Os 13 opositores políticos que ainda estão presos recusam, na sua maioria, o exílio no estrangeiro ou uma libertação que seja condicional
Rolando Pujol/EPA
As "Damas de Branco
", mulheres de prisioneiros políticos, continuam à espera que o Governo de Raúl Castro
respeite a sua promessa e liberte os 13 últimos opositores de um grupo de 52 no fim do prazo de quatro meses anunciado pela Igreja católica.
A Igreja católica anunciou a 7 de julho a libertação de 52 prisioneiros políticos, vítimas da vaga de repressão de março 2003 num prazo máximo de quatro meses.
Trinta e nove deles foram libertados e enviados para o exílio em Espanha com a sua família, mas os 13 que faltam recusam, na sua maioria, o exílio no estrangeiro ou uma libertação que seja condicional.
A ilha deverá ainda contar com uma centena de prisioneiros políticos no fim da libertação prometida "dos 52", de acordo com a dissidência.