Anterior
CMVM disponível para gerir mega-fundo do BPP
Seguinte
TAP aumenta voos para Luanda
Página Inicial   >  Economia  >   Clientes do BPP querem Estado a gerir mega-fundo

Clientes do BPP querem Estado a gerir mega-fundo

Os clientes do BPP pretendem que o Estado assuma a gestão do "mega-fundo", em sintonia com a solução defendida pelo presidente do BPI.
Lusa |

O porta-voz dos clientes do BPP, Durval Padrão, disse à Lusa que os clientes apoiam a solução defendida pelo presidente do BPI, Fernando Ulrich, que apontou para a necessidade de ser o Estado a gerir o "mega-fundo".

O presidente executivo do BPI defendeu na terça-feira que o Estado deve comprar os títulos dos clientes do Banco Privado Português (BPP) considerados de retorno absoluto e apelou às autoridades para que resolvam depressa a situação.

"O Estado deve comprar os títulos que estão nas carteiras", disse Fernando Ulrich, salvaguardando que não conhece a qualidade do produtos.

Ainda assim, o presidente do BPI considerou que estes activos "têm grandes probabilidades de serem reembolsados pelo seu valor nominal na data de reembolso".

Assim sendo, frisou, a única entidade com capacidade para esperar pela maturidade dos títulos é o Estado.

"Nós vamos morrer, mas o Estado está cá para sempre. Há clientes do BPP com 80 anos que sabem que o tempo escasseia e querem deixar tudo resolvido o quanto antes", sublinhou Durval Padrão.

"Temos indicação que o Governo tentou na segunda-feira junto dos banqueiros [das maiores instituições financeiras privadas] encontrar uma solução, mas que os bancos privados só estarão disponíveis para fazer a gestão dos nossos títulos se houver um aval estatal a um eventual diferencial de preços na maturidade das aplicações", acrescentou Ruy Ribeiro, um dos clientes mais activos junto da sede do BPP em Lisboa.

"Gostámos de ouvir os grandes nomes da banca portuguesa a distinguirem aquilo que é o problema do banco, do problema dos clientes. Para nós, é totalmente indiferente que o banco sobreviva ou não. Só queremos o nosso dinheiro", frisou Durval Padrão.

"Pessoalmente, não acredito que o BPP vá à falência", finalizou.


Opinião


Multimédia

Os assassínios, as execuções, as decapitações são as imagens mais chocantes de uma propaganda cada vez mais sofisticada. É a Jihad, que recruta guerrilheiros no ocidente para matar e morrer na Síria. O Expresso seguiu as pisadas de cinco jiadistas portugueses, mostrando quem são e como foram convertidos e radicalizados. E como lutam, como foram morrer - e como já haverá arrependidos com medo de fugir. Reportagem em Londres, no café onde viam jogos de futebol, na universidade onde estudavam e na mesquita onde rezavam. Autoridades e especialistas em terrorismo estão alerta sobre este pequeno mas perigoso grupo, onde corre sangue português - e de onde escorre sangue por Alá.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.

Geração Z

Mais rápidos, mais capazes, mais solitários, os Z vivem agarrados aos ecrãs, pensam com a ajuda da internet e estão permanentemente preocupados com a bateria do telemóvel. Que geração é esta que nasceu com a viragem do século?

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.


Comentários 3 Comentar
ordenar por:
mais votados
O Estado? Enlouqueceram?
Vejam lá onde é que se vão meter!!! O Estado não dá. Tira. Vejam o que aconteceu com a Caixa Geral de Depósitos! Vejam lá mas é se conseguem o vosso rico dinheirinho, e de ora em diante, sejam menos gananciosos e invistam os milhares que vos sobram com maior rigor, porque Donas Brancas acabam sempre na falência, inlcuindo as que se disfarçam melhor. O BPP parece ter sido sempre um travesti. Quem apostou e perdeu... tenha agora paciência. Chorar não acorda morto!
Espertalhões
Quando foi para andar a meter a massa a render bem, tudo ia de vento em popa, qual estado qual quê! Agora que deu para o torto querem o carimbo estado?

Amigos, correu mal! É a lei da vida, e a lei de mercado! Quando se tem sementes não se coloca todas no mesmo buraco... quem o faz tem mais colheita!

Agora vão chorar para outra freguesia faxâbôr que para enterrar dinheiro já chega o Constanças e o Freenóquio terem nacionalizado o BPN em cima da perna para encobrir sabe-se lá o quê.
Poupanças
Segundo creio, o Estado responsabilizou-se pelo capital dos depósitos, mas não pelo capital de risco, e os clientes do Banco sabiam de antemão o que queria dizer "capital de risco". Como é que vêm agora exigir ( não é pedir, é exigir !) que o Estado lhes pague também o dinheiro que aplicaram naquele tipo de iinvestimento, que tanto pode dar lucros tipo D. Branca, como deixá-los " a ver navios" , que foi o que aconteceu ?
Se lhes tivesse calhado lucros compensadores, tencionavam dividi-los com o Estado ?
Oxalá que as coisas lhes corram de feição, mas receio bem que muitos se venha a arrepender da "ganância", passe o termo, que os levou a acreditar nas promessas do Banco.
Comentários 3 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador

PUBLICIDADE

Pub