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O marxismo que há em nós

Apenas onze pessoas assistiram ao funeral de Karl Marx naquele dia frio de Março de 1883. Tinha 65 anos, uma vida inteira a tentar decifrar a suprema intriga. Dele se diz que era um filósofo subversivo, um economista que desenvolveu a “critica da economia política”, um historiador fascinado por possibilidades desconhecidas. Foi vítima de muitos dos seus discípulos, mesmo antes de na União Soviética ter vingado o regime estalinista e o seu pensamento ter sido esvaziado em nome de um ritual celebratório, mas mesmo assim a sua obra mudou o curso da História no século XX. Hoje até os mais cépticos parecem rendidos ao homem que nasceu há 200 anos. Somos todos marxistas? Francisco Louçã e Luciano Amaral dão-nos a resposta na edição da Revista E desta semana

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Leia AQUI o artigo publicado na edição semanal digital do Expresso.