23 de abril de 2014 às 15:41
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Corte na Função Pública é feito às cegas

As cautelas do ministro da Economia, a diminuição do número de funcionários públicos e a fraca liquidez da bolsa de Lisboa na análise de Elisabete Tavares, jornalista do Expresso/Exame, no Jornal de Economia da SIC Notícias

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Os cortes
Nunca afectam o poder central nem os mimosos da AR, portanto tudo o qu se diga é demagogia.
Quem paga a crise é sepre o povo trabalhador e nunca a classe dos ditos democratas.
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ESTADO
Se continuarem a reduzir na função pública e não reduzirem a missão do Estado só vão sobrecarregar mais os funcionários que estão ao serviço e, consequentemente, aumentar mais ainda a sua demotivação e piorar o seu desempenho ...
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Piorar o desempenho dos fps? Ver comentário
Os cortes e os comentários
Os cortes e os comentários fazem-se e poucos percebem quer de uma coisa quer de outra.
Os cortes de funcionários fazem-se mas tirando algumas ajudas que a tecnologia dá os serviços estão lá para se fazerem. Depois queixam-se de que não há vigilância dos alimentos e coisa e tal.
Os cortes de funcionários fazem-se mas os custos não diminuem porque se contrata outsoursing que sai muito mais caro.
Os cortes de funcionários fazem-se e depois não há quem pague impostos e faça descontos porque sem funcionários é só esquemas de contabilidade.
Comentários também há muito quem faça. Comentar é fácil e "governar" também.
E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Passos decidiu – mal, na minha opinião – dar ouvidos aos apologistas que o obre povo precisa de “esperança”. Personagens auto-denominadas elites, adoram considerar a ralé como povo carente de palavra amiga. E Passos foi na conversa.

“Conversa” dos que defendem haver muito a mudar… nos outros. Mexam em Fundação do seu coração e ai que é crime cultural; extingam Tribunal e ai que é crime civilizacional; despeçam sem olhar a quem e ai que é corte às cegas; selecionem os despedimentos e ai que é discriminação.

Cortar aos dependentes do Estado é inconstitucional; cortar a todos é estupidez… mas cortar é necessário: Como fazer? Bem, é melhor não fazer, apesar de ser preciso fazer…

Razão porque nunca peço fatura. Porque se uma empresa ou empresário se “aproveita” da oportunidade, limita-se a isso: oportunidade que, como tal, poderá não ter continuidade. Se for obtida pelo Estado, a “oportunidade” passa a Direito… constitucional.

  Tal como um toxicodependente só pensa na cura, na impossibilidade de obter droga; o Estado só se “cura”, na impossibilidade de obter dinheiro. Não acredito na propalada história: “se todos pagarem, todos pagam menos”. Mais receita, mais despesa criativa. Todos concordam com abolição de mordomias. Mas se todos concordam, porque existiam? Por uma simples e única razão: haver dinheiro para as proporcionar. Ora se havia dinheiro a “sobrar”, a outra opção seria reduzir impostos…

Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz Ver comentário
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Re: Nem todos os cortes são cegos! Ver comentário
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Desde que seja feito...
... por mim é indiferente. Apenas peço que comecem por cima.
Re: Desde que seja feito... Ver comentário
Nada de novo
Até este jornal é feito às cegas.
Tudo o que for cortar nesta corja...
É ganho para nós, pagantes.

Por mim, era fácil. O que o estado e companhia gastava em 1973 (actualizado em termos nominais) seria o limite para gastar. Se há muitos "aposentados" com mesadas milionárias aos conquenta e tal anos, paciência. Corta! Gostava de saber por que carga d'água os fps têm direitos adquiridos e nós, os outros, temos deveres adquiridos...
Mas
Qual é a diferença entre o corte às cegas e o corte às claras? A diferença está na bandalheira comunista do PS, está tudo muito bem como está, um país arruinado.
Desculpem, mas..
Não sei muito bem onde vão buscar estas "estatísticas" mas Portugal tem CLARAMENTE excesso de funcionários públicos, não entendo como vem esta senhora dizer que ao reduzir em 2% vamos ter falta.
Mais do que zero para si já é excesso Ver comentário
Re: Mais do que zero para si já é excesso Ver comentário
Parem com as mentiras
O sistema monetario actual funciona a base de divida, nao como um a casa de familiar. Os bancos criam dinheiro com a divida, 97% do dinheiro em cicurlacao no mundo, nao pass a de divida.
Sempre que o banco faz um empretimo ele contabiliza como passando esse dinheiro, ma is eles USA ele pseudo dinheiro para fazer ma is emprestimos que por sua vez Sao contabilizados como ma is dinheiro no banco.
Tentar cortar com divida, significant cortar com o dinheiro existent NA economia, out se a recessao e miseria para o povo!
Feito às cegas?
Nao me parece. Entao se o numero de funcionários publicos tem diminuido mas o salario médio tem aumentado, isto significa que apenas os menos-de-mil-euristas sao de alguma forma afastados.
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