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Ator norte-americano Bill Paxton morre aos 61 anos

DANNY MOLOSHOK / REUTERS

Ator de “Alliens”, “Titanic” e “Apollo 13” faleceu na sequência de complicações decorrentes de uma cirurgia

“É com o coração pesado que partilhamos a notícia que Bill Paxton faleceu, na sequência de complicações da cirurgia”, declarou este domingo, em comunicado, a família do ator de “Alliens”, “Titanic” e “Apollo 13”. “Um marido e pai amado, Bill começou a sua carreira em Hollywood a trabalhar na direção de arte e continuou com uma carreira ilustre nas quatro décadas seguintes como um ator e realizador prolífico e apreciado.”

Foi desta forma que a família de Bill Paxton - a mulher Louise Newbury e os dois filhos - expressou o seu pesar na sequência da morte do ator de 61 anos, este sábado, decorrente de complicações de uma cirurgia cardíaca à qual tinha sido submetido recentemente. A notícia está a ser avançada pela TMZ.

Nascido no Texas em 1955, William Paxton (conhecido como Bill Paxton) foi viver para Los Angeles aos 18 anos, tendo-se estreado em 1975 com o filme “Crazy Mama”. Participaria em mais de 50 filmes, com destaque para as suas representações em “The Terminator” (1984), “Weird Science” (1985), “Aliens” (1986), “Near Dark” (1987), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997).

A sua estreia na realização teria lugar com o thriller “Frailty”, no qual entrava juntamente com Matthew McConaughey, e prosseguiria com o drama “The Greatest Game Ever Played”, co-realizado com Shia LaBeouf.

Destacar-se-ia ainda no pequeno ecrã, com a sua representação na série da HBO “Big Love”, pela qual seria nomeado para três Globos de Ouro, e em “Hatfields and McCoys”, pela qual recebeu um Emmy. Atualmente, integrava o elenco da série da CBS “Training Day”.

A sua morte evoca recordações junto de familiares, amigos e colegas, que sublinham o seu “talento, entusiasmo e energia”, segundo afirmou o ator Cary Elwes, que contracenou com Paxton em “Twister”.

“Engraçado, talentoso e adorado” (nas palavras de Jamie Lee Curtis, que contracenou com ele em “True Lies”, 1994) e “um dos melhores atores neste ramo” (Rob Lowe, da série televisiva “West Wing”) são algumas das características recordadas por aqueles que acompanharam de perto a sua carreira.