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David Cameron: "Vou trabalhar para uma posição menos onerosa para a Grã-Bretanha na União Europeia" (Telegraph)

Num artigo publicado no Telegraph, David Cameron analisou a relação entre o Reino Unido e a UE e como ela deve evoluir. Ele vê o Reino Unido como um interveniente activo na UE, mas não no caminho de uma maior integração. E considera a realização dum referendo quando for a hora certa.
David Cameron:
David Cameron: "É vital para o nosso país - para a força de nossa economia, para a saúde da nossa democracia e para a influência de nossa nação - encontrarmos o caminho certo para a nossa relação com a Europa. (...) O passado governo deveria ter realizado um referendo sobre o Tratado de Lisboa. Não o fizeram e por isso, este governo criou um compromisso de referendo para que nenhum governo possa voltar a transferir poderes da Grã-Bretanha para Bruxelas, sem antes perguntar o povo britânico.

A moeda única está a determinar um processo que vai levar os seus membros a darem cada vez mais passos em direcção a uma plena integração. (...) Nós mostrámos que não só podemos ficar de fora dessa integração, mas que também podemos sair das coisas - como os fundos de resgate - de que não gostamos. Na cimeira de sexta-feira, garantimos que as peças-chave da união do sistema bancário seriam feitas pelo Banco Central Europeu para os membros da zona euro e não para nós. Nós não vamos resgatar os bancos gregos ou portugueses, e os nossos bancos serão regulados pelo Banco da Inglaterra, e não pelo BCE. (...)

Vou continuar a trabalhar para uma posição diferente, mais flexível e menos onerosa para a Grã-Bretanha na UE."
fonte: David Cameron: We need to be clear about the best way of getting what is best for Britain | Telegraph

Opinião


Multimédia

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O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

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"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

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Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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O Cameron não sabe
O Cameron não sabe que a Europa está isolada.
ò Kamalearon a EU vai trabalhar q saias
ò Kamalearon a EU vai trabalhar para q saias , mudas de cor quando te convém , és a favor , quando não te convém és contra
Abaixo os camaleões , taxas de transacções financeiras já !
  E fica c/ a Ilha e a libra e nós libramo-nos de vocês e da Ilha
Para ilha a dar chatisses já temos a ilhota das bananas :)))!!!
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Edição Diária 17.Abr.2014

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