26 de janeiro de 2015
Página Inicial   >  Opinião  >   Comendador Marques de Correia - Cartas Abertas

Vamos António, tu és aquele que tens mais margem de crescimento e progresso

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Há quem passe a vida a falar de Guterres como se ele fosse o único. Esquecem-se de que os pequenos têm sempre grande arrumação.

 

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As muito inenarráveis comemorações de 25 anos de cartas do Comendador

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Onde o nosso Comendador recorda um quarto de século de previsões acertadas e ideias mal aproveitadas
"Na minha qualidade de estadista, recebi a carta em que me dá conta da sua intenção de abandonar o órgão a que, por vontade nacional, presido e a que você, por minha vontade, vice-preside." Assim se dava início, no saudoso e longínquo dia 6 de janeiro de 1990 à divulgação de correspondência, de ideias, de tramoias, de receitas, de sacanices e outras coisas que ao longo desta coluna se foram fazendo. No caso em apreço, tratava-se de uma carta de um tal Aníbal para um Eurico.  

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As verdadeiras figuras e os verdadeiros e revelantes acontecimentos de 2014.

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AS VERDADEIRAS FIGURAS E OS VERDADEIROS E RELEVANTES ACONTECIMENTOS  DE 2014
Desde 1981 que a redação do Expresso escolhe as personalidades e os acontecimentos de cada ano. Há 33 anos, portanto, que escolhe pessoas erradas e coisas irrelevantes. Podeis perguntar porquê, e eu respondo: porque não me perguntam a mim e optam pelo método primitivo de votarem entre todos. Isso não me impede, porém, de ter as minhas próprias escolhas, que não se resumem a dois tristes - o juiz Carlos Alexandre e Vladimir Putin - e a dois processos que nada têm de especial - o caso BES e o Estado Islâmico.   

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O que aprendi sobre gestão de bancos com o caso BES na AR (e foi mesmo muito)

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Um tipo qualquer daqueles de que jamais lembramos o nome - refiro-me ao outro, porque sempre que leio essa frase ela começa "como dizia o outro" - disse que a melhor forma de assaltar um banco é geri-lo. Porém, desde que vejo no Canal Parlamento a telenovela "Vá, Salgado", descobri que a coisa não é bem assim. A melhor forma de assaltar um banco é nem sequer o gerir.  

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A história de Pai Natal é uma vigarice, e acho que alguém devia ir preso

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Alguns deles são vistos às escâncaras do dia a trepar por casas com sacos às costas onde se presume levarem coisas fofinhas para os meninos, mas onde bem podem estar a transportar as pratas que fanaram das residências de cada um. 

 

 

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Ainda há muita gente por ouvir na comissão de inquérito ao BES

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Há quem diga que foram 130, coisa que não me admira, mas eu penso que deveriam ser ainda mais. Afinal, o caso BES é bastante complicado e não fora o complicadíssimo caso dos vistos dourados diria até que seria o maior mistério português. 

 

 

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