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China inaugura maior ponte do mundo (fotogaleria)

Ao todo são quase 42 quilómetros que demoraram quatro anos a serem concluídos. A maior ponte do mundo fica na China e já abriu à circulação automóvel.

A maior ponte do mundo acabou de ser inaugurada na China. Com 41,58 quilómetros e um custo de mais de mil milhões de euros, a obra demorou quatro anos a ser finalizada.

A ponte faz a ligação entre a cidade e os subúrbios de Huangdao, na baía de Jiazhou, diminuindo a distância entre as cidades em cerca de 30 minutos.


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"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

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Baralho de cartas
Num dos próximos sismos vai desmoronar como um baralho de cartas. Depois fuzilam os engenheiros e partem para outra.
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Maledicência ou Male (di) Ciência?
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Re: Baralho de cartas
Tirou-me as palavras da boca...
A «OBRA», enquanto factor de legitimidade do poder
Cedo terão notado os detentores do poder que a realização de monumentais e majestosas obras mais facilmente podia servir de legitimação política do que muitas outras iniciativas.

A realização de uma grande obra requer a força de milhares de trabalhadores. Algo que não poderia ser realizado pelo indivíduo, pela família ou pela comunidade, pode materializar-se através da união de esforços de toda uma sociedade.

Não terá sido por mero acaso que os detentores de poder, nas civilizações antigas, impuseram a realização de monumentos que tinham tanto de maravilhoso e deslumbrante quanto o tinham de aterrador e majestático: a Grande Muralha da China, mausoléus e Pirâmides (em várias civilizações), os jardins suspensos da Babilónia, templos a todos os deuses, etc, etc.

Sabemos hoje que não se devia ao acaso o facto das igrejas serem os edifícios mais altos em cada localidade. À sua maneira, traduzia o mesmo princípio: a monumentalidade como representação, marca e legitimação do poder. O monumento (religioso, mortuário, militar, político...) era a expressão da insignificância do indivíduo (ainda para mais analfabeto e temeroso), da família ou da comunidade perante os poderes que o munumento representava.

Em boa verdade, são milhares de indivíduos que concretizam estas obras, mas o fascínio da sua execução recai sempre sobre os poderes instituídos.

Mudam os tempos, mudam as vontades e até mudam os "templos" (obras), mas os fins continuam a ser os mesmos.
Re: A «OBRA», enquanto factor de legitimidade do p
Re: A «OBRA», enquanto factor de legitimidade do p
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Re: A «OBRA», enquanto factor de legitimidade do p
A China, que tem muita estrada na sua história,
vai deixando sua marca, por meio dessa demonstração de poder, erguendo obras dignas de um faraó, para imortalizar sua presença perante o Homem. Mas, como sempre, as obras são como monumentos e sujeitos ao desgaste do passar do tempo e, até, relegados ao esquecimento. Num momento dinâmico como é este no qual estamos vivendo, é como uma demonstração ou, mesmo uma ameaça, de que estou aqui e cheguei para ficar. É o ladrar do cão para colocar em fuga o oponente, resguardando sua comida. O Estado Chinês é como sempre foi, dominador e apegado ao esplendor. É só percorrer sua história e logo vamos perceber o detalhe. Não foi diferente com o Antigo Egito, com a Grécia, com a Babilônia, ou mesmo com Roma. O único detalhe de tudo é, que, a China permanece viva, como uma das mais velhas culturas, diferente de outras que feneceram e apenas sobrou o nome, para os modernos. O Paulo Pedroso tem razão naquele seu comentário colocado no topo desta página, que bem traduz o que seja uma "obra", no tempo e no espaço. Sempre teremos orgulho de alguma coisa que tenhamos feito na vida, com sucesso, pudera os povos! A capacidade de a China arregimentar multidões, também pode ser notada na sua resistência à invasão japonesa, que nunca obteve controle real sobre qualquer parte daquele território, mesmo com fogo desigual, o chinês era ordeiro e resignado, mantendo um exército regular recuando e, por trás dos samurais, um sistema eficaz e mortal de emboscadas. Rio Grande
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Re: A China, que tem muita estrada na sua história
Se fosse em Porrtugal...

Se fosse em Porrtugal...

Custaria 10 vezes mais do que o orçado, e levaria mais uns 20 anos para ser construída ...

Derraparia em prazo e orçamento...
Re: Se fosse em Porrtugal...
Re: Se fosse em Porrtugal...
O Ocidente tem medo de quê? Tadinha...

Não deveria ter medo:

"Em 1839, os ingleses aproveitaram a destruição de um carregamento de ópio para declarar guerra à dinastia manchu. A chamada guerra do ópio terminou com a derrota chinesa. Os ingleses forçaram o Tratado de Nanquim (1842), pelo qual os chineses se comprometiam a abrir ao comércio britânico cinco portos, entre os quais os dois mais importantes do país, Xangai e Cantão, e além disso cediam o de Hong Kong.

Uma intervenção militar franco-britânica obrigou o governo chinês a fazer novas concessões. Pelo Tratado de Pequim, firmado em 1860, abriram-se 11 outros portos no país e ofereceram-se mais vantagens aos estrangeiros. A China, agora aberta ao comércio, tornou-se presa dos interesses europeus.

Em reação à política imperialista praticada pelas potências ocidentais e pelo Japão, os círculos nobiliárquicos próximos da imperatriz Cixi fomentaram motins xenófobos que chegaram ao auge em 1900, quando os boxers (membros de uma sociedade secreta contrária à penetração ocidental), sitiaram as legações europeias em Pequim. Sobreveio a intervenção conjunta de forças americanas, alemãs, inglesas, francesas, russas e japonesas, que libertaram as legações e obrigaram a imperatriz a acatar condições de comércio favoráveis aos estrangeiros."

A imperatriz no auge de sua indignação declara textualmente:

"A China é uma vaca deitada, onde as potências estrangeiras mamam o que querem."

O Ocidente tem medo da China? Ela é que se cuide.
Mais um pouco... Sobre os cães ingleses...

Um pouco de História:

Mercadores ingleses vendiam o ópio por toda a China litorânea, em troca dos famosos taéis de prata, uma espécie de xícara usada como moeda de alto valor. Com boa parte da população viciada, os ingleses estavam recebendo de mão beijada toda a prata da China.

Quando o imperador se deu conta disso, resolveu proibir o consumo de ópio, enforcando muitos traficantes e fechando as casas de ópio, espécie de clubes, onde as pessoas se encontravam para consumir o narcótico. A apreensão de 20 mil caixas de ópio deu aos britânicos o pretexto que precisavam para obter no seu Parlamento a autorização para atacar.

A alegação inglesa, que consta em muitos livros de história britânicos, foi a de que os chineses haviam tomado e destruído propriedade dos súditos da rainha Vitória. Mas a versão chinesa assegura que as caixas de ópio foram apreendidas de traficantes chineses e apenas depois do fato consumado os britânicos teriam forjado a compra das caixas, o que é de se esperar de quem se trata.

A rainha Vitória, ao aprovar o ataque, declara: "Somos contra o consumo do ópio, mas não podemos permitir que chineses destruam propriedades britânicas". A Marinha chinesa, composta basicamente por pequenos juncos, não tinha a menor chance contra a poderosa British Royal Navy.

E durma-se com tanta hipocrisia... Bem europeia...

A China caminha para melhor futuro, nós...
Uma ponte com três níveis! Fantástica!!!

É notável, é maravilhoso, é obra-prima da engenharia.

A China ainda vai causar grandes exclamações ao Mundo.
Temporariamente a maior...
Esta ponte é só temporariamente a maior do mundo, até acabar de ser construída a ponte do Delta do Rio das Pérolas. Uma obra fantástica que vai ligar de um lado Schenzhen e Hong Kong e do outro Zhuhai e Macau. Dentro de 5 anos já se pode ir de carro de Hong Kong a Macau em apenas 40 minutos!
Re: Temporariamente a maior...
As unidades estão erradas.
O custo da ponte foi $2.3billion, ou mil milhões de euros, não um bilião.
Correcção: As unidades estão erradas.
Re: Correcção: As unidades estão erradas.
Aprendam Mandarim e Cantonês...
Há uns 33 ou 34 anos um cliente de Phillipsburg, NJ, a quem vendia componentes industrias europeus disse-me durante um bate-papo: "José, you should learn to speak Chinese".
Depois do almoço e durante a visita à fábrica mostrou-me uma amostra proveniente da China, semelhante às peças que eu fornecia, qualidade relativamente inferior, mas preço ridiculamente mais baixo.
Na altura cometi o erro do século, pensando que "levariam muitos anos até os chineses chegarem ao nível europeu".
Meu erro, mea culpa.
Aos jovens aqui fica a minha dica:
Aprendam a falar Cantonês e Mandarim...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
Re: Aprendam Mandarim e Cantonês...
BPN traduzido em pontes chineses
O governo acabou de dar o aval a mais uma emissão de titulos pelo BPN que dará para construir uma destas pontes, possivelmenete em Cabo Verde.
Depois
de ler o comentário do prezado Dunca, e se me for permitido basear o meu comentário nele, eu fiquei a pensar que é ou não verdade que tem sido sempre assim? Primeiro pelos ingleses, tal como escreveu o caro comentador; depois os americanos e seus aliados sucessivamente ao longo do século XX até agora; sim, agora temos o caso a Líbia, e não há muito tempo o Iraque..Qual(is) será(ão) o(s) país(es) que se seguirá(ão)?
1 de Julho
A inauguração desta ponta, batendo o recorde do mundo, vem a propósito da efeméride que na China hoje se celebrou: os 90 anos da fundação do PC Chinês. Ontem abriu a maior linha de comboio de alta velocidade do mundo; hoje foi inaugurada a maior ponte, e assim por diante. E já sabemos que dentro de 3 ou 4 anos a China baterá novo recorde mundial com a inauguração de uma outra Ponte Maior do Mundo, desta vez com mais de 50 km e que ligará Hong Kong a Macau e ao continente "chinês". Tudo isto, diriam algumas pessoas que conheci, "só visto"! E confirmo que assim é. Mas de uma coisa devemos estar cientes: a liderança do PC Chinês, transformado em 1978 no maior Patrão do Mundo, tem a ver com este sucesso material de inauditas proporções. E mesmo sabendo que este mesmo partido que hoje celebra 90 anos de existência histórica tem a responsabilidade directa pela morte de um número que varia entre 40 e 60 milhões de pessoas, para além de que hoje continua a coarctar liberdades básicas aos cidadãos, entre elas a liberdade de consciência e de religião, dizia, mesmo sabendo tudo isto não posso deixar de felicitar uma organização que é capaz de liderar o mais populoso país do mundo da condição de extrema pobreza à de Segunda Potência Económica Mundial, agora à frente do Japão e da Alemanha. Mas o meu ponto central é este: o sucesso económico da China, mais do que ao Partido que a Governa, deve-se ao esforço e capacidade de trabalho de milhões de pessoas, dedicadas, pacientes, e esforçada.
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Será o mesmo Kant?
Re: Será o mesmo Kant?
Re: Será o mesmo Kant?
Então, Telhado?
Nenhum genocídio deve ser esquecido?
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
E por oportuno...
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
Nem mais...
Re: 1 de Julho
Re: 1 de Julho
De facto...
É rato: "Não esteve o dito cujo INDEX..."
Marketing amarelo e nada mais que isso


  Se obras publicas fizessem um império Portugal era imperialista.

Pontes a Cimento e ferro onde esta a enovação?

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