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Zeca, uma estética que era uma ética

Zeca Afonso, o eterno símbolo da liberdade

FOTO RUI OCHOA

Depoimentos. Há 30 anos que vivemos sem ele, há 30 anos que o continuamos a escutar. Faz esta quinta-feira três décadas de Portugal sem Zeca Afonso: Marcelo Rebelo de Sousa, Bagão Félix, Manuel Alegre, Marisa Liz, Maria do Céu Guerra (é dela o título ali em cima), Adolfo Luxúria Canibal, Pedro Ayres Magalhães, Vitorino e Ruben de Carvalho escrevem sobre um homem singular

Marcelo Rebelo de Sousa: “Testemunha da luta e de resistência”

Manuel Alegre: “Um provençal moderno”

Adolfo Luxúria Canibal: “O símbolo da liberdade”

Vitorino: “Um gajo porreiro, um amigo que faz falta”

Maria do Céu Guerra: “Zeca: Uma estética que era uma ética”

Pedro Ayres Magalhães: “O criador aventureiro”

Ruben de Carvalho: “Um firme balizar do tempo”

Bagão Félix: “Uma voz renascida em cada momento”

Marisa Liz: “A música como arma”