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Doping em Pequim

COI obriga dois atletas a devolverem medalhas

O Comité Olímpico Internacional (COI) decidiu retirar a medalha de prata e bronze, no lançamento do martelo, aos bielorrussos Vadim Devyatovski e Ivan Tsikhan por terem acusado elevados níveis de testosterona.
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O lançador Dvyatovskiy, de 31 anos, por ser reincidente na violação do regulamento anti-doping, foi banido pelo COI para sempre de qualquer prova olímpica, bem como de exercer no futuro outro tipo de funções em Jogos Olímpicos.

O COI considerou ainda culpado o polaco Adam Seroczynski, membro da equipa canoagem K2, quarta classificada nos 1000 metros. O atleta da Polónia, de 34 anos, acusou o uso de Clenbuterol no controlo de 22 de Agosto, o que obriga o respectivo Comité Olímpico local a devolver o diploma do Sroczynski e do parceiro, Mariusz Kujawski, de imediato, apesar deste último não ter acusado qualquer irregularidade.

Durante os Jogos de Pequim, realizados de 27 de Julho a 24 de Agosto deste ano, foram realizados 4770 testes antidoping, o maior número de análises de sempre, incluindo 3801 exames à urina e 969 sanguíneos.

Os testes à urina incluíram 817 testes de despistagem de EPO, enquanto 471 dos exames sanguíneos também rastrearam o possível recurso à hormona do crescimento, um tipo de doping em crescimento entre a comunidade atlética.

Por regra, foram testados os cinco primeiros classificados de cada prova, mais dois sorteados.

 


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