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Corte na Função Pública é feito às cegas

As cautelas do ministro da Economia, a diminuição do número de funcionários públicos e a fraca liquidez da bolsa de Lisboa na análise de Elisabete Tavares, jornalista do Expresso/Exame, no Jornal de Economia da SIC Notícias


Opinião


Multimédia

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.


Comentários 31 Comentar
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Os cortes
Nunca afectam o poder central nem os mimosos da AR, portanto tudo o qu se diga é demagogia.
Quem paga a crise é sepre o povo trabalhador e nunca a classe dos ditos democratas.
Re: Os cortes
Re: Os cortes
Re: Os cortes
Re: Os cortes
ESTADO
Se continuarem a reduzir na função pública e não reduzirem a missão do Estado só vão sobrecarregar mais os funcionários que estão ao serviço e, consequentemente, aumentar mais ainda a sua demotivação e piorar o seu desempenho ...
Re: ESTADO
Re: ESTADO
Piorar o desempenho dos fps?
Os cortes e os comentários
Os cortes e os comentários fazem-se e poucos percebem quer de uma coisa quer de outra.
Os cortes de funcionários fazem-se mas tirando algumas ajudas que a tecnologia dá os serviços estão lá para se fazerem. Depois queixam-se de que não há vigilância dos alimentos e coisa e tal.
Os cortes de funcionários fazem-se mas os custos não diminuem porque se contrata outsoursing que sai muito mais caro.
Os cortes de funcionários fazem-se e depois não há quem pague impostos e faça descontos porque sem funcionários é só esquemas de contabilidade.
Comentários também há muito quem faça. Comentar é fácil e "governar" também.
E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Passos decidiu – mal, na minha opinião – dar ouvidos aos apologistas que o obre povo precisa de “esperança”. Personagens auto-denominadas elites, adoram considerar a ralé como povo carente de palavra amiga. E Passos foi na conversa.

“Conversa” dos que defendem haver muito a mudar… nos outros. Mexam em Fundação do seu coração e ai que é crime cultural; extingam Tribunal e ai que é crime civilizacional; despeçam sem olhar a quem e ai que é corte às cegas; selecionem os despedimentos e ai que é discriminação.

Cortar aos dependentes do Estado é inconstitucional; cortar a todos é estupidez… mas cortar é necessário: Como fazer? Bem, é melhor não fazer, apesar de ser preciso fazer…

Razão porque nunca peço fatura. Porque se uma empresa ou empresário se “aproveita” da oportunidade, limita-se a isso: oportunidade que, como tal, poderá não ter continuidade. Se for obtida pelo Estado, a “oportunidade” passa a Direito… constitucional.

  Tal como um toxicodependente só pensa na cura, na impossibilidade de obter droga; o Estado só se “cura”, na impossibilidade de obter dinheiro. Não acredito na propalada história: “se todos pagarem, todos pagam menos”. Mais receita, mais despesa criativa. Todos concordam com abolição de mordomias. Mas se todos concordam, porque existiam? Por uma simples e única razão: haver dinheiro para as proporcionar. Ora se havia dinheiro a “sobrar”, a outra opção seria reduzir impostos…

Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: Nem todos os cortes são cegos!
Re: Nem todos os cortes são cegos!
Desde que seja feito...
... por mim é indiferente. Apenas peço que comecem por cima.
Re: Desde que seja feito...
Nada de novo
Até este jornal é feito às cegas.
Tudo o que for cortar nesta corja...
É ganho para nós, pagantes.

Por mim, era fácil. O que o estado e companhia gastava em 1973 (actualizado em termos nominais) seria o limite para gastar. Se há muitos "aposentados" com mesadas milionárias aos conquenta e tal anos, paciência. Corta! Gostava de saber por que carga d'água os fps têm direitos adquiridos e nós, os outros, temos deveres adquiridos...
Mas
Qual é a diferença entre o corte às cegas e o corte às claras? A diferença está na bandalheira comunista do PS, está tudo muito bem como está, um país arruinado.
Desculpem, mas..
Não sei muito bem onde vão buscar estas "estatísticas" mas Portugal tem CLARAMENTE excesso de funcionários públicos, não entendo como vem esta senhora dizer que ao reduzir em 2% vamos ter falta.
Mais do que zero para si já é excesso
Re: Mais do que zero para si já é excesso
Parem com as mentiras
O sistema monetario actual funciona a base de divida, nao como um a casa de familiar. Os bancos criam dinheiro com a divida, 97% do dinheiro em cicurlacao no mundo, nao pass a de divida.
Sempre que o banco faz um empretimo ele contabiliza como passando esse dinheiro, ma is eles USA ele pseudo dinheiro para fazer ma is emprestimos que por sua vez Sao contabilizados como ma is dinheiro no banco.
Tentar cortar com divida, significant cortar com o dinheiro existent NA economia, out se a recessao e miseria para o povo!
Feito às cegas?
Nao me parece. Entao se o numero de funcionários publicos tem diminuido mas o salario médio tem aumentado, isto significa que apenas os menos-de-mil-euristas sao de alguma forma afastados.
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