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Citadino do futuro tem mão portuguesa

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Tudo o que precisa de saber sobre o ébola, em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Costeletas de borrego com migas de castanhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Strogonoff de peixe espada preto

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Caril de banana

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.


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Não é bem «mão portuguesa»
Este engenheiro só participou neste projecto porque EMIGROU. Em Portugal, provavelmente, tinha tido um grande futuro entre o desemprego e os recibos verdes, talvez a assinar projectos como as casas do Sócrates.

A realidade é que Portugal não tem nada a ver com o sucesso deste profissional. Em grande parte, o seu sucesso deve-se a ter saído de Portugal.

Não venham por isso acenar com a portuguesidade nem deste projecto nem deste engenheiro. TENHAM VERGONHA do sucesso das pessoas competentes que escurraçam deste país. TENHAM VERGONHA de não serem capazes de aproveitar a competência que nasce em Portugal. TENHAM VERGONHA dos engenheiros terem de sair de Portugal para serem reconhecidos como «competentes».
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
O homem e as circunstâncias
Temos a necessidade de “nacionalizar” tudo em que um nacional intervenha. É facto, cujo objectivo, penso, é afagar o nosso ego. Mas neste caso, o que chama a atenção, são os comentários a lastimar corrermos com os melhores.

Se o homem é ele mais as circunstâncias, a obra depende das circunstâncias encontradas por esse homem. Conheço alguns casos. Tenho filhos nessas condições. São investigadores de topo e, cá, provavelmente, estariam nos tais recibos verdes sem prospectivas de interesse.

Os melhores não são escorraçadas, os melhores são atraídos, e muito bem, para onde se reúnam condições para o seu desenvolvimento. Essas condições para se alcançarem, exigem tempo e capital, incluindo o humano. Não se conseguem por decreto, nem por momentânea vontade política

E essas condições surgem mais em ambiente liberal. Onde leis não asfixiem a iniciativa privada.

Um exemplo caricato e simples, é reconhecer-se que um “início” semelhante ao da Apple ou da Microsoft, não seriam possíveis porque em cumprimento da lei, a ASAE encerraria a “garagem” por não possuir o nr. mínimo de WC.

Em Silicon Valley, só 2 em 10 empresas vingam. Os 8 que ficam para trás, tentarão de novo e não serão ostracizados como empresários de perna-curta, ou falhados sem imaginação

Com leis castradoras e direitos adquiridos que paralisam a economia, as “circunstâncias” dificilmente serão criadas

E a saída é o que resta aos melhores
Diferença cultural enorme
Re: Diferença cultural enorme
Citadino do futuro tem mão portuguesa
Pessoalmente vejo para começar os veículos eléctricos como o segundo carro, mas também aquele que pode substituir temporariamente o primeiro e acima de tudo aquele que deve transportar as pessoas para o emprego, cuja distância nunca poderá ser muito longa, com uma capacidade de dois lugares.
Re: Citadino do futuro tem mão portuguesa
Auto promoção...
Nunca consegui perceber a necessidade que temos em relatar notícias de algo que acontece diferente e dizer que existe, algures, um português envolvido.
Para ser notícia, teria que ser uma empresa portuguesa a desenvolver algo de novo. O que é que o facto de existir um engenheiro português vem trazer de positivo para o País.
Quanto ao carro, porque é que o futuro terá que passar por carros ridiculos cujas vantagens são discutiveis? O futuro passa por melhores transportes públicos, tele-trabalho e menos carros, mas carros mais eficientes e polivalentes. Com um carro destes, uma família terá sempre que ter um segundo carro pois este não serve para muito.
Re: Auto promoção...
Re: Auto promoção...
Falta de imaginação ou copiar o passado?
Reinventaram o Isetta da BMW, o célebre Ovo!
Re: Falta de imaginação ou copiar o passado?
Re: Falta de imaginação ou copiar o passado?
Modéstia precisa-se
1ª. questão: - Para sermos exactos, este não é um eng. português. É sim um português engenheiro, formado na universidade de Colónia e emigrante na Alemanha desde os 15 anos.
2ª. questão: Não será necessário que, quando algum português faz algo digno de registo no estrangeiro, que os órgãos de informação portugueses façam disso parangonas. Isso só confirma a nossa pequenês.
3ª. questão: Não adulterem a notícia com o chavão de "pois se este eng. continuasse em Portugal não iría a lado nenhum".
Temos que ser clarividentes: Os neurónios dos portugueses são tão bons como os melhores de outros países mais evoluídos. A diferença está na formação e no meio. Na Alemanha preside o pragmatismo associado à investigação e às necessidades tecnológicas do mercado. Por aqui reina a utopia de que o mais importante de tudo é ser-se eng. ou doutor, seja lá do que for, o que só contribui para engordar as filas dos centros de emprego.
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Edição Diária 17.Abr.2014

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