a começar pelo Presidente da República que expurga 3 reformas ao Estado e ainda não lhe chega.
Há mais políticos reformados a partir dos 40 anos que oficiais na reserva.
A tropa se peca é por ainda não ter acabado com esta bandalheira da corja maçónica-republicana-corrupta-supostamente-democrática.
 
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