O treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, considerou terça feira à noite ter havido dois momentos decisivos no Sporting-Benfica: a expulsão de João Pereira e o fora de jogo inexistente a Pongolle com o resultado em 2-1.
Sobre a expulsão, defendeu que se tratou de um lance que "foi mais aparato do que aparentou" e passível de "um cartão amarelo e não de um vermelho", situação agravada pelo golo do Benfica "logo a seguir".
Quanto ao segundo lance, o qual, lembrou, "daria o 2-2", foi muito mal tirado um fora de jogo a Pongolle, que ia isolado para a baliza", uma segunda decisão infeliz do árbitro suscetível de influenciar o resultado final.
Falhas nas bolas paradas
Confrontado com o falhanço clamoroso do Sporting nos lances de bola parada, nos quais é sabido reside um dos pontos fortes do Benfica, Carvalhal deu uma explicação.
"Marcámos individualmente na faltas laterais, mas se medirmos a média de alturas dos jogadores do Benfica com as do jogadores do Sporting vemos que há um diferença significativa", observou.
Para Carvalhal quando num cruzamento a bola é batida com qualidade, esse palmo a mais faz toda a diferença".
Apesar de estar no lugar em que está para "dar o peito às balas", o treinador do Sporting aludiu às críticas ferozes que lhe têm sido feitas por parte pessoas "que caíram no ridículo e que o agridem no plano pessoal e profissional".
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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