25/05/2012 atualizado às 0:46
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Defesa: Santos Silva garante que não há despedimentos

A extinção da Manutenção Militar e das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento foi justificado pelo ministro da Defesa com a procura de "uma solução mais ágil e mais moderna". "Não haverá despedimentos", garante.

8:05 Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011

O ministro da Defesa Nacional justificou a extinção da Manutenção Militar e das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento com a procura de "uma solução mais ágil e mais moderna" e garantiu que da reestruturação "não decorrerá nenhum despedimento".

"É uma forma de organização que se inscreve na reforma da estrutura superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas, que está em curso. No caso, trata-se de encontrar uma solução mais ágil e mais moderna para a satisfação das necessidades do Exército, no que diz respeito à alimentação e ao fardamento", disse Augusto Santos Silva, em declarações à agência Lusa.

Celeste Soeiro, do Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Fabris das Forças Armadas (STEFFAS), adiantou na terça-feira que a decisão foi avançada pelo comandante da Logística do Exército, tenente-general Joaquim Formeiro Monteiro, durante uma reunião a 08 de fevereiro.

Plenário marcado


A sindicalista adiantou também que está marcado um plenário para hoje de manhã, em frente ao Ministério da Defesa, no Restelo, no sentido de marcar uma posição e para que se "garantam os postos de trabalho". 

Questionado pela agência Lusa na terça-feira à noite, à margem de uma
cerimónia na Embaixada da França, em Lisboa, sobre se os trabalhadores daquelas duas unidades vão ser reintegrados noutros organismos ou se perdem os seus postos, Augustos Santos Silva garantiu: "Da restruturação que está em curso não decorrerá nenhum despedimento."  
 
No entanto, segundo Celeste Soeiro, foi dito ao sindicato que os dois estabelecimentos iriam ser extintos e que ficaria apenas um número muito reduzido de trabalhadores num outro organismo, a ser criado, e que os restantes seriam colocados na bolsa da mobilidade, "o que, na administração pública, significa desemprego". 
 


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SS, tem cuidado...
Man on the Moon (seguir utilizador), 2 pontos , 9:16 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
...quem se mete com militares... Leva!
Também não te metes com os médicos.... é que se fores para uma sala de operações--- Morres!...
Este governo ataca em função das classes.
 
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    Re: SS, tem cuidado...    Ver comentário
Black-realista (seguir utilizador), 1 ponto , 9:33 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
    Re: SS, tem cuidado...    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 11:55 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
Santos Silva
ERA 2009 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:16 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
Trabalhadores, não se deixem iludir com estas palavras "mansinhas" do Ministro da Propaganda"
Ele não sabe fazer outra coisa !
Não se esqueçam de que Promessas leva-os o vento...
 
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    Re: Santos Silva    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 11:43 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
Ah Meu Deus !!!
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 11:34 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011

" ... ministro da Defesa Nacional justificou a extinção da Manutenção Militar e das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento com a procura de "uma solução mais ágil e mais moderna" e garantiu que da reestruturação "não decorrerá nenhum despedimento".

Como é que é? Extingue-se um serviço para ficar tudo na mesma... Ou melhor, quem fazer aquilo que as Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento supostamente faziam? E continua-ser com os empregados?

Vão terceirizar os serviços que, supostamente, era feito? Como consequência vão aumentar as despesas?

Ah me Deus!!! Não será mais uma sinecura para os amigos? Para os amigos do sistema ganharem uns cobre por fora?

Portugal não tem jeito, mesmo em época de crise... Eles não entregam as armas...

Porra, eu não agüento... Comissões para: submarinos, fragatas, helicópteros, tanques e agora até fardamento e outras quinquilharias.

E quem vai pagar a conta? É quem não pode fazer lóbi... PQP...
 
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Mas que tristeza, ele não pensa
Ficção (seguir utilizador), 1 ponto , 11:25 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
Mas quem é este senhor para garantir o que quer que seja? É preciso atrevimento e não ter noção da realidade, Da realidade dele e do país.
 
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    Re: Mas que tristeza, ele não pensa    Ver comentário
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos , 11:58 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
"NÃO MERECEM MAIS"
"LUAOUAKYARA" (seguir utilizador), 1 ponto , 13:01 | Quarta feira, 23 de fevereiro de 2011
Esta tropa cujas chefias deixam que tudo e mais alguma coisa lhes seja imposta não merece mais.

Merece ter os ministros que tem tido.
Merece as roubalheiras que por tabela lhe enxovalha o nome.
Merece que lhe tirem os sistemas de saúde e hospitais.
Merecem que não lhes deiam condições para desempenhar um bom serviço.
Merecem que o Povo não lhes ligue nenhuma.
Merecem que os seus ordenados vão sendo cada vez mais diminuídos em relação a situações similares.

A seguir vão ficar sem Messes e sem lugares de lazer para as famílias, como o parque de campismo de Lagos que bem aproveitado dá para encher os bolsos a 5 ou 6 gerações de faces ocultas e respetivas coelhas de estimação
Merecem que lhes continuem a dar PROZAC à conta de uns tachitos e de muito muito silêncio.
Um dia se o Povo põe travão à "coisa" lá vem eles juntar-se porque aí já são Povo de novo.
kácus
 
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Não produz: feche-se.
Motuproprio (seguir utilizador), 1 ponto , 18:29 | Quinta feira, 24 de fevereiro de 2011
A verdade é que estes "monos" de fábricas já tiveram os seus dias no tempo da Ditadura e da guerra em África. Estão obsoletas, não se produz, não há destino para a pequena produção e são verdadeiros ninhos de "camaradas", daí o PCP estar preocupado. Mas há mais empresas deste tipo de "mono": o Arsenal do Alfeite. O que mais se produz lá são pequenas coisas que são precisas em casa: os chamados "ganchos". Os tempos são outros e estas empresas não têm mais viabilidade e quem as paga somos nós todos. Nenhum país digno desse nome, alimenta semelhante coisa. Não produz, está desactualizado e fora da realidade: feche-se.
 
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