18 de abril de 2014 às 15:54
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Chef David Muñoz recria a última ceia

Num programa a emitir às 13h41 pelo Canal História - o catalão David Muñoz recria a ementa da úItima ceia de Cristo. 
Alexandre Costa

O chef David Muñoz recria a ementa com cerca de dois mil anos de "A Última Ceia", num programa que é emitido hoje às 13h41 pelo canal História.

O canal aproveita a aproximação da Semana Santa para este programa com a recriação da famosa última refeição de Jesus com os seus discípulos, que tem sido objecto de múltiplos estudo e interpretações artísticas ao longo dos tempos.

O projeto partiu de uma investigação paleogastronómica de Miguel Ángel Almodóvar (autor do livro "Bocados com Historia") sobre os alimentos que foram servidos na refeição. Uma base de trabalho que o chef David Muñoz adaptou ao estilo contemporâneo.

Utilizando ingredientes historicamente comprovados como pão sem levedura e o cordeiro, o chef criou depois pratos alusivos à "Última Ceia".

O resultado é uma refeição composta por cinco pratos, entre os quais "ouriços com coroa de espinhas ou trutas com cristas de galo, que aludem à negação de Pedro".

O programa foi gravado no restaurante de David Muñoz, vencedor de duas estrelas Michelin.

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Não esquecer os ingredientes fundamentais
Para todos os efeitos, a Igreja Católica defende, e classificou o assunto como dogma, que Jesus partilhou com os apóstolos a carne e o sangue do seu corpo.

O dogma em causa é o da Transubstanciação, dogma esse que levou a Igreja Católica a perseguir as correntes materialistas da Física, ameaçando com a morte na fogueira todos quantos se atrevessem a questionar a transformação efectiva das matérias do pão e do vinho nas matérias da carne e do sangue de Jesus.

Curiosamente, uma boa parte dos católicos julga que a comunhão é meramente simbólica, desconhecendo por completo que, segundo a ICAR, o pão se transubstancia no verdadeiro e real corpo de Cristo e o vinho no seu verdadeiro e real sangue. Mas, ao contrário do que sucede com muitas outras Igrejas, para as quais a comunhão é meramente simbólica, a ICAR continua a defender o seu dogma.

Por isso, o cozinheiro que não se esqueça de incluir carne e sangue humanos, caso não tenha à mão um padre que lhe faça o obséquio executar o "milagre" da transubstanciação.

Mas, se aparecer um padre, o dito cujo que aproveite para fazer o "milagre" com umas boas litradas de vinho, distribuindo-o generosamente pela equipa da TV. Poderemos, assim, verificar se o "sangue de Cristo" não embriaga!!!

Mas, infelizmente, os católicos têm muita fé mas têm ainda mais medo das evidências.

hehehehehehehehe
Nada mau,
para uma última ceia ... O chato que dentre os convidados, um seria traidor e, outro, um mentiroso e acima de tudo, medroso. Duas companhias de peso. A história desse "corredor da morte" realmente deixa muitas dúvidas, a começar pelo castigo imposto (crucificação), o enterro na forma usual (quando não poderia ter acontecido, pois os crucificados ficavam expostos até a decomposição, como forma de advertência) e a tal "última ceia". Parece uma encenação teatral que, depois de dois mil anos, dificilmente poderá ser investigado o que realmente aconteceu, tal a lenda que se formou em torno desses acontecimentos. Mas a ideia da ceia, nos dias de hoje, como disse, pode ser uma boa tirada, com umas excelentes rendas (moedas) no bolso e um certo ar de misticismo. Rio Grande
Já que era para fazer, fazia correctamente...
Ao início pareceu-me uma excelente ideia, mas depois de ver o vídeo fico abismado com tão grande falta de bom senso. Os judeus (incluindo Jesus) não comem, nem comiam na altura, porco, marisco, pato nem enguia. Há tantas coisas para cozinhar, havia mesmo a necessidade de introduzir estes artigos completamente contrários às escrituras? Uma breve passagem por Deuteronómio 14 seria suficiente para fazer pratos a condizer com a ocasião. No final, acaba por ser apenas mais um falta de respeito gastronómica...
Deuteronómio???? Ver comentário
Ignorância... Ver comentário
Que grande desrespeito! Ver comentário
Completamente fora do objectivo Ver comentário
Falta de objectividade? Ver comentário
Católico?? Ver comentário
Última ceia Ver comentário
Realmente sem comentários... Ver comentário
Não percebeu ou não quer perceber? Ver comentário
Sério? Ver comentário
Com licença... Ver comentário
Dá para ver que pode ir para o raio que o parta! Ver comentário
Bem, lendo bem... Ver comentário
Desrespeito... Ver comentário
Muito gosta esta gentinha...
... de estorinhas da carochinha. Jesus nunca existiu, quanto mais a última ceia!
Pois é Ver comentário
O que poderá querer dizer... Ver comentário
Sério? Ver comentário
Estorias da Carochinha! Ver comentário
Gosto
Eu tenho para comigo, que Jesus Cristo não era judeu. Pode ser que tivesse um antepassado judeu, porém ele não o era. Agora, eu acho bem interessante esta interpretação artística, pois até não é insultuosa, que como tal está lindíssimo. Eu vou fazer o possível para ver o programa porque o vídeo evidencia a imensa arte do mestra.
Gosto
Eu tenho para comigo, que Jesus Cristo não era judeu. Pode ser que tivesse um antepassado judeu, porém ele não o era. Agora, eu acho bem interessante esta interpretação artística, pois até não é insultuosa, que como tal está lindíssimo. Eu vou fazer o possível para ver o programa porque o vídeo evidencia a imensa arte do mestra. E, claro, por se tratar de uma figura ímpar que é Jesus Cristo.
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