29 de dezembro de 2014
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As verdadeiras figuras e os verdadeiros e revelantes acontecimentos de 2014.

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AS VERDADEIRAS FIGURAS E OS VERDADEIROS E RELEVANTES ACONTECIMENTOS  DE 2014
Desde 1981 que a redação do Expresso escolhe as personalidades e os acontecimentos de cada ano. Há 33 anos, portanto, que escolhe pessoas erradas e coisas irrelevantes. Podeis perguntar porquê, e eu respondo: porque não me perguntam a mim e optam pelo método primitivo de votarem entre todos. Isso não me impede, porém, de ter as minhas próprias escolhas, que não se resumem a dois tristes - o juiz Carlos Alexandre e Vladimir Putin - e a dois processos que nada têm de especial - o caso BES e o Estado Islâmico.   

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O que aprendi sobre gestão de bancos com o caso BES na AR (e foi mesmo muito)

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Um tipo qualquer daqueles de que jamais lembramos o nome - refiro-me ao outro, porque sempre que leio essa frase ela começa "como dizia o outro" - disse que a melhor forma de assaltar um banco é geri-lo. Porém, desde que vejo no Canal Parlamento a telenovela "Vá, Salgado", descobri que a coisa não é bem assim. A melhor forma de assaltar um banco é nem sequer o gerir.  

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A história de Pai Natal é uma vigarice, e acho que alguém devia ir preso

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Alguns deles são vistos às escâncaras do dia a trepar por casas com sacos às costas onde se presume levarem coisas fofinhas para os meninos, mas onde bem podem estar a transportar as pratas que fanaram das residências de cada um. 

 

 

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Ainda há muita gente por ouvir na comissão de inquérito ao BES

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Há quem diga que foram 130, coisa que não me admira, mas eu penso que deveriam ser ainda mais. Afinal, o caso BES é bastante complicado e não fora o complicadíssimo caso dos vistos dourados diria até que seria o maior mistério português. 

 

 

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O Estado deve ajudar os desempregados salvo se for este Estado a ajudar

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Andava eu distraído quando dei de caras com metade da liderança do Bloco de Esquerda, ou seja, o dr. João Semedo. Este, visivelmente irritado, disse-me:
- Já viu os números do desemprego?
- Já - respondi-lhe -, parece que desceram...
- Uma ova! Uma gaita! Não desceram nada! 

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Os primeiros resultados dos primeiros testes de stresse feitos a políticos

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A exemplo do que se passa com os bancos, decidi, em conjunto com uns cientistas políticos de craveira não inferior à minha, fazer testes de stresse a políticos de vários quadrantes e de várias latitudes para ter uma ideia do modo como se comportariam em dois cenários negativos - distintos, mas ambos prováveis.   

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Da História dos Juízes que depois dos 50 não têm fulgor ao fulgor de Portas

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Já sei que vão dizer que uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas sentem-se, calem-se e escutem. O nosso douto, amado, bendito e perspicaz Supremo Tribunal Administrativo (STA) veio postular que depois dos 50 anos certas coisas não são interessantes, ou seja (não desço ao ponto de ser específico), o fulgor esvai-se.    

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Estes gajos não sabem fazer reformas e depois dá nisto! Sigam o que eu digo! Ok?

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Este país está maluco! Bem sei que todos sabem que este país está maluco, mas não passa na cabeça de ninguém devolver um imposto em função da quantidade de impostos que se conseguem cobrar. Ora estes patós do Governo, que nunca percebem bem o que eu lhes digo porque estão sempre a jogar aquelas coisas chatas no Facebook, decidiram devolver em 2016 parte da sobretaxa do IRS em função do que apuraram em 2015.   
 

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