Poucas coisas simbolizam tanto a modernidade como o movimento e a velocidade. Já ninguém concebe uma sociedade recuada para as vizinhanças de curta distância. A mobilidade está de tal modo associada à vida das sociedades modernas que, para o bem e para o mal, vive-se uma luta permanente pelo seu desimpedimento, aceleração e generalização. É também por esta razão que, mesmo quando as funções dos Estados tendem a reduzir-se até ao registo minimalista mais exagerado, se abstêm de franquear esse limite absurdo que seria dar cabo das possibilidades de movimento e de circulação de um país.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|