28 de novembro de 2014
Página Inicial   >  Opinião  >   Comendador Marques de Correia - Cartas Abertas

Ainda há muita gente por ouvir na comissão de inquérito ao BES

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Há quem diga que foram 130, coisa que não me admira, mas eu penso que deveriam ser ainda mais. Afinal, o caso BES é bastante complicado e não fora o complicadíssimo caso dos vistos dourados diria até que seria o maior mistério português. 

 

 

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O Estado deve ajudar os desempregados salvo se for este Estado a ajudar

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Andava eu distraído quando dei de caras com metade da liderança do Bloco de Esquerda, ou seja, o dr. João Semedo. Este, visivelmente irritado, disse-me:
- Já viu os números do desemprego?
- Já - respondi-lhe -, parece que desceram...
- Uma ova! Uma gaita! Não desceram nada! 

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Os primeiros resultados dos primeiros testes de stresse feitos a políticos

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A exemplo do que se passa com os bancos, decidi, em conjunto com uns cientistas políticos de craveira não inferior à minha, fazer testes de stresse a políticos de vários quadrantes e de várias latitudes para ter uma ideia do modo como se comportariam em dois cenários negativos - distintos, mas ambos prováveis.   

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Da História dos Juízes que depois dos 50 não têm fulgor ao fulgor de Portas

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Já sei que vão dizer que uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas sentem-se, calem-se e escutem. O nosso douto, amado, bendito e perspicaz Supremo Tribunal Administrativo (STA) veio postular que depois dos 50 anos certas coisas não são interessantes, ou seja (não desço ao ponto de ser específico), o fulgor esvai-se.    

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Estes gajos não sabem fazer reformas e depois dá nisto! Sigam o que eu digo! Ok?

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Este país está maluco! Bem sei que todos sabem que este país está maluco, mas não passa na cabeça de ninguém devolver um imposto em função da quantidade de impostos que se conseguem cobrar. Ora estes patós do Governo, que nunca percebem bem o que eu lhes digo porque estão sempre a jogar aquelas coisas chatas no Facebook, decidiram devolver em 2016 parte da sobretaxa do IRS em função do que apuraram em 2015.   
 

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A sociedade que queremos construir agora é uma sociedade de quê?

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Há quase 170 anos, Karl Marx postulou que caminhávamos para uma sociedade sem classes. Claro que houve logo quem o pusesse em causa (e o sociólogo Vilfredo Pareto, o das curvas, foi um dos mais consistentes, cerca de 30 ou 40 anos depois). No entanto, a maior parte das pessoas simples acreditou que tal seria possível.

 

 

 

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Coisas que o currículo da boa escola não pode continuar a omitir

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Há, ainda a questão do Facebook e do Twitter. Na realidade, quem pode estar em casa sem fazer nada se não souber passar umas boas horas no Facebook e no Twitter? Mesmo com um emprego é possível passar o dia nisso.

 

 

 

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Edição Diária 17.Abr.2014

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