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As horas de Agustina

foto daniel rodrigues

A família assegura que não existirá nunca uma casa-museu Agustina Bessa Luís, a escritora viva na ausência. A sua obra está a ser reeditada, pretexto para uma reportagem sobre a vida e sobre a escrita de uma mulher invulgar

Ana Soromenho

Ana Soromenho

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Jornalista

Ana Cristina Leonardo

Ana Cristina Leonardo

opinião

Jornalista

Há um ritual diário. Agustina bebe uma taça de champanhe ao almoço e outra ao jantar, como se celebrasse cada dia. Ali perto, em cima de uma mesa, estão edições antigas dos seus livros, com cópias de manuscritos entaladas entre as folhas. A correspondência de uma vida inteira, nunca lida, e o arquivo privado da autora, um dos nomes maiores das letras portuguesas, fazem também parte da rotina. A memória do marido, o companheiro de sempre que morreu há poucos meses, está por toda a parte. A família assegura que não existirá nunca uma casa-museu Agustina Bessa Luís, a escritora viva na ausência.

A sua obra está a ser reeditada, pretexto para uma reportagem sobre a vida e sobre a escrita de uma mulher invulgar.

Leia o artigo nesta edição da revista E, disponível AQUI e nas bancas com o semanário