20 de dezembro de 2014
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Um pequeno "braço de ferro"

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Temos assistido, nas últimas semanas, a um pequeno "braço de ferro" entre uma série de entidades (Banco de Portugal, Comissão Europeia, OCDE, Conselho de Finanças Públicas, Eurofin) e o Governo português. Encontram-se em causa as previsões de crescimento económico e de défice do Orçamento do Estado para 2015.

 

 

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As contas das nossas empresas

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Os números que passo a comentar constam de uma base de dados que tem vindo a ser constituída, na Europa, sobre contas harmonizadas das empresas. Cobre, para já, apenas nove países (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Itália, Polónia, Portugal e República Checa), mas começa a revelar resultados muito interessantes, no que se refere às empresas portuguesas, em geral.

 

 

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A Grande Misericórdia

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A expressão foi utilizada por José Manuel Félix Ribeiro. No Porto, na passada quarta-feira, em privado, perante algumas dezenas de pessoas qualificadas, postas a pensar sobre Portugal. Obtida a necessária autorização, cito-o, com a admiração de sempre.

 

 

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Crescer? Sem Investir?

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Uma das questões mais relevantes a resolver por qualquer entidade pensante e atuante é a fixação de uma agenda: decidir sobre aquilo de que se ocupa, quando pensa, e age. Acontece o mesmo em Portugal. 

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A sobretaxa de IRS

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A decisão (condicionar a descida da sobretaxa ao comportamento da receita fiscal em 2015) pareceu-me uma solução equilibrada, mesmo se imaginativa.

 

 

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Campeões europeus

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Chamam-se Marco Freitas, Tiago Apolónia e João Monteiro. Acredito que, uma semana atrás, não fossem conhecidos por um em cada mil portugueses. Domingo passado, vestidos com uma "camisola das quinas", ao final da tarde, ganharam o campeonato europeu de ténis de mesa, "por equipas". Fizeram a felicidade e talvez mesmo o orgulho de muitos milhares de portugueses, para quem a sua vitória constituiu o acontecimento mais importante do final da semana, tão importante que justificou a presença do primeiro-ministro no Meo Arena, em Lisboa, apostando, primeiro, e celebrando, depois, a sua vitória.

 

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Não concordo

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Sigo com curiosidade e interesse a campanha para as eleições primárias do PS, em que não me sinto no direito de me envolver, de nenhum modo. A seu tempo, o PS propor-me-á um candidato a primeiro-ministro e eu votarei nele ou num dos seus concorrentes.

 

 

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Agora, faz mais sentido

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Recebemos informações. De várias fontes. De forma dispersa. Quando as juntamos, por vezes, "batem certo", fazem sentido. Outras vezes "não batem certo". Podemos até não reagir, não dizer nada, mas ficamos perplexos. Algumas dessas informações que nos vão chegando, e que nos têm criado maior perplexidade, referem-se ao PIB, ao emprego e ao desemprego.

 

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Política e economia

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A sociedade portuguesa encontra-se demasiado politizada. Exprimem-se, no espaço mediático, agentes políticos (Governo, oposição, partidos políticos, comentadores políticos, a começar por mim próprio, mesmo se a contragosto, sob pena do mais absoluto desinteresse sobre o que possa ter a dizer). Qualquer acontecimento, qualquer resultado apurado, torna-se imediatamente bom ou mau, em função dos votos, e do poder, que cada um tenta preservar, captar, influenciar.

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Iniciativa privada

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Se há tema que nos divide é o dos méritos, e deméritos, da iniciativa privada e da iniciativa pública. Preferem, alguns, a iniciativa pública. A propriedade coletiva das alavancas do crescimento económico e do bem-estar. A apropriação coletiva do lucro - que também pode ser feito desaparecer pela facilitação do acesso, a preços de custo, aos bens e serviços essenciais.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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