24 de maio de 2013 às 8:55
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Consumidor já paga custos da supervisão dos serviços de gás e eletricidade

O Ministério da Economia diz que o consumidor já paga os custos de supervisão e fiscalização das concessões de gás e eletricidade, portanto, haverá "zero" de aumento.
J. F. Palma-Ferreira (www.expresso.pt)

O Governo está a preparar um pacote legislativo para tornar mais transparentes as fatura do fornecimento de gás e eletricidade, com o objetivo de curtar custos indevidos e não de sobrecarregar as contas dos consumidores, segundo disse ao Expresso um assessor do Ministério da Economia.

O "pacote" vai obrigar à desagregação de todos os valores pagos com as auditorias, supervisão e fiscalização das concessões de serviços de gás e eletricidade, "para que se possa controlar todos os custos que são colocados neste bolo que é pago pelo consumidor", explicou a mesma fonte.

"Todos esses custos, que são pagos pelo consumidor, vão ser mais transparentes porque vão passar a ser descriminados e isso possibilitará a eliminação de parcelas desnecessárias que eventualmente aí sejam incluídas", referiu a fonte governamental.

"Futuramente todos os trabalhos de auditoria, consultoria, fiscalização e supervisão de concessões na áreas da energia terão de ser previamente autorizadas e isso permitirá, inclusivamente, reduzir o valor global destes custos", explica.

Comentários 19 Comentar
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O que vos digo
É que me está a sair muito caro em ser português!
A malta Paga! Paga! Paga! Paga! E só tem que PAGAR Ver comentário
Re: A malta Paga! Paga! Paga! Paga! E só tem que P Ver comentário
SONDAGEM: E VOCÊ ? ... ACREDITA NO GOVERNO ? ...
- A pergunta foi colocada a 48 pessoas ...

- 47 disseram que "Sim" e uma pessoa disse "Às vezes" ...

Metodologia

- Universo do estudo: O Universo deste estudo é constituído por indivíduos de ambos os sexos com
idade igual ou superior a 18 anos ... e que desempenham funções de 1º Ministro, Ministro e secretário de Estado ...

Ora se o Governo é o 1º Ministro mais 11 Ministros ... e se os secretários de Estado são 36 ... a margem de erro da sondagem é Zero ...

Embora haja um Governante que respondeu ... "Ás vezes" ...
QUASE QUASE 100% ACREDITAM NO GOVERNO Ver comentário
Qual o impacto médio numa factura da EDP ?
de por exemplo 50€ ? Seria útil saber...digamos seria mais transparente. Bastaria aos autores do post fazerem umas continhas se é que têm informação para isso.
O q é facto é q a factura da EDP é muito pouco transparente porque o que a parcela q consumidor paga relativa ao fornecimento exclusivo de electricidade tem pouco ou nada a haver com a realidade.
Paga a taxa de radiodifusão, paga uma parcela relativa à compensação pelo investimento nas energias renováveis e vai pagar agora mais outra taxa pela regulação e supervisão.
Quem me dera ser CEO de uma empresa monopolista do mercado, que tem até poder para pressionar a demissão de um secretário de estado da economia/energia quendo este tinha a intenção de ir bem mais longe na questão das rendas excessivas pagas à EDP pelo investimento em renováveis. Um CEO numa empresa destas, que impóe preços, que não tem praticamente concorrência no mercado - a pouca q tem é pura e simplesmente para lá de marginal - que se impõe até ao interesse público e faz dos governantes da tutela, suas marionestes !
!
Já me tinha parecido que o consumidor já deveria pagar.. Mas há alguma coisa que o consumidor não pague na factura da electrecidade? Por isso é que depois dão 3 milhões ao mexia por ter ultrapassado os objectivos. Vá para uma empresa privada e tente ultrapassar os objectivos! Uma completa vergonha o que se passa neste cantinho à beira mar plantado. Se o governo está a preparar um pacote de legislação não se esqueça de expurgar o valor que vai para a TV para sustentar golosos. Eu tenho TV paga e não preciso de pagar duas vezes. Canais públicos só dois como nos tempos do fascismo. Em Espanha e França são às dezenas.
O regresso do candeeiro a petróleo 60 anos depois
Viver no presente à luz do candeeiro a petróleo

“Não vejo nenhuma luzinha ao fundo do túnel”, diz Carlos Silva ao descrever a crise que afecta a sua clientela

Que Portugal é um dos países mais desiguais da Europa já se sabia. Que a crise está a agravar o fosso entre ricos e pobres também se sabe pelas estatísticas.

O que opinion makers e decisores devem desconhecer é que muitos dos seus concidadãos, esmagados pelo tarifário energético, estão a regressar a métodos ancestrais para cozinhar e dispor de iluminação doméstica.

O candeeiro a petróleo caiu em desuso nos anos 60 em Portugal, mesmo nas aldeias mais remotas, onde a electricidade foi um luxo que tardou a chegar. Em pleno século xxi, com o agravamento da crise económica, o candeeiro a petróleo regressa em força a muitos lares portugueses, principalmente nas zonas suburbanas do país.

No centro de Oeiras, por exemplo, a casa Higino & Fragoso, fundada em 1937, já conheceu melhores dias. Os efeitos da crise sentem-se com dureza. Da espingardaria aos cartuchos de caça, passando por artigos de higiene pessoal ou utensílios domésticos, tudo ali se pode encontrar, nomeadamente antigas marcas portuguesas que o consumidor já tem dificuldade em ver na esmagadora maioria das casas comerciais.

Carlos Silva trabalha atrás do balcão desta casa, no coração de Oeiras, há 32 anos e conhece muitos moradores do centro da vila pelo primeiro nome.

...

goo.gl/y9ZJ1

E quando é que começa a haver concorrência?
E concorrência a sério, vamos ter? Ou vamos ficar-nos pelas actuais ofertas ridiculas de meia dúzia de euros durante uns meses?
Re: E quando é que começa a haver concorrência? Ver comentário
Mas alguem acredita neste gangue!!!!!!
De certeza que vao aumentar ,porque este gangue nunca cumpre o que promete
O RAPAZOLA PROMETEU QUE NAO ME ROUBAVA OS SUBSIDIOS ,ACREDITEI E LA FOI A CARTEIRA COM OS SUBSIDIOS...
MENTIROSOS
Re: Mas alguem acredita neste gangue!!!!!! Ver comentário
País para atrasados mentais.
Se eu contasse as vezes que li essa notícia, divulgada pelos diversos clubes que passam pelo poder em Portugal ao longo dos anos, seria um número por volta de 9999999999.....

Até quando Portugal vai ser um país para atrasados mentais.

...
Re: País para atrasados mentais. Ver comentário
Curtar???


E porque não "curtar costos"? Ficava mais engraçado! :))

A sério que não quero ser um compulsivo da correcção ortográfica, até porque já cá temos bastantes no Expresso online, mas... a sério... nem sequer se pode dizer que é uma gralha, a não ser que o jornalista tenha uma mão tipo atalocha e dedos a condizer.

Licenciatura em jornalismo
Parece-me que J.F. Palma-Ferreira tirou o curso de jornalista por equivalências. Pena que a língua portuguesa não fizesse parte.

Como é possível que num texto tão pequeno haja 2 erros de ortografia?

"... objetivo de curtar custos ..."
Não quererá dizer cortar? É que quando se corta, corta-se e não curta-se.

"...vão passar a ser descriminados..."
Não quererá dizer discriminados?. É que quando se discrimina, relaciona-se, lista-se e não se descrimina (tirar crime).

Vamos lá corrigir isso e, de castigo, escrever 10 vezes estas duas palavras.

Quem parte e reparte...
e não fica com a melhor parte....
"Espertalhaços..."
De há alguns anos a esta parte, os rapazinhos "feitos" nas "madrassas" dos partidos, encontraram a melhor forma de irem sucessivamente criando condições para a "sua (deles) sustentabilidade financeira", sem que tal resulte de qualquer esforço adicional da parte desses senhores. Está provado que tal esforço é para o cidadão comum e não para a classe política... Assim e sem que os consumidores notem, paulatinamente foram introduzindo custos sobre custos nas faturas dos serviços prestados (gás, eletricidade e outros...). Tudo em nome de um boa gestão segundo a sua ótica.
Portugal encontra-se numa encruzilhada de valores, não apenas aqueles que pagamos em tais faturas, mas fundamentalmente numa encruzilhada de valores éticos e morais, autenticamente assassinados por duas gerações de políticos, que aos interesses do país, ou dos da maioria dos cidadãos sobrepõem os seus interesses, moldados no âmbito de uma Assembleia da República onde, segundo Paulo Morais, os interesses económicos e financeiros dos particulares se sobrepõem diariamente aos interesses de Portugal. Pelos vistos assim é e continuará a ser, até um dia. Depois, bom, depois não se lamentem, porque a democracia a sério tem um preço, sobretudo para os que com ela brincam.
Profundamente injusto!
É profundamente injusto que os comsunidores paguem os serviços do regulador pois este, na prática, não passa de um empregado da EDP.
Aliás, não é só o regulador que é empregado da EDP, o próprio governo não passa de uma empresa assalariada da EDP - que o diga o ex-secretário de estado da energia!
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