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António Tavares vence Prémio LeYa

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Angolano de 55 anos, vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, vence com o livro “O Coro dos Defuntos”

António Tavares nasceu no Lobito, em Angola, em 1960 e formou-se em Direito. Foijornalista e eleito vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz pelo PS.

Em 2013, recebeu uma menção honrosa no prémio Alves Redol, atribuído pela Câmara de Vila Franca de Xira, com a obra “O Tempo Adormeceu sob o Sol da Tarde” (não publicado). Nesse mesmo ano, foi finalista do Prémio LeYa com “As Palavras que me Deverão Guiar um Dia”.

António Tavares fundou o jornal “A Linha do Oeste” e coordenou a revista “Litorais”. Também escreveu peças de teatro (“Trilogia da Arte de Matar”; “Gémeos 6”; “O Menino Rei”), estudos e ensaios (“Redondo Júnior e o Teatro”; “Arquétipos e Mitos da Psicologia Social Figueirense”; “O Homem e o Escritor”).

O premiado foi seleccionado por um júri presidido por Manuel Alegre e composto pelos escritores Nuno Júdice, Pepetela e José Castello, e ainda por José Carlos Seabra Pereira (ensaísta e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), Lourenço do Rosário (reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo) e Rita Chaves (professora da Universidade de São Paulo). O anúncio foi feito esta manhã, em Alfragide, na sede do grupo editorial.

O Prémio LeYa foi criado em 2008 com o objetivo de distinguir um romance inédito escrito em português. Até hoje, o Prémio LeYa distinguiu os romances "O Rasto do Jaguar", de Murilo Carvalho (2008), "O Olho de Hertzog", de João Paulo Borges Coelho (2009), "O Teu Rosto Será o Último", de João Ricardo Pedro (2011), "Debaixo de Algum Céu", de Nuno Camarneiro (2012), "Uma Outra Voz", de Gabriela Ruivo Trindade (2013) e "O Meu Irmão", de Afonso Reis Cabral (2015).

António Tavares, que foi eleito por unanimidade, ganha 100 mil euros e terá direito à publicação do livro agora distinguido.