|
|
Ver 10, 20, 50 resultados por pág.
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 5 de maio de 2012
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sexta feira, 6 de abril de 2012
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 3 de março de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 4 de fevereiro de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 7 de janeiro de 2012
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
|
0:00 Sábado, 17 de dezembro de 2011
|
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 19 de novembro de 2011
|
Como é possível cada um de nós tomar decisões sobre a sua própria vida se for apenas detentor de parte da verdade?
Contava-me há dias a D. Fortunata que não tinha muito boa relação com os serviços de saúde: ora ele há coisas, exclamava ela! Viúva, sem filhos, sem irmãos vivos e com os sobrinhos a viver fora da aldeia onde reside, sempre se bastara a si mesma. Estivera internada umas semanas e o médico recusara explicar-lhe em pormenor o que consigo se passava, mas prontificara-se de imediato a fazê-lo aos sobrinhos. Quando lhe dissera que a ela e só a ela eram devidas explicações, chamara-lhe "filha", "minha querida", "meu amor" e adoptara uma atitude paternalista primeiro e de seguida evasiva. Só após muita insistência acabara por informá-la do diagnóstico e do prognóstico.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 22 de outubro de 2011
|
A Dª Renata está há cinco anos no lar. Considerando que a mãe tinha dor não controlada, a filha pediu uma segunda avaliação por um médico que não o da instituição. Lá chegado, este pediu para ver a doente: espanto das funcionárias. Que não, que a senhora não tinha dor. Que até está sempre bem disposta e a rir. Bom, bem vistas as coisas, alguém se lembrou que sim, que a doente se queixava quando fazia a higiene. Mas isso era normal, tinha um lado paralisado por causa da trombose de há três anos. Assim, para quê outra consulta?
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 24 de setembro de 2011
|
O Sr. João esteve há tempos na consulta do seu médico de família, com queixas que o incomodavam havia meses. Vinha protelando a consulta, mas a situação atingira contornos tais que lá a marcara. Veio com uma série de exames para fazer e alguns medicamentos para tomar. Quando mostrou os resultados o seu médico estava em férias e o clínico da consulta de recurso que o atendeu perguntou-lhe se não tinha também feito mais um exame. Que não, só os que lhe tinham requisitado. Uma breve consulta do programa informático e o tal exame não tinha realmente sido pedido. Saiu com nova requisição e outro receituário. Dois meses depois, ao mostrar ao seu médico o referido exame este estranhou o pedido, comentou que não o pediria, e voltou a prescrever novos medicamentos.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
Cristina Galvão (www.expresso.pt)
|
0:00 Sábado, 27 de agosto de 2011
|
Ter duas bitolas no pagamento a profissionais da mesma categoria e grupo profissional, que prestam serviço no mesmo centro de saúde e à mesma comunidade... é questionável.
Os dois são enfermeiros no mesmo centro de saúde (CS), e no domingo passado trabalharam ambos também. O João nos cuidados domiciliários, o Tiago na consulta do CS. A mesma população a cuidar, dois modelos diferentes de organização de serviços. (...) No final do mês, por esse dia de trabalho o enfermeiro Tiago vai receber horas extraordinárias, o enfermeiro João nem mais um cêntimo.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|
|
|
|
|
|
Ver 10, 20, 50 resultados por pág.
|
|
|