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Como a “Vogue” chegou aos 126 anos sem envelhecer

A revista de moda mais antiga do mundo continua a ser toda uma instituição. A sua sobrevivência está profundamente ligada à própria história da mulher ao longo do século XX

Primeira fotografia publicada numa capa da “Vogue”, da autoria de Edward Steichen, em 1932

Primeira fotografia publicada numa capa da “Vogue”, da autoria de Edward Steichen, em 1932

getty

Fundada em 1892, nasceu para ser feminina, invejável, sofisticada, exclusiva e upper class. Mas o tempo ditou que uma mulher mais descontraída, trabalhadora, pensante e pragmática entrasse nas suas páginas. Em 2017, a "Vogue" britânica deu o mote para que o mundo deixasse de ignorar o elefante dentro da sala, substituíndo a editora Alexandra Shulman, avessa à diversidade étnica - publicou 12 capas de mulheres negras em 25 anos e nenhuma entre 2002 e 2014 -, por Edward Enninful, o primeiro homem negro - e homossexual, e imigrante - à frente da revista. A história não anda para trás, e certamente a "Vogue" também não.

Leia mais na edição deste fim-de-semana da Revista E.