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Sebastião Salgado. "Somos uma espécie que não merece viver"

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Sebastião Salgado na exposição de "Génesis" em Paris

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"Génesis", a exposição que abre na Cordoaria Nacional a 10 de abril, é uma "declaração de amor à natureza" por Sebastião Salgado. Entrevistado por Jorge Calado em Paris, o grande fotógrafo brasileiro explica ao Expresso porquê. Para ler e ver na próxima edição da revista E.

Expresso E

Conheceram-se há quase 30 anos. O primeiro contacto entre Sebastião Salgado e Jorge Calado aconteceu em 1987, quando este havia sido encarregado pela Secretaria de Estado da Cultura de formar a Coleção Nacional de Fotografia.

28 anos depois, voltam a encontrar-se, desta vez no nordeste de Paris - à beira do canal Saint-Martin -, na casa de Sebastião Salgado que é também a sede da Amazonas Images, a agência que fundou em 1994 com a sua mulher, Lélia, depois de sair da Magnum. História dos bastidores de uma longa e intimista entrevista ao vivo, cara-a-cara.

Esta foi uma conversa "regada pelo rescendente café brasileiro Dutra (das matas de Minas Gerais), moído à mão numa máquina artesanal do tempo dos nossos avós", conta-nos Jorge Calado na entrevista a publicar na revista E, nas bancas no próximo sábado.

O Expresso apresenta-lhe já hoje um dos grandes formatos da revista - incluído na secção +E que já conquistou os leitores -. "Somos uma espécie que não merece viver", expressa Sebastião Salgado nesta edição muito especial