19 de setembro de 2014
Página Inicial   >  Opinião  >   Comendador Marques de Correia - Cartas Abertas

Porque pedi ao Dr. Carlos Costa que separasse o Alá bom do Alá mau

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Quer dizer... se não é Alá é o Espírito Santo, porque como já expliquei, não sou homem de chegar a tão elevadas exegeses de teologia que questões como estas impõem a qualquer um.

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O que falta para que reforma do Estado seja o sucesso com que sonhámos

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Comecemos por um exemplo gráfico, porque um exemplo gráfico é sempre mais fácil de apreender. Olhemos Macau. Macau é uma pequena cidade - menos de 1/3 da superfície da cidade de Lisboa (sem contar com os concelhos limítrofes) onde vivem cerca de 600 mil pessoas. Isto significa que, só na cidade de Lisboa, onde vive pouco mais de meio milhão, podia viver milhão e meio. Ou seja, somos poucos. 

 

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Estou desiludido por saber que o meu Marques Mendes não manda no governo

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E assim nasceu Passos (o miserável...),  que toda a gente pensava ser comandado por Ângelo Correia (até o próprio Ângelo), mas que era na verdade manobrado, manipulado (no sentido que se dá a quem comanda as marionetas), pelo meu Luís.

 

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Coisas que são mentira, apesar de aparecerem em blogues, Facebook e Twitter

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Como sabem os prevenidos, a internet está cheia de mentiras. Tornou-se, assim, central para um homem que tem responsabilidades na comunicação social repor a verdade dos factos. É o que tentarei fazer nesta página de que disponho.   

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Há as contas certas, as contas à moda do Porto e as contas à moda do BES

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Eu, por natureza, não sou um delator! E, tal como Sócrates, exijo saber por que motivo detiveram o Dr. Ricardo Salgado, porque ter sido apenas por suspeitas de abuso de confiança, desvio de fundos, fuga ao fisco e não cumprimento das disposições do regulador, sinceramente, parece-me pouco.

 

 

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Ideias patrióticas para salvar Portugal, deitado na areia, à sombra do toldo

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O marulho das salsas ondas, como diria António Nobre, leva-nos sempre a pensar melhor neste país à beira-mar plantado no qual a terra se acaba e o mar começa (se está farto de lugares-comuns, aguente só um pouco mais, que eu já vou ao cerne - eu disse cerne e não cherne; na realidade, vou comer garoupa).

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Edição Diária 17.Abr.2014

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