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Orpheu. Lisboa acolhe congresso internacional e CTT emitem dois selos

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Setenta conferências e especialistas de todo o mundo no Congresso Internacional Orpheu 100 anos, que se realiza entre os próximos dias 25 e 28, na Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém.

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Setenta conferências, especialistas de todo o mundo e os mais variados temas. O Congresso Internacional Orpheu 100 anos, que se realiza entre os próximos dias 25 e 28, na Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Cultural de Belém, vai ser um dos maiores e mais completos espaços de reflexão e debate sobre a revista Orpheu, o 'furacão' modernista que há 100 anos abanou a sociedade portuguesa.

Este congresso luso-brasileiro tem uma réplica em São Paulo no final de maio. A programação dos dois momentos do congresso internacional pode ser consultada aqui. A comissão organizadora em Portugal é presidida por Dionísio Vila Maior da Universidade de Coimbra, e dela também fazem parte - entre outros - Annabela Rita, José Eduardo Franco, Miguel Real e Giorgio de Marchis.

A abertura do congresso internacional que começa esta quarta-feira em Lisboa está a cargo de Arnaldo Saraiva. Os congressistas são recebidos terça-feira na Câmara de Lisboa; entre quarta e sexta-feira, os trabalhos vão decorrer na Fundação Gulbenkian. No sábado, no Centro Cultural de Belém, a conferência de encerramento está a cargo de Eduardo Lourenço.

Selos e comemorações na Casa Fernando Pessoa e BN

A Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, assinala o centenário da revista Orpheu, com um programa aberto ao público, de caráter transversal, com artes plásticas, 'performances' e leituras que começa esta quarta-feira.

Lugar para uma exposição de Pedro Proença "Os testamentos de Orpheu", que ocupará vários espaços da Casa Fernando Pessoa. Na exposição, o artista plástico Pedro Proença vai mostrar pinturas, cartazes e esculturas com textos, colagens e pequenos ensaios. 

A partir do próximo sábado e até ao dia 25 de abril, a Casa Fernando Pessoa levará a revista Orpheu aos cafés de Lisboa, através de atores, 'performers' e textos que evocam o espírito do grupo de fundadores e colaboradores.

Os CTT assinalam o centenário do Orpheu com a emissão de selos reproduzem as capas dos números da revista e o terceiro um quadro de Almada Negreiros.

Na Biblioteca Nacional pode ver-se a a mostra bibliográfica "Orpheu acabou. Orpheu continua".