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Direção-Geral do Património Cultural reage hoje à polémica do jantar no Panteão

A urna que transporta os restos mortais do Pantera Negra no Panteão Nacional

Tiago Miranda

O Expresso tentou contactar a diretora-geral do Património Cultura no sábado, que não estava disponível para prestar esclarecimentos por “se encontrar num evento”. Ao que o Expresso apurou, haverá reação pública este domingo

Paula Silva, diretora-geral do Património Cultural em funções desde janeiro de 2016, ainda não se pronunciou sobre a polémica que se instalou sábado sobre a utilização do Panteão Nacional para o jantar de encerramento do Web Summit, que ali decorreu na noite de sexta-feira. O Expresso apurou que ainda hoje a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) vai emitir um comunicado.

No sábado, o Ministério da Cultura avançou em comunicado que foi a DGCP que aprovou o evento. “O ministro da Cultura tomou hoje conhecimento da realização de um jantar no Panteão Nacional, facto que estranhou. Questionados os serviços, foi o ministro informado que a decisão foi tomada ao abrigo do Despacho 8356/2014, de 24 de junho de 2014, adotado pelo anterior Governo, que aprovou o Regulamento de Utilização dos Espaços sob tutela da Direção Geral do Património Cultural".

A DGCP está sob a tutela do Ministério da Cultura e trata-se de um organismo gerido por Paula Silva, a qual o Expresso tentou contactar no sábado mas sem sucesso: não estava disponível para prestar esclarecimentos por “se encontrar num evento”. O contacto do Expresso foi feito no sentido de saber por que motivo é que o jantar foi aprovado pela DGCP, tendo em conta que podia não tê-lo sido, e à luz de que critérios.