Brígida Mendes, líder da formação IAPMEI/Toinovate/2Win verificou na prática que gerir uma empresa não é tarefa fácil. E as finanças são muitas vezes o calcanhar de Aquiles das equipas do Global Management Challenge. Para esta participante as finanças de uma empresa refletem a sua eficiência no mercado e requerem uma atenção constante para se estar sempre atualizado em relação à concorrência.
Conta Brígida Mendes que apesar de na competição não estarem perante uma empresa real, as simulações de mercado eram bastante realistas e depararam-se com muitas variáveis e concorrência que lhes dificultaram as decisões. "A parte da compra de matéria-prima era sempre crítica, pois comprar em excesso seria um erro que nos poderia sair caro em termos de excedente de stock que não conseguíssemos vender e que poderia ficar obsoleto", salienta. Na sua atuação tentaram maximizar o trabalho dos recursos humanos em termos de produção, mas sempre tendo em atenção a sua satisfação profissional de modo a mantê-los na empresa. A cada decisão, explica Brígida Mendes, era sempre complicado analisar os motivos do aumento de produtos perdidos/destruídos e as decisões a tomar de modo a minimizar estes valores.
Para resolver as dificuldades a equipa IAPMEI/Toinovate/2Win focou-se todas as semanas nos pontos que poderiam ser melhorados, tentando estabelecer sempre um paralelo com situações reais que os pudessem auxiliar e permitissem uma distinção em relação à concorrência.