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Cultura

Há dois novos lugares na lista de Património Mundial da UNESCO

Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete, na Colômbia

Jorge Mario Alvarez Arango HANDO

A cidade califal de Medina Azahara, nos arredores de Córdoba, em Espanha, e o Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete, na Colômbia, foram incluídos na lista de Património Mundial da UNESCO

A cidade califal de Medina Azahara, nos arredores de Córdoba, Espanha, e o Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete, na Colômbia, foram este domingo incluídos na Lista de Património Mundial da UNESCO, anunciou a organização em Manama, no Bahrein.

Sob a presidência da advogada e diplomata Haya Rashed Al-Khalifa, o Comité do Património Mundial da UNESCO incluiu na lista a única candidatura espanhola deste ano. A cidade andaluza completa assim quatro classificações de património mundial, após a Mesquita Catedral (1984) e o Casco Histórico (1992), considerados bens patrimoniais únicos no mundo, e os Pátios como património Imaterial da Humanidade (2012).

Já o Parque Nacional Natural Serranía de Chiribiquete está situado na região amazónica colombiana e é o maior do país, com 2,7 milhões de hectares e uma das áreas mais importantes do mundo em flora selvagem.

Medina Azahara de Córdoba, em Espanha

Medina Azahara de Córdoba, em Espanha

Salas

Em paralelo, a avaliação da candidatura franco-belga para a inscrição como Património Mundial da UNESCO de lugares funerários e memoriais da I Grande Guerra foi adiada para 2021, anunciou previamente a associação "Paisagens e locais de memória da Grande Guerra". "O adiamento não é devido a qualquer problema com o nosso processo, mas a uma questão temática, porque o tema memorial é novo", disse Marie-Madeleine Damien, secretária-geral da associação.

No sábado, os sítios cristãos clandestinos da região de Nagasaki, no Japão, onde comunidades missionárias ibéricas tiveram um papel determinante no século XVI, tinham sido já classificados Património Mundial pela organização. Na sexta-feira, dia do início da análise de novas candidaturas a património mundial, o Comité tinha já classificado lugares no Quénia, Omã e do maior oásis do mundo, na Arábia Saudita.