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Vamos pedir-lhe dois minutos e 35 segundos (e esqueçam se o Jon Snow está vivo: onde está o Luke?)

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Há novo trailer do Star Wars. Repetimos: há novo trailer do Star Wars. Insistimos: há novo trailer do Star Wars. Elucidamos: isto é um momento de histeria. Antecipamos (e questionamos à modo Wally): onde está o Luke no trailer?

A espera acabou - pelo trailer, porque ainda há umas semanas (tantas, tantas) pela frente até vir o filme: a Disney (sim, são eles que agora produzem a saga) divulgou mais uns pozinhos de “Star Wars: The Force Awakens” - em português “Star Wars: O Despertar da Força”. Estreia em Portugal uma semana antes do Natal, a 17 de dezembro, e há uma mensagem do realizador J.J. Abrams a circular no Twitter pensada para todos nós – por mais diferentes que sejamos.

A mensagem do realizador é particularmente simbólica e relevante até pelo que sucedeu após o trailer ter sido divulgado. A aparição do ator negro John Boyega - caracterizado como um guerreiro Jedi - suscitou ondas de racismo, que culminaram com a criação da hashtag #BoycottStarWarsVII. Mas as respostas indignadas superaram o número de tweets racistas.

Outro fenómeno foi a hashtag #WheresLuke, que se refere à ausência de um dos protagonistas, Luke Skywalker, no trailer - ou ao homónimo ator que lhe dá vida, Mark Hamill.

“Star Wars: O Despertar da Força”, cuja ação decorre 30 anos depois de “O Regresso de Jedi”, marca o início de mais uma trilogia da saga galáctica. Enquanto dezembro não nos chega, há seis episódios para rever.