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Cavaco promulga avaliação de professores

Com Lusa
13:26 Quinta feira, 1 de janeiro de 2009

O Presidente da República, Cavaco Silva, promulgou ontem à noite o diploma da avaliação de professores. A notícia é avançada pela SIC Notícias.

O decreto regulamentar do modelo de avaliação de professores teve, ontem à noite, a luz verde presidencial. Segundo a SIC Notícias, o documento foi promulgado pelo Presidente da República.

A nova versão do modelo de avaliação apresentado há algumas semanas pela ministra da Educação continua sem a aprovação dos sindicatos.

Segundo o decreto regulamentar, aprovado no Conselho de Ministros de 17 de Dezembro passado, todos os professores que estiverem em condições de pedir a reforma nos próximos três anos serão dispensados da avaliação de desempenho, se assim pretenderem.

Com esta medida, o universo de professores obrigatoriamente avaliados poderá ser significativamente reduzido, tendo em conta que mais de 5.100 docentes se reformaram só em 2008, a uma média de 14 por dia.

Além destes docentes, também os professores contratados pelas escolas para leccionar áreas profissionais, tecnológicas e artísticas, que não estejam integrados em qualquer grupo de recrutamento, poderão igualmente pedir a dispensa da avaliação.

Nesta situação estão, sobretudo, os técnicos especializados que foram contratados pelos estabelecimentos de ensino para leccionar em cursos profissionais, como hotelaria, culinária ou mecânica, por exemplo, não pertencendo aos quadros.

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, disse no dia 17 de Dezembro passado, no final da reunião do Conselho de Ministros, que estas novas alterações ao modelo de avaliação de desempenho, que acrescem às medidas já anunciadas no final de Novembro, visam igualmente simplificar o processo e "diminuir a sobrecarga de trabalho nas escolas".

"Depois de ouvidos os conselhos executivos, os sindicatos e os órgãos consultivos, foi identificada mais esta área onde ainda era possível simplificar", explicou então a ministra da Educação, em conferência de imprensa.



Fenprof desvaloriza promulgação e promete continuar com a luta

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) desvalorizou hoje o facto de o Presidente da República ter promulgado a proposta de avaliação apresentada pelo governo e prometeu que a luta pelos direitos dos docentes vai continuar e até intensificar-se.

"A promulgação, pelo Presidente da República, do decreto regulamentar sobre o regime "simplificado" de avaliação de desempenho não constitui nada de extraordinário nem altera a situação que, sobre este assunto, se vem vivendo", defendeu o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, num comunicado enviado à Agência Lusa.

No seu entender, Aníbal Cavaco Silva, ao promulgar o diploma legal, "fez o que dele se esperava", razão pela qual, acrescentou, "o mesmo acontecerá com os professores".

"Os professores, a partir de dia 5 de Janeiro, ao regressarem às escolas, continuarão a fazer o que deles se espera: a lutar, a manter suspensa a aplicação da avaliação do ME e, no dia 19 de Janeiro, juntará ao objectivo da greve a exigência de suspensão desta avaliação", sustentou.

No comunicado, Mário Nogueira reiterou a exigência da revisão do Estatuto da Carreira Docente que elimine a divisão da carreira entre professores e professores-titulares e substitua o modelo de avaliação, incluindo a abolição das quotas para a atribuição das menções mais relevantes, entre outras medidas.

Lembrando que, apesar da promulgação pelo chefe de Estado, falta ainda a publicação em Diário da República para a entrada em vigor do diploma, Mário Nogueira referiu que, quando tal acontecer, "não passa a existir uma situação legalmente estabelecida que contrasta com qualquer vazio anterior".

"Quando os professores decidiram suspender a avaliação nas suas escolas ela também se sujeitava a um quadro legal que estava consagrado no decreto regulamentar nº 2/2008, passando, apenas, este, e para o ano lectivo em curso, a ser substituído por outro", acrescentou.

O secretário-geral da Fenprof lembrou que, a 08 deste mês, por iniciativa do grupo parlamentar do PSD, será votada uma proposta de lei que, a ser aprovada, suspenderá a avaliação de desempenho proposta pelo Ministério da Educação e pelo governo.

"Não está posta de lado, ainda, a possibilidade de haver recurso aos Tribunais caso o texto final do decreto contrarie quadros legais superiores que deverão ser respeitados", avisou.

"A promulgação deste decreto regulamentar não altera rigorosamente nada no que à luta dos professores e educadores diz respeito. Esta irá continuar, se necessário ainda mais forte", concluiu.

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Ai professores, professores....
dumbo (seguir utilizador), 4 pontos (Interessante), 16:21 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
É triste. Muito triste. Esta cambada de funcionários públicos, razoavelmente bem pagos, não descansam enquanto não puserem a ESCOLA PÚBLICA em frangalhos (obviamente não todos). São funcionários do Estado. Não gostam do patrão? Peçam a carta de demissão, não fiquem agarrados ao emprego (que é chato, sim senhor e dai - alguem obriga o pessoal com cursos manhosos - História, Portugues, Linguas, etc, etc) a serem professores? Ainda para mais no sector público? Se não gostam, tem bom remédio. Arranjem um emprego mais estimulante, mais bem pago, mais prestigiante, mas NÃO cheteiem o Pais com reidivincações atrás umas das outras. Avaliação JÁ. Escola Pública, a continuar assim, NÃO MUITO OBRIGADO.
 
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Uma reflexão para o Philosophos
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 16:27 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
A “Escola do Estado”, que se designa a si própria de “Escola Pública”, não está a garantir a sua promessa de igualdade de oportunidades. É própria escola com a sua ineficiência educativa que está a reproduzir e a ampliar as desigualdades. Por isso, o comentador Philosophos devia estar satisfeito com a "destruição" da Escola Pública. Isso seria um grande bem para todos. Um omar não precisa de ser podado para dar mais flores e melhores frutos. Não tem sido por falta de dinheiro que a Escola Pública chegou onde chegou!
Em Portugal, os professores para além de não avaliados: 1) Têm as turmas mais pequenas (19 alunos contra uma média na OCDE de 21,5 e UE19 de 20,2. Note-se os valores para países como USA - 23,1; UK - 24,1; França - 22,5; Alemanha - 22,1 ou Holanda - 22,1), 2) São dos que trabalham menos horas (1.440 hrs contra uma média na OCDE de 1.662 e na UE19 de 1.619. Note-se os valores para países como a Dinamarca - 1.680; a Alemanha 1.765; a Holanda - 1.659; ou a Suécia - 1.767), 3) São dos que, em topo de carreira, ganham mais dinheiro (51.552 dólares em paridade de poder de compra, o que compara com 43.289 na Austrália, 49.634 na Dinamarca, 43.058 em Inglaterra, 49.155 em França, 38.525 na Grécia, 40.934 em Itália, 40.785 na Noruega ou 38.760 na Suécia).
A única solução para a Escola Pública seria parti-la aos bocadinhos (dar-lhe um atunomia plena) e não a autonomia hipócrita pedida pelos sindicatos dops professores que o que querem é ser mandados pela 5 de Outubro!
 
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    Re: Uma reflexão para o Philosophos    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 17:10 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    A realidade escolar    Ver comentário
Regina.Silva (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Re: Uma reflexão para o Philosophos    Ver comentário
Migas2008 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:49 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Os professores dão mesmo jeito!
Grunf (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 17:32 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
O pão vai aumentar, a electricidade vai aumentar, as portagens vão aumentar, o desemprego está a aumentar, as falências das PME´s estão a aumentar de forma assustadora, os impostos, como ainda fosse pouco estão a aumentar de forma insuportavel, a insegurança já não nos deixa tranquilos em casa quanto mais na rua ou na estrada, os hospitais rebentam pelas costuras e a palavra de ordem é como se o país estivesse em guerra - "auto mediquem-se!".
Por outro lado, como se ainda fosse pouco, os nossos impostos vão parar às mãos dos banqueiros desonestos e para o TGV oferecido à Mota Engil.
A completar o quadro da corrupção a que este governo chegou os concursos publicos para as empreitadas podem agora ser entregues aos amigos sem concurso público.

E estes gajos estão ocupados a insultar a única classe social e trabalhadora em Portugal em quem os portugueses confiam pois se assim não fosse não lhes entregavam os filhos durante grande parte do dia.

Tal como dizia o grande filósofo Joaquim Silva, no seu ensaio "Os corrtuptos" - "Estes boys do PS são como porcos, chiam quando se lhes torce a orelha."

 
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    Re: Grunf(e)...ou Grunhe ?    Ver comentário
Fonseca Costa (seguir utilizador), 0 pontos , 19:58 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
MAS SÃO OS SINDICATOS QUE DIRIGEM E GOVERNAM ??!
latrum (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 13:52 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Os cidadãos, sobretudo os contribuintes líquidos, não votam nos sindicatos.
 
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    Re: MAS SÃO OS SINDICATOS QUE DIRIGEM E GOVERNAM ?    Ver comentário
maar (seguir utilizador), 1 ponto , 19:34 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Re: Depende !!    Ver comentário
latrum (seguir utilizador), 1 ponto , 21:56 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Promulgação de Avaliação de Professores
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 14:10 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Cavaco Silva, com este acto, acaba de dar mais uma
lição de isenção e de que está a cumprir o que prometeu
na Campanha Eleitoral"Outros fizessem o mesmo!
Demonstrou ainda que pôs acima de querelas políticas e de certos enxovalhos por parte de aluguns socialistas o INTERESSE DA NAÇÃO!
Espero, entretanto, que na sua mensagem ao país que irá fazer esta noite, não oculte nada aos portugueses àcerca do orçamento " que é um autêntico "embuste"
e um verdadeiro "MONSTRO"
É um orçamento desactualizado e em que ninguém acredita, e dado os seus indiscutíveis méritos como Economista, aguardo pela sua apreciação ao mesmo!
 
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    Re: Promulgação de Avaliação de Professores    Ver comentário
Sebastião da Treta (seguir utilizador), 2 pontos , 16:33 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Re: Promulgação de Avaliação de Professores    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 18:21 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
a banalização da assinatura
Joao Cruz (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 18:24 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
os políticos vão ser avaliados em 2009, é a única certeza que temos. Ao que eles dizem, fazem ou assinam já ninguém liga.

 
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Filhos de Professores
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 1 ponto , 15:01 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Quando os professores têm os seus filhos na Escola Pública (i.e. nas Escolas do Estado) são os primeiros a comentar a falta de qualidade (sobretudo de competência) de muitos dos colegas. O teste a fazer é simples, pergunte-se a um professor: se pudesse escolher os professores dos seus filhos, qualquer um dos seus colegas da sua escola (Matemática, Português, Física, etc.) lhe servia? Quando se faz a pergunta, em termos individuais, a resposta é invariavelmente a mesma: NÃO! Diz sempre o professor: "Se pudesse escolher, não queria que alguns colegas fossem professores dos meus filhos". Se é assim, a conclusão só pode ser uma: não podem todos ganhar o mesmo, não podem subir na carreira e nos vencimentos e alguns (talvez bastantes) deviam abandonar a profissão. Em todos os sectores de actividade é assim. Porque haveria de ser diferente com os professores? Por isso, a avaliação é necessária. Mas também (e mais urgente) a das Escolas e realizada por uma entidade independente do Ministério da Educação!
 
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Os Professores são apenas um
Mariana Matos (seguir utilizador), 1 ponto , 15:47 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Se os Professores são os únicos que não são avaliados (!), por que continua a haver tão maus profissionais noutras profissões?
 
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    Re: Os Professores são apenas um    Ver comentário
latrum (seguir utilizador), 1 ponto , 22:01 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Re: Os Professores são apenas um    Ver comentário
temi (seguir utilizador), 1 ponto , 13:23 | Sexta feira, 2 de janeiro de 2009
    Porque o Mundo é assim    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 0 pontos , 16:49 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Porque é que os professores lutam contra o ECD?
Philosophos (seguir utilizador), 1 ponto , 16:00 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Porque é que os professores lutam contra o Estatuto da Carreira Docente (ECD) imposto por Sócrates?

1- Porque é uma lei errada, que serve para falsificar as estatísticas escolares e para poupar dinheiro. As pessoas devem esforçar-se sempre por corrigir e melhorar o que está errado. É por isso que os professores lutam contra este ECD. As leis devem estar ao serviço das pessoas e não as pessoas ao serviço das leis.

2- A aplicação desta lei piora assustadoramente o ensino em Portugal e destrói a escola pública, o que os professores, com honestidade e responsabilidade, não podem aceitar, de modo nenhum.

3- O ECD imposto por Sócrates destrói completamente a base da relação pedagógica, que é o estatuto que os professores devem ter perante os alunos e a sociedade. Fazendo dos professores referências de que a cultura escolar não dá estatuto nenhum, nem social nem financeiro, o sistema de ensino fica destruído pela base. É esta a grande causa do aumento da indisciplina, da violência e do insucesso escolares.

4- Este ECD é um monstro de burocracias e de contradições, destinado a impedir a progressão. É melhor recusar aplicá-lo, do que tentar aplicá-lo e não conseguir progredir!

5- Este ECD é uma obsessão doentia da máquina partidária de Sócrates. Todos os outros partidos e muitos socialistas estão contra. Sócrates, pelo contrário, prefere persistir no erro, só para «não dar parte de fraco»!

(Continua)
 
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Os Professores são apenas um
Mariana Matos (seguir utilizador), 1 ponto , 17:02 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Enquanto não houver disciplina, não pode haver sucesso educativo. Haja as avaliações de Professores que houver, enquanto os alunos portugueses não souberem estar dentro duma sala de aula e não tiverem vontade de aprender o que os Professores têm vontade de ensinar, a educação só obedecerá a estatísticas que, aliás, é o que pretende este tipo de avaliação de Professores! Qual é o Professor masoquista que goste que reine a indisciplina dentro da sala de aula? Qual é o Professor que não goste que os seus alunos sejam bons? Serão os Professores os únicos culpados do insucesso educativo? Da falta de educação da maior parte dos alunos?Da falta de vontade de aprender e de estudar? Gostava de ver os milagres que fariam dentro duma sala de aula quem tanto critica os Professores! E se calhar até são os que não sabem educar os próprios filhos e as baboseiras que vão dizendo caso assistissem ao seu mau comportamento dentro das salas de aula!
 
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    Re: Tem toda a razão !!    Ver comentário
latrum (seguir utilizador), 1 ponto , 17:18 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    No País das Maravilhas!    Ver comentário
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:21 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Concordo!!!!    Ver comentário
Migas2008 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:58 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
    Re: Os Professores são apenas um    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:59 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Mundo perfeito
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:41 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
O último argumento da "classe", a propósito das dificuldades (!) em se ser professor, são os ALUNOS ...
Seria tão bom que os mecânicos não tivessem que se sujar de óleo para reparar as avarias!
Seria tão bom que os homens do lixo não tivessem de se levantar de noite para recolher os restos da festa que durou até às tantas!
Seria tão bom que os padeiros só precisassem de se levcantar às 10h da manhã para termos pão fresco em casa ou quando chegássemos à pastelaria.
Seria tão bom um mundo assim ...
Seria tão bom que os professores tivessem só alunos (daqueles pais de que falamos e doutros que trabalham no duro) que já soubessem a matéria, que os pais fossem perfeitos e que todas as crianças fossem motivadas...
Assim, os professores mais bem pagos da Europa (em paridade de poder de compra), podiam ir tratar de mudar o óleo do carro sem precocupações, continuar a fazer festas à noite, e ir comer um croissant estaladiço com os filhos, sem se preocuparem com os "preguiçosos" dos alunos!
Seria tão bom... trabalhar assim, num país em que tudo (incluíndo os alunos) estivessem ao serviço da Escola Pública (porque ao contrário dá um "pouco" mais de trabalho, não dá?)!
 
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Bem pago e mal agradecido
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:57 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Não sei se sabe (o comentador GRUNF que deve ser professor) mas os pais não podem escolher (mesmo entre as públicas) a escola para os seus filhos!
Não sei se sabe que as escolas não podem escolher os professores e que é um computador central que decide, achando que um professor que tem um dia mais de serviço deve ficar colocado primeiro (belo critério de avaliação).
Não sei se sabe que se os pais não levassem os filhos à escola, seriam chamados à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e seriam penalizados por isso.
Não sei que gosto lhe dá, quando os pais são obrigados a fazê-lo, confiando-lhe os filhos para os ajudar a educar (ainda por cima, sem o conhecerem de lado nenhum e sem poderem escolher outro professor), afirmar com o maior dos gozos que os professores "dão mesmo jeito" aos pais.
O senhor professor vivia de quê, se não tivesse "estes" alunos? Afinal, é um "pobre" da má resposta - muito bem pago - e ainda por cima mal agradecido!
 
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CONSTRUIR O FUTURO
Anamanacosta (seguir utilizador), 1 ponto , 18:09 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Com esta promulgação e a próxima publicação em diário da república gostaria que a avaliação do desempenho dos professores fosse uma realidade. A qualidade das aprendizagens dos alunos não depende só dos atributos dos professores, mas depende bastante. Para haver mais bons professores é necessário que haja uma avaliação e uma progressão na carreira em função dessa avaliação.
Não faz sentido ser notícia por pretender ser o único grupo profissional, enquadrado na função pública, que ambiciona um tratamento privilegiado: a suspensão do processo de avaliação de desempenho e o fim da divisão da carreira em duas categorias.
Os professores devem lutar e empenhar-se em serem parceiros activos na construção de um ensino de qualidade.
 
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PR mais uma vez mal aconselhado...precipitou-se!
Fonseca Costa (seguir utilizador), 1 ponto , 18:32 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Porque este não é o melhor sistema de avaliação para os professores...este é o sistema que vai permitir Mário Nogueira e os seus manipulados da FNE com a "marionette" João Dias da Silva à cabeça continuarem a tentar instabilizarem o ensino, a Educação, as nossas crianças, os nossos filhos e os nossos netos!
Suspeito que a palhaçada vá continuar e como contribuinte, cidadão empenhado, eleitor, pai, avô e interventor social não estou disposto a aceitar passivamente tal situação!
Os professores quando ensinam bem, como é seu dever, são todos titulares. Quando não ensinam devem ser excluidos da profissão. Para isso é que deve servir a avaliação feita por quem tem preparação técnica, deontológica e está investido de autoridade real para isso.
Para mim e sem lançar aqui uma solução única e definitiva, deveriam ser os Órgãos Directivos (Multipessoais ou Unipessoais) que dirigem ou venham a dirigir a Escola, COM AUTORIDADE REAL PARA ISSO.
E dessa avaliação feita anualmente, onde a partir de 2012, entrariam também os resultados escolares dos alunos, é que seria efectivada a Carreira do Professores, através dos 10 Níveis que já existem no ECD.Nível 1 ao Nivel 10, com acessos obrigatórios no decurso da vida do professor com desempenhos suficientes até ao Nível 5, sendo os restantes níveis para os melhores classificados ao longo da avaliação. É assim em todas as carreiras de profissões prestigiadas e com créditos firmados no País e na luta +ela democracia em Prrtugal.
Fonseca Costa
 
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Bem pago e mal agradecido
Grunf (seguir utilizador), 1 ponto , 18:49 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
Não sei se sabe (o comentador MANUEL ARAUJO que deve ser boy do PS) mas a sua preocupação com os professores parece-me um misto de um serviço encomendado pelo Largo das Ratazanas e de inveja contra quem trabalha e não recebe um salário de 500 euros mensais.
O que para os "socialistas modernos" é um salário "porreiro pá" a ser também invejado pelos 600.000 desempregados deste país.

Quanto a si, caro boy invejoso, não lhe pergunto em que trabalha pois o que faz está à vista - propaganda socratina.

Quanto à minha profissão sou proprietário de uma pequena empresa de nome "A Funerária Feliz", que desde já ponho ao seu serviço.
 
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    Re: Bem pago e mal agradecido    Ver comentário
Manuel.Araújo (seguir utilizador), 1 ponto , 19:40 | Quinta feira, 1 de janeiro de 2009
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