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Citadino do futuro tem mão portuguesa

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Os assassínios, as execuções, as decapitações são as imagens mais chocantes de uma propaganda cada vez mais sofisticada. É a Jihad, que recruta guerrilheiros no ocidente para matar e morrer na Síria. O Expresso seguiu as pisadas de cinco jiadistas portugueses, mostrando quem são e como foram convertidos e radicalizados. E como lutam, como foram morrer - e como já haverá arrependidos com medo de fugir. Reportagem em Londres, no café onde viam jogos de futebol, na universidade onde estudavam e na mesquita onde rezavam. Autoridades e especialistas em terrorismo estão alerta sobre este pequeno mas perigoso grupo, onde corre sangue português - e de onde escorre sangue por Alá.

Musse de chocolate com basmati e pimenta rosa

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola. Em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Piza de manga com estragão e canela

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Desacelerámos a realidade para observar a euforia da liberdade

Ela, Jacarandá, é algarvia. Ele, Katmandu, é espanhol. São linces e agora experimentam a responsabilidade da liberdade: foram soltos esta terça-feira numa herdade alentejana, próxima de Mértola, eles que saíram de centros de reprodução em cativeiro. Foi inédito: nunca tinha acontecido algo assim em Portugal. Estivemos lá e ensaiámos o slow motion.

Desaparecidos para sempre no Mar do Norte

O dia 15 de novembro já foi feriado, há 90 anos. A razão foi o desaparecimento de Sacadura Cabral algures no Mar do Norte. Depois de fazer mais de oito mil quilómetros de Lisboa ao Rio de Janeiro, o aviador pioneiro não conseguiu completar o voo entre a cidade holandesa de Amesterdão e a capital portuguesa. Ainda hoje, não se sabe o que aconteceu ao companheiro de Gago Coutinho e tio-avô de Paulo Portas, a quem o Expresso pediu um sms.

Os muros do mundo

Novembro relembrou-nos os muros que caem, mas também os que permanecem e os que se expandem. Berlim aproximou-se de si própria há 25 anos, mas há muros que continuam a desaproximar. Esta é a história de sete deles - diferentes, imprevisíveis, estranhos.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

O papa-medalhas que veio do espaço

O atleta português mais medalhado de sempre, Francisco Vicente, regressou dos campeonatos europeus de veteranos, na Turquia, com novas lembranças ao pescoço. Três de ouro e duas de prata para juntar à coleção. Tem 81 medalhas, uma por cada ano de vida.

Terror religioso está a aumentar

Relatório sobre a Liberdade Religiosa é divulgado esta terça-feira em todo o mundo. Dos 196 países analisados, só em 80 não há indícios de perseguições motivadas pela fé.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?


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Não é bem «mão portuguesa»
Este engenheiro só participou neste projecto porque EMIGROU. Em Portugal, provavelmente, tinha tido um grande futuro entre o desemprego e os recibos verdes, talvez a assinar projectos como as casas do Sócrates.

A realidade é que Portugal não tem nada a ver com o sucesso deste profissional. Em grande parte, o seu sucesso deve-se a ter saído de Portugal.

Não venham por isso acenar com a portuguesidade nem deste projecto nem deste engenheiro. TENHAM VERGONHA do sucesso das pessoas competentes que escurraçam deste país. TENHAM VERGONHA de não serem capazes de aproveitar a competência que nasce em Portugal. TENHAM VERGONHA dos engenheiros terem de sair de Portugal para serem reconhecidos como «competentes».
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
Re: Não é bem «mão portuguesa»
O homem e as circunstâncias
Temos a necessidade de “nacionalizar” tudo em que um nacional intervenha. É facto, cujo objectivo, penso, é afagar o nosso ego. Mas neste caso, o que chama a atenção, são os comentários a lastimar corrermos com os melhores.

Se o homem é ele mais as circunstâncias, a obra depende das circunstâncias encontradas por esse homem. Conheço alguns casos. Tenho filhos nessas condições. São investigadores de topo e, cá, provavelmente, estariam nos tais recibos verdes sem prospectivas de interesse.

Os melhores não são escorraçadas, os melhores são atraídos, e muito bem, para onde se reúnam condições para o seu desenvolvimento. Essas condições para se alcançarem, exigem tempo e capital, incluindo o humano. Não se conseguem por decreto, nem por momentânea vontade política

E essas condições surgem mais em ambiente liberal. Onde leis não asfixiem a iniciativa privada.

Um exemplo caricato e simples, é reconhecer-se que um “início” semelhante ao da Apple ou da Microsoft, não seriam possíveis porque em cumprimento da lei, a ASAE encerraria a “garagem” por não possuir o nr. mínimo de WC.

Em Silicon Valley, só 2 em 10 empresas vingam. Os 8 que ficam para trás, tentarão de novo e não serão ostracizados como empresários de perna-curta, ou falhados sem imaginação

Com leis castradoras e direitos adquiridos que paralisam a economia, as “circunstâncias” dificilmente serão criadas

E a saída é o que resta aos melhores
Diferença cultural enorme
Re: Diferença cultural enorme
Citadino do futuro tem mão portuguesa
Pessoalmente vejo para começar os veículos eléctricos como o segundo carro, mas também aquele que pode substituir temporariamente o primeiro e acima de tudo aquele que deve transportar as pessoas para o emprego, cuja distância nunca poderá ser muito longa, com uma capacidade de dois lugares.
Re: Citadino do futuro tem mão portuguesa
Auto promoção...
Nunca consegui perceber a necessidade que temos em relatar notícias de algo que acontece diferente e dizer que existe, algures, um português envolvido.
Para ser notícia, teria que ser uma empresa portuguesa a desenvolver algo de novo. O que é que o facto de existir um engenheiro português vem trazer de positivo para o País.
Quanto ao carro, porque é que o futuro terá que passar por carros ridiculos cujas vantagens são discutiveis? O futuro passa por melhores transportes públicos, tele-trabalho e menos carros, mas carros mais eficientes e polivalentes. Com um carro destes, uma família terá sempre que ter um segundo carro pois este não serve para muito.
Re: Auto promoção...
Re: Auto promoção...
Falta de imaginação ou copiar o passado?
Reinventaram o Isetta da BMW, o célebre Ovo!
Re: Falta de imaginação ou copiar o passado?
Re: Falta de imaginação ou copiar o passado?
Modéstia precisa-se
1ª. questão: - Para sermos exactos, este não é um eng. português. É sim um português engenheiro, formado na universidade de Colónia e emigrante na Alemanha desde os 15 anos.
2ª. questão: Não será necessário que, quando algum português faz algo digno de registo no estrangeiro, que os órgãos de informação portugueses façam disso parangonas. Isso só confirma a nossa pequenês.
3ª. questão: Não adulterem a notícia com o chavão de "pois se este eng. continuasse em Portugal não iría a lado nenhum".
Temos que ser clarividentes: Os neurónios dos portugueses são tão bons como os melhores de outros países mais evoluídos. A diferença está na formação e no meio. Na Alemanha preside o pragmatismo associado à investigação e às necessidades tecnológicas do mercado. Por aqui reina a utopia de que o mais importante de tudo é ser-se eng. ou doutor, seja lá do que for, o que só contribui para engordar as filas dos centros de emprego.
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