A Comunidade dos Países de língua Portuguesa (CPLP) está "muito preocupada" com a segurança do primeiro ministro e do presidente da República guineenses, mas rejeita o envio de uma força de interposição, disse hoje em Bissau o secretário executivo da organização.
Domingos Simões Pereira falava à imprensa à saída de um encontro com o primeiro ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, no quadro da presença no país de uma missão avançada CPLP.
Esta missão, que integra ainda os embaixadores de Portugal, Brasil e Angola, está na Guiné-Bissau para ajudar as autoridades guineenses a normalizar a situação depois da intervenção militar do passado dia 01.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Nota da Direcção do Expresso