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Corte na Função Pública é feito às cegas

As cautelas do ministro da Economia, a diminuição do número de funcionários públicos e a fraca liquidez da bolsa de Lisboa na análise de Elisabete Tavares, jornalista do Expresso/Exame, no Jornal de Economia da SIC Notícias


Opinião


Multimédia

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.

Ó Capitão! meu Capitão! ergue-te e ouve os sinos

Ele foi a nossa ama... desajeitada. Ele foi o professor que nos inspirou no liceu. Ele trouxe alegria, mesmo nas alturas mais difíceis. Ele indicou-nos o caminho na faculdade. Ele ensinou-nos a manter a postura, mas também a quebrar preconceitos. Ele ensinou-nos que a vida é para ser aproveitada a cada instante. Ó capitão, meu capitão, crescemos contigo e vamos ter de envelhecer sem ti. 

Crumble. A sobremesa mais fácil do mundo

Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida, especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


Comentários 31 Comentar
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Os cortes
Nunca afectam o poder central nem os mimosos da AR, portanto tudo o qu se diga é demagogia.
Quem paga a crise é sepre o povo trabalhador e nunca a classe dos ditos democratas.
Re: Os cortes
Re: Os cortes
Re: Os cortes
Re: Os cortes
ESTADO
Se continuarem a reduzir na função pública e não reduzirem a missão do Estado só vão sobrecarregar mais os funcionários que estão ao serviço e, consequentemente, aumentar mais ainda a sua demotivação e piorar o seu desempenho ...
Re: ESTADO
Re: ESTADO
Piorar o desempenho dos fps?
Os cortes e os comentários
Os cortes e os comentários fazem-se e poucos percebem quer de uma coisa quer de outra.
Os cortes de funcionários fazem-se mas tirando algumas ajudas que a tecnologia dá os serviços estão lá para se fazerem. Depois queixam-se de que não há vigilância dos alimentos e coisa e tal.
Os cortes de funcionários fazem-se mas os custos não diminuem porque se contrata outsoursing que sai muito mais caro.
Os cortes de funcionários fazem-se e depois não há quem pague impostos e faça descontos porque sem funcionários é só esquemas de contabilidade.
Comentários também há muito quem faça. Comentar é fácil e "governar" também.
E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Passos decidiu – mal, na minha opinião – dar ouvidos aos apologistas que o obre povo precisa de “esperança”. Personagens auto-denominadas elites, adoram considerar a ralé como povo carente de palavra amiga. E Passos foi na conversa.

“Conversa” dos que defendem haver muito a mudar… nos outros. Mexam em Fundação do seu coração e ai que é crime cultural; extingam Tribunal e ai que é crime civilizacional; despeçam sem olhar a quem e ai que é corte às cegas; selecionem os despedimentos e ai que é discriminação.

Cortar aos dependentes do Estado é inconstitucional; cortar a todos é estupidez… mas cortar é necessário: Como fazer? Bem, é melhor não fazer, apesar de ser preciso fazer…

Razão porque nunca peço fatura. Porque se uma empresa ou empresário se “aproveita” da oportunidade, limita-se a isso: oportunidade que, como tal, poderá não ter continuidade. Se for obtida pelo Estado, a “oportunidade” passa a Direito… constitucional.

  Tal como um toxicodependente só pensa na cura, na impossibilidade de obter droga; o Estado só se “cura”, na impossibilidade de obter dinheiro. Não acredito na propalada história: “se todos pagarem, todos pagam menos”. Mais receita, mais despesa criativa. Todos concordam com abolição de mordomias. Mas se todos concordam, porque existiam? Por uma simples e única razão: haver dinheiro para as proporcionar. Ora se havia dinheiro a “sobrar”, a outra opção seria reduzir impostos…

Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: E lá muito no fundo… surgirá ténue luz
Re: Nem todos os cortes são cegos!
Re: Nem todos os cortes são cegos!
Desde que seja feito...
... por mim é indiferente. Apenas peço que comecem por cima.
Re: Desde que seja feito...
Nada de novo
Até este jornal é feito às cegas.
Tudo o que for cortar nesta corja...
É ganho para nós, pagantes.

Por mim, era fácil. O que o estado e companhia gastava em 1973 (actualizado em termos nominais) seria o limite para gastar. Se há muitos "aposentados" com mesadas milionárias aos conquenta e tal anos, paciência. Corta! Gostava de saber por que carga d'água os fps têm direitos adquiridos e nós, os outros, temos deveres adquiridos...
Mas
Qual é a diferença entre o corte às cegas e o corte às claras? A diferença está na bandalheira comunista do PS, está tudo muito bem como está, um país arruinado.
Desculpem, mas..
Não sei muito bem onde vão buscar estas "estatísticas" mas Portugal tem CLARAMENTE excesso de funcionários públicos, não entendo como vem esta senhora dizer que ao reduzir em 2% vamos ter falta.
Mais do que zero para si já é excesso
Re: Mais do que zero para si já é excesso
Parem com as mentiras
O sistema monetario actual funciona a base de divida, nao como um a casa de familiar. Os bancos criam dinheiro com a divida, 97% do dinheiro em cicurlacao no mundo, nao pass a de divida.
Sempre que o banco faz um empretimo ele contabiliza como passando esse dinheiro, ma is eles USA ele pseudo dinheiro para fazer ma is emprestimos que por sua vez Sao contabilizados como ma is dinheiro no banco.
Tentar cortar com divida, significant cortar com o dinheiro existent NA economia, out se a recessao e miseria para o povo!
Feito às cegas?
Nao me parece. Entao se o numero de funcionários publicos tem diminuido mas o salario médio tem aumentado, isto significa que apenas os menos-de-mil-euristas sao de alguma forma afastados.
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