24/05/2012 atualizado às 1:52
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Carris: empresa e sindicato divergem na adesão à greve

A Carris afirma ter garantido hoje cerca de 80,8% dos serviços, enquanto o sindicato fala numa adesão à paralisação superior a 70%.

19:06 Terça feira, 8 de novembro de 2011
A greve afetou a circulação nos principais centros urbanos do país
A greve afetou a circulação nos principais centros urbanos do país
Tiago Miranda

Carris e o sindicato representativo dos trabalhadores da Carris apresentam números contraditórios no que toca à participação na greve de transportes que tem vindo a afetar os transportes na capital.

Os sindicatos que representam os trabalhadores das várias empresas públicas de transportes agendaram para hoje várias greves parciais, sendo que na Carris a paralisação decorreu entre as 10h00 e as 16h00.

"A Carris tem garantido 80,8 por cento da oferta normal de serviços, apesar da greve convocada pelas organizações sindicais", afirmou à Lusa fonte oficial da transportadora rodoviária que opera na área de Lisboa.

Pontinha particularmente afetada


Segundo a mesma fonte, "dos 557 veículos programados para o serviço público circulam 442 viaturas, o que representa 80,8 por cento da oferta, pelo que a greve abrangia apenas 19,2 por cento".

Já a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (FECTRANS) tem uma versão diferente e afirma que a "adesão à greve foi superior a 70 por cento".

Segundo o sindicalista Manuel Leal, "a área da cidade mais afetada pela paralisação foi a zona da Pontinha".

O sindicalista disse ainda que nos plenários de trabalhadores realizados hoje nas diversas estações da Carris "os trabalhadores decidiram redobrar os esforços de mobilização para a adesão à greve geral de 24 de novembro".

Lusa
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Os utentes e o País concordam
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 19:43 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
É hora de acabar com o uso e abuso do direito à greve por este senhores.

De tanto trabalharem em intervalos tornaram-se trabalhadores sazonais.
E, que eu saiba, os trabalhadores sazonais não são efectivos em nenhuma empresa, nem auferem subsídios escandalosos.

Os utentes pagam pelo serviço, não deviam estar também a pagar os prémios de assiduidade de quem faz greves atrás de greves!

Não temos funcionários de empresas de transportes, temos sazonais de luxo!
Pelo fim do trabalho precário : despeçam os actuais trabalhadores sazonais altamente remunerados e cheios de regalias e contratem quem realmente queira trabalhar.
 
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empresa e sindicato divergem...
WebLogs (seguir utilizador), 1 ponto , 22:00 | Terça feira, 8 de novembro de 2011
...governo já sabemos a porcaria que temos. Quanto a estatísticas quer governo quer PSP a MERDA é sempre o mesmo cheiro, cheiro a LIXO PODRE.
 
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