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“Os meus pensamentos estão com os que compraram bilhetes para AC/DC e vão acabar com o Axl Rose. Oremos”

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tiago pereira santos

Axl Rose foi polémico durante toda a vida e nunca pediu desculpa por isso: chamou “cancro” ao colega Slash, criticou publicamente quase toda a gente com quem trabalhou, recusou prémios e homenagens. A única coisa que sempre pareceu preciosa para Axl Rose foram os Guns, que fez questão de manter vivos quando ninguém acreditava que fosse possível. Agora, o dono de uma das vozes mais caristmáticas do rock está de volta em duas frentes: com os Guns versão clássica e com os novos AC/DC - e ninguém sabe se isto vai dar em casamento feliz ou em mais um divórcio violento

Está na hora de seguir em frente. As pessoas divorciam-se. A vida não vos deve um final feliz, especialmente se for à custa dos outros.” São palavras duras, mas a união entre as bandas de maior sucesso tem algumas semelhanças com os casamentos entre celebridades de Hollywood: ninguém sabe quanto vão durar, e toda a gente celebra efusivamente a cada ano que passa e eles continuam juntos.

Neste caso, as palavras duras são de Axl Rose, o homem que foi sempre o polémico vocalista dos Guns n' Roses (dos Guns pré-1997, de “November Rain” e “Sweet Child O'Mine”, mas também da estranha mutação que cantou e tocou no álbum “Chinese Democracy”) e agora passa a ser o ainda mais polémico vocalista dos AC/DC.

As novidades nesta fase da vida de Rose são muitas: só no fim de semana que passou, o vocalista fez a primeira aparição pública em grande ao lado dos Guns desde 1993 para tocar no festival de Coachella, na Califórnia, e tornou-se o substituto oficial de Brian Johnson, a voz de "Back in Black" que está parada devido a problemas auditivos, ao microfone dos AC/DC. O regresso aos palcos é excêntrico, como quase tudo em Axl: o cantor, que partiu o pé recentemente, canta agora sentado num trono que já foi usado para o mesmo efeito por Dave Ghrol, vocalista dos Foo Fighters, no ano passado.

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