16 de setembro de 2014
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Agora, faz mais sentido

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Recebemos informações. De várias fontes. De forma dispersa. Quando as juntamos, por vezes, "batem certo", fazem sentido. Outras vezes "não batem certo". Podemos até não reagir, não dizer nada, mas ficamos perplexos. Algumas dessas informações que nos vão chegando, e que nos têm criado maior perplexidade, referem-se ao PIB, ao emprego e ao desemprego.

 

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Política e economia

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A sociedade portuguesa encontra-se demasiado politizada. Exprimem-se, no espaço mediático, agentes políticos (Governo, oposição, partidos políticos, comentadores políticos, a começar por mim próprio, mesmo se a contragosto, sob pena do mais absoluto desinteresse sobre o que possa ter a dizer). Qualquer acontecimento, qualquer resultado apurado, torna-se imediatamente bom ou mau, em função dos votos, e do poder, que cada um tenta preservar, captar, influenciar.

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Iniciativa privada

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Se há tema que nos divide é o dos méritos, e deméritos, da iniciativa privada e da iniciativa pública. Preferem, alguns, a iniciativa pública. A propriedade coletiva das alavancas do crescimento económico e do bem-estar. A apropriação coletiva do lucro - que também pode ser feito desaparecer pela facilitação do acesso, a preços de custo, aos bens e serviços essenciais.


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Crescimento económico

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Não sei se por educação, se por condição genética, tendo a adotar perante a vida e as suas coisas posições muito simples. Qualifico-as de binárias, sem que me choque o facto de outros as qualificarem de primárias.

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Estoy medio casado

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Tenho comigo, desde há muitos anos, um boné, de que não consigo separar-me. Foi-me oferecido por uns mexicanos, nos Estados Unidos. É de cor laranja. Diz, em letras gordas, "estoy medio casado". Gosto dele pelo humor (pelo desconcerto) - algo que nos ajuda a viver, lutando contra as agruras da vida, mas que nunca servirá para construir nada de sólido (pelo mesmo desconcerto em que se fundamenta).

 

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Preocupações na Economia

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A 'guerra' em que Portugal se encontra envolvido ganha-se, ou perde-se, na economia. Habituado, por dever de ofício, a segui-la de perto, sigo-a agora de forma muito mais apertada, atento a todos os sinais (pequenas variações, trimestrais, por vezes mensais, em que se torne possível antecipar, de forma mais segura, o que poderá estar para vir).

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Tempos de desânimo

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O dia 17 de maio passado foi-nos apresentado como o dia em que se iniciava uma nova esperança. Tinha, de facto, todas as condições para poder cumprir essa função. Aconteceu rigorosamente o contrário, por nossa única e exclusiva responsabilidade.

 

 

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BCE

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São conhecidas as dificuldades de crescimento económico da União Europeia, nomeadamente da área do euro. Portugal é um caso extremo, mas toda a área do euro padece do mesmo problema.

 

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Do uso e do abuso

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Morto o contrato coletivo, nem tudo pode morrer com ele, nomeadamente as "retribuições do trabalho". Não é fácil, em Portugal, separar o razoável do irrazoável.

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DEO

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Daniel Bessa - DEO
Daniel Bessa - DEO
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Edição Diária 17.Abr.2014

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