Há dois dias, um pregador evangélico e uma dirigente de uma agência de adopção, ambos norte-americanos, pediram apoio temporário à missão portuguesa para guardar 66 crianças que deveriam seguir para os seus pais adoptivos nos Estados Unidos.
O caso levantou suspeitas, já que os documentos de todos os membros do grupo que queria levar os menores tinham sido passados pelo mesmo funcionário da embaixada norte-americana no Haiti. A missão portuguesa pediu à Unicef para avaliar o caso.
A Unicef recorreu à policia da ONU e informou as autoridades do Haiti e dos Estados Unidos.
Quatro das 66 crianças passaram algumas horas na missão portuguesa, e já foram levadas pelos americanos. As restantes 62 crianças, não chegaram a aparecer nem há notícia delas.