24/05/2012 atualizado às 20:12
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Criado Instituto Português de Energia Solar

Contribuir para uma política energética que reconheça o potencial da energia solar, área que se propõe investigar e desenvolver, é um dos objetivos do IPES, que funcionará sob a alçada da Universidade de Évora.

17:10 Terça feira, 31 de janeiro de 2012

Foi hoje oficialmente criado o Instituto Português de Energia Solar (IPES), organismo que pretende contribuir para a projeção e o desenvolvimento deste sector no país. O Instituto é um projeto da Universidade de Évora (UE) em conjunto com outras entidades e visa impulsionar atividades de investigação e desenvolvimento relacionadas com a temática da energia solar, bem como proporcionar projeção e orientação estratégica à mesma indústria.

Segundo Manuel Collares Pereira, diretor do IPES, no que toca às energias renováveis, a energia solar é aquela que "tem maior potencial de utilização", embora "infelizmente" seja precisamente a "que ainda não estamos a explorar a fundo". "Nós temos, de facto, uma situação privilegiada nesta área do solar e temos competências. O solar vai desenvolver-se no mundo inteiro e há uma oportunidade excelente para o país", frisou à agência Lusa o também titular da Cátedra BES - Energias Renováveis da UE.

Collares Pereira acrescentou que o Instituto quer mais atenção do Governo para o sector. "É preciso ajudar o Governo a definir uma política energética que dê espaço para estas tecnologias" da energia solar, defendeu, para explicar que o IPES pretende dar o seu contributo, nomeadamente, propondo ao Governo ideias concretas que, na prática, impulsionem essa indústria.

Fomentar novos produtos


O IPES, cuja escritura pública de constituição foi hoje assinada, é liderado pela Universidade de Évora, que possui 27% do capital inicial, que ronda os 60 mil euros. O organismo integra mais 19 associados fundadores, entre instituições de investigação científica e empresas ligadas à área, mas está disponível para agregar todas as entidades nacionais que estejam interessadas.

O diretor do instituto sublinhou que, através desta parceria, a ideia é fomentar "novos produtos, novas maneiras de explorar tecnologia que existe, eventualmente, até novas tecnologias e provocar oportunidades para haver demonstrações tecnológicas". "Se eu quiser ser exportador de uma tecnologia, se eu próprio não for utilizador dela, tenho pouca credibilidade quando quiser convencer os outros, de outros países, a fazerem o mesmo. Portanto, tudo isso tem que ser desenvolvido", sustentou.

A energia solar tem inúmeras aplicações, para além do fotovoltaico, realçou, exemplificando que pode ser utilizada para aquecimento e climatização na indústria ou para fazer combustíveis, o que tem impacto nos transportes, mas isso exige "mais investigação", que o IPES quer estimular. "Existem muitas competências nesta área no país e é bom poder juntá-las e potenciar uma indústria que seja capaz de exportar, quer conhecimentos, quer tecnologia, quer mesmo equipamentos", garantiu.

Mafalda Ganhão (www.expresso.pt)Lusa
Palavras-chave  energia solar, renováveis
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BASTA DE GASTAR O DINHEIRO DE QUEM TRABALHA!
C$ (seguir utilizador), 1 ponto , 17:57 | Terça feira, 31 de janeiro
Maisi uma instituição para consumir os dinheiros dos impostos e para empatar e burocratizar quem quer trabalhar e produzir!
 
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Uma boa notícia
JoséPinto73 (seguir utilizador), 1 ponto , 17:58 | Terça feira, 31 de janeiro
O potencial de energia solar térmica está muito pouco explorado, já temos a tecnologia e capacidade de fabrico.
O importante é não deder à "tentação" de começar a despejar subsídios públicos apra cima dessa àrea, como com as eólicas etc.

 
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mais um director e mais um instituto...para quê?
Carvalho74 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:48 | Terça feira, 31 de janeiro
Um bom exemplo da mentalidade retrogada do nosso país. para quê reinventar a roda? Para quê mais um instituto para esbanjar os dinheiros públicos. Este sr. director não disse nada que eu e milhões de portugueses já não saibam. o que é preciso e reduzir o iva dos painéis solares, permitir que os custos possam ser deduzidos no irs e aproveitar a tecnologia já existente. deixo um pedido ao expresso. por favor investiguem quanto é que este instituto vai custar, quanto é que este sr. director vai ganhar... Já chega de ideias absurdas.
 
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Mas sem subsídios, sff
Roller (seguir utilizador), 1 ponto , 19:16 | Terça feira, 31 de janeiro
Nem mais um só subsídio que seja! Chega. Não podemos.
 
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Boa.
mulacocha (seguir utilizador), 1 ponto , 23:24 | Terça feira, 31 de janeiro
Para quem achava que havia demasiados institutos e fundações e que prometeu acabar com essa "mafia",não está mál. mais ridiculo do que este só o novissimo intituto da móda...outro para ocupar a rapaziada (boys),avidos de dinheiro. e como somos um pais de frouxos teremos que aceitar.eles têm a maioria dos votos da borrregada...lamentavelmente..
 
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