24/05/2012 atualizado às 1:52
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Carvalhal diz que expulsão de João Pereira "foi mais aparato"

O treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, argumentou no final da goleada imposta pelo Benfica (1-4) que o jogo seria diferente caso João Pereira não tivesse sido expulso e caso não tivesse sido marcado um fora de jogo incorecto a Pongolle.

11:10 Quarta feira, 10 de fevereiro de 2010
Carlos Carvalhal tentou justificar mais uma goleada sofrida pelos leões
Carlos Carvalhal tentou justificar mais uma goleada sofrida pelos leões
José Sena Goulão/Lusa
O treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, considerou terça feira à noite ter havido dois momentos decisivos no Sporting-Benfica: a expulsão de João Pereira e o fora de jogo inexistente a Pongolle com o resultado em 2-1. 

Sobre a expulsão, defendeu que se tratou de um lance que "foi mais aparato do que aparentou" e passível de "um cartão amarelo e não de um vermelho", situação agravada pelo golo do Benfica "logo a seguir". 

Quanto ao segundo lance, o qual, lembrou, "daria o 2-2", foi muito mal tirado um fora de jogo a Pongolle, que ia isolado para a baliza", uma segunda decisão infeliz do árbitro suscetível de influenciar o resultado final.

Falhas nas bolas paradas


Confrontado com o falhanço clamoroso do Sporting nos lances de bola parada, nos quais é sabido reside um dos pontos fortes do Benfica, Carvalhal deu uma explicação. 

"Marcámos individualmente na faltas laterais, mas se medirmos a média de alturas dos jogadores do Benfica com as do jogadores do Sporting vemos que há um diferença significativa", observou. 

Para Carvalhal quando num cruzamento a bola é batida com qualidade, esse palmo a mais faz toda a diferença".  

Apesar de estar no lugar em que está para "dar o peito às balas", o treinador do Sporting aludiu às críticas ferozes que lhe têm sido feitas por parte pessoas "que caíram no ridículo e que o agridem no plano pessoal e profissional". 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo Ortográfico, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Palavras-chave  Desporto
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