Dunas Douradas, Almancil, 15 fev (Lusa) - A acalmia de hoje na partida das Dunas Douradas contrasta com o efervesceste caos do Estádio do Algarve de há um ano. O fator de diferenciação? Obviamente, o efeito Contador.
Se em 2011, a Real Federação Espanhola de Ciclismo (RFEC) fez um enorme favor à organização da "Algarvia" e devolveu a licença de Alberto Contador mesmo a tempo deste ser inscrito na prova portuguesa - pelo meio houve uma perda de avião, uma viagem de seis horas de carro desde Madrid até Albufeira e um frenesim de última hora no secretariado -, este ano foi a vez do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) estragar os planos da Associação de Ciclismo do Algarve.
Não vale a pena culpar a mudança do cenário de arranque. É a ausência do ciclista espanhol, vencedor em 2009 e 2010, que explica a menor presença de público e a relativa tranquilidade sentida no "padock" das equipas antes do arranque oficial.