18 de abril de 2014 às 0:59
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Comboios voltam a parar

Últimas composições dos urbanos de Lisboa e Porto circularão entre as 12h e as 16h, informa a CP.

Lusa

A CP prevê que hoje não haja comboios à tarde devido à greve dos trabalhadores e informa que as últimas composições dos urbanos de Lisboa e Porto circularão entre as 12h e as 16h.

"A partir das 10h, poderão ocorrer atrasos e supressões na circulação de comboios em todos os serviços com particular incidência no período da tarde e noite, altura em que não deverá registar-se qualquer circulação a nível nacional", informou na quinta-feira a CP - Comboios de Portugal em comunicado.

A empresa ferroviária adianta também que "não foram decretados serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social, com exceção da realização do comboio Lusitânia".

Regresso a casa comprometido


No comunicado, a empresa dá também a conhecer os horários dos últimos comboios previstos para os serviços urbanos do Porto e de Lisboa, que também estão disponíveis na página da empresa na Internet .

De acordo com a CP, os últimos comboios circularão entre as 12h e as 16h.

A título de exemplo, de São Bento (Porto) para o Douro, o último comboio está previsto para as 12h55 e de Penafiel (Douro) para São Bento, para as 14h16.

Em Lisboa, do Cais do Sodré para Cascais o último comboio sai às 12h20 e, no sentido inverso, às 13h04.

Segundo a informação disponível no site da CP , os comboios do serviço urbano de Lisboa só deverão voltar a circular depois das 22h, não existindo, para já, qualquer informação deste género para o Porto.

Na terça-feira, funcionários da CP estiveram em greve, tal como os da Carris, Metropolitano de Lisboa, STCP e do grupo Transtejo.

Comentários 8 Comentar
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Vão mas é trabalhar, seus palhaços!
Não têm vergonha de terem passes à borla para vocês e para as vossas famílias, num país em que até os descontos dos passes sociais vão deixar de existir para a 3ª idade e para os estudantes?
O que é que vocês querem afinal? Que sejam sempre os outros a pagar? Mas os outros somos nós todos, pá! Nós, os anormais que têm de se deslocar para o trabalho nos transportes que vocês conduzem, apenas porque não temos motoristas nem carro que nos leve para o emprego! Nós é que vos pagamos os salários e vocês fazem greves dia sim dia não, seus egoístas...
Re: Vão mas é trabalhar, seus palhaços! Ver comentário
Jerónimo de Sousa,presidente da CP
É convidá-lo e depressa.Talvez assim haja paz e respeito pelos utentes.
Empregados, cuidado com a inveja
Caros trabalhadores da CP, o privilégio de terem trabalho, desperta a inveja nos mais de 700.000 desempregados que vos contemplam.

E contemplam, pela bizarria demonstrada. Dizem que fazem greve para que tudo melhore e o resultado: é que tudo irá piorar.

Não passa pela cabeça desses desempregados invejosos, que vocês estejam a exercer o direito constitucional da greve, para melhorarem as vossas condições. Que ao que se saiba: são boas

Nem que seja para exigir aumentos salariais, por uma razão: não há como.

O vosso comportamento é resultado da impunidade de trabalharem em algo que não pode parar (a não ser quando vocês querem) e pela dificuldade de vos pôr no olho da rua.

Só que o facto de vocês não irem para a rua, provocam que mais portugueses vão. Mesmo os que não andam de comboio, nem de carro, mas a pé. Em locais onde nem sequer há estradas dignas desse nome, quem lá habita, contribui para que a CP subsista, enquanto vocês façam greves de Pirro.

Porque a situação é de tal modo grave – excepto na mente delirante de quem vos lidera – que só farão aumentar o número de “invejosos”. E o desejo de muitos deles, é que vocês lhes passem a fazer companhia.

E cuidado, que a inveja tem muita força…
"SE ESTES ALTOS PROFISSIONAIS"
Se os maquinistas profissão de alto risco e super qualificada param quando querem e não há volta a dar,espero que aqueles desgraçados como Médicos,Policias,sucateiros,bombeiros,pilotos,etc etec etc parem também quando quiserem assim a modos que à vontade do freguês cada um pára quando dá jeito.
Os desempregados podiam aqui ser chamados, estão parados há muito tempo e à que os castigar também dando-lhes trabalho para depois pararem um dia.É uma questão de igualdade.
Os cada vez mais pobres podiam parar também de empobrecer e os ricos de engordar e assim tudo era mais fácil.
E os sindigolpistas podiam parar também de fazer parar os outros quais pastores de rebanhos montanha abaixo mesmo que os rebanhos esteja a diminuir.
Vamos todos parar e viajar a pé ! até NY para ver as fontes de água no ground Zero e dizer ou melhor explicar que «a água relembra as vidas aí perdidas » palavras tão sábias tão profundas tão de fazer saltar as lágrimas às vacas que de rir passaram a chorar.
kácus.
Até onde vai a hipocrisia sindical...
As recentes tomadas de posição dos principais Sindicatos só revela:

- Total ausência de sentido de responsabilidade.

- Total desprezo por quem não tem trabalho

- E desrespeito por quem trabalha.

Até quando é que a hipocrisia e o sectarismo/cinismo político continuará a dominar os sindicatos???

Será que não vêm que só provocam mais prejuízos as já de si muito debilitadas situações financeiras das diferentes empresas e principalmente de Portugal?
Re: Até onde vai a hipocrisia sindical... Ver comentário
Re: Até onde vai a hipocrisia sindical... Ver comentário
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