19 de maio de 2013 às 13:52
Página Inicial  ⁄  Blogues  ⁄  A Tempo e a Desmodo  ⁄  Caro funcionário público, V. Exa. é inconstitucional

Caro funcionário público, V. Exa. é inconstitucional

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

Caro funcionário da República, venho por este meio informá-lo de que V. Exa. está pejadinho de inconstitucionalidades. É, pelo menos, o que ouvi dizer. E quem o diz não é um qualquer. Se aplicarmos com rigor o princípio da equidade invocado pelo Tribunal Constitucional (TC), chegamos a várias inconstitucionalidades no estatuto do funcionário público. Para começar, V. Exa. não enfrenta o fantasma da falência, ao contrário do mero mortal que trabalha lá fora, esse sítio onde se fazem contas à vidinha. A falência do seu patrão é uma impossibilidade física e metafísica. Ou melhor, o seu patrão até pode abrir falência, mas há sempre uma troika e os impostos de toda a gente para o salvar. Eis, portanto, a primeira inconstitucionalidade, que é a causa da segunda: V. Exa. não enfrenta o espetro do desemprego. A lei, escrita e não-escrita, protege o funcionário público do despedimento. Quando uma empresa deixa de facturar, os trabalhadores vão para o desemprego, porque a dita empresa tem de fechar portas. Quando deixa de fazer sentido, uma repartição pública continua aberta. Pior: se, num acto de loucura, o governo decide fechar a repartição, os funcionários não são despedidos; são inseridos num quadro de excedentários. Na vida real, lá fora, onde faz frio, não existem estas redes de segurança inconstitucionalíssimas.

Em terceiro lugar, parece que a Caixa Geral de Aposentações de V. Exa. garante reformas num regime privilegiado em relação ao resto da população . E o que dizer da ADSE, a quarta inconstitucionalidade? Durante anos e anos (décadas?), este exclusivo dos funcionários públicos foi o grande seguro de saúde do país. Agora, a ADSE parece que está em declínio, mas isso não apaga os benefícios usufruídos nos anos de glória da ADSE e não invalida a situação de privilégio ainda existente: um utente normal tem de ir ao SNS, mas V. Exa. pode ir à clínica/hospital privado de sua preferência. Durante anos e anos, esta foi a maior inconstitucionalidade: a melhor parte da saúde financiada pelo Estado era um privilégio de V. Exa. O TC e os profetas da equidade nunca abriram a boca sobre este assunto e a expansão da ADSE à população inteira foi sempre um tabu inconstitucionalíssimo.

Quinta inconstitucionalidade? A taxa de absentismo de V. Exa. é seis vezes superior à das empresas normais e essas empresas nunca tiveram a prática das promoções automáticas, outro mistério inconstitucional (o sexto). Sétima? Por que razão a percentagem do PIB português utilizada para pagar salários da função pública é superior à média europeia? Oitava? Bom, poderíamos estar aqui o dia todo, poderíamos chegar até à vigésima, mas por hoje já chega, meu caro amigo. Já estou a transbordar de inconstitucionalidade, já tenho alíneas de privilégio a sair pelas orelhas. Para terminar, e enquanto espero pelas considerações do TC sobre estas alíneas, só queria dizer que continuarei aqui nas galés, remando ao som do batuque inconstitucionalíssimo de V. Exa. 
Comentários 122 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
Demagogia barata
Quando lhes cheira a ataque às algibeiras, os chamados "privados" entram em pânico. Com o mal dos outros estamos todos bem. Fala dos coitadinhos dos privados, sempre sujeitos a ser despedidos, mas não fala dos vencimentos médios da PT da Optimus ou da Vodafone, da EDP ou dos bancos, nem do rendimento médio da companhias de seguros, toda essa gente, milhares deles, com vencimentos de 3 mil para cima até aos milhões do Mexia, que têm passado ao lado da crise, enquanto um reformado com 49 anos de descontos vê o seu rendimento voar em quase 20%.

Isso não é inconstitucional, isso é normal para HR.

A função pública não é dirigida por funcionários, é dirigida por políticos, que antes de o serem eram "privados" e que representam cidadãos "privados". O que têm a fazer é , se não têm dinheiro para pagar os serviços públicos, ou os fecham ou cobram impostos.

Porque anda o ministro da saúde preocupado com o deficit ?
Não custa nada, faz as contas, vê para quantos hospitais chega o dinheiro e fecha os restantes. O mesmo deverá fazer o das polícias, da justiça, etc. Não há dinheiro, os privados não querem pagar mais, despedem-se metade dos polícias e dos juízes, manda-se embora a tropa e põem-se os submarinos em leilão. e desde que fique algum para pagar aos ministros e ao presidente, fica tubo bem e acaba-se o deficit.

Esta parece ser a teoria raposítica........
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
HR ganha bem e tem um monte no Alentejo Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Os meus parabéns Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata e mentiras Ver comentário
Re: Demagogia barata e mentiras Ver comentário
Re: Demagogia barata e mentiras Ver comentário
Re: Demagogia barata e mentiras Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Re: Demagogia barata Ver comentário
Ideia certa, forma errada.
A questão de fundo é dos gastos do Estado, bastante acima das suas receitas. Nas receitas, é necessários retirar os impostos dos funcionários públicos, pois é o mesmo que o Estado tirar do bolso esquerdo para o direito.
Quem sustenta toda esta máquina são os privados. Dos políticos aos submarinos, passando pelo ensino e pela saúde e acabando nos funcionários.
Seria justo que se facilitasse a vida aos privados (empresas e particulares), pois são eles que garantem o sustento do sistema. Assim, seguindo este raciocínio, é mais racional cortar no público do que penalizar o privado.
Se porventura se tivesse feito como no RU e despedido 20% dos funcionários públicos (que teria sido a solução mais racional), o problema não se poria. Ou existiria de outra forma (social no lado público, quiçá menos impstos do lado privado).
O grande problema é que o Estado está cheio de custos onde não se pode nem há vontade de cortar. Desde os funcionários, ás mordomias dos políticos, passando pelas rendas a pagar a empresas com fortes ligações ao Estado, o dinheiro arrecadado aos privados não é suficiente para tudo.
Dói, mas não há outra solução que não cortar nos gastos. O problema é que verdadeiros cortes só existiram nos vencimentos dos fp. Não chega e ainda por cima suscita muito barulho, como se vê...
Re: Ideia certa, forma errada. Ver comentário
Re: Ideia certa, forma errada. Ver comentário
Re: Ideia certa, forma errada. Ver comentário
Re: Ideia certa, forma errada. Ver comentário
Re: Ideia certa, forma errada. Ver comentário
PORTUGAL é um caso dificil
É um facto q em Portugal os FP são uma espécie d brâmanes. Os direitos directos e indirectos são mais q muitos e prova disso é a noção q a população tem desta gente. “Melhor que aquilo só o Estado” foi uma frase q me habituei a ouvir em inúmeras conversas e em contextos distintos. Os FP ao longo das décadas viram o seu estatuto sistematicamente reforçado e daí a mentalidade corporativista q os acolhe sempre q são confrontados com alguma mudança q implique perda d regalias ou estatuto. Só em Portugal é q existe a cultura familiar do funcionalismo público. Varias são as famílias q empregam as suas gerações no funcionalismo publico. Não é normal o avô, pai, filho e neto terem ou serem todos funcionários públicos. Acresce o facto d situações normais do real world não afectarem esta estirpe da população em situação alguma. Refiro-me ao despedimento, á falência, às regalias e subsistemas associados, etc. Foi graças a todos estes privilégios q se generalizou por toda a população a perniciosa cultura solidamente vigente d q só há direitos e quase nenhumas obrigações. Ao país há muito q analistas nacionais e estrangeiros diagnosticaram uma doentia cultura d funcionalismo público, sobredimensionada, pouco eficiente e muito gastadora. Tudo isto são factos indesmentíveis e daí a reacção, sempre corporativa, desta gente a qualquer iniciativa q altere o estatuto vigente. A decisão do TConstitucional nada tem d jurídico e mais não é d q uma intervenção na gestão corrente do país com ...
Re: PORTUGAL é um caso dificil de entender 2 Ver comentário
Respeitar os funcionário públicos!
É tempo de acabar com esta provocação de por tudo e por nada bater no funcionalismo público,considerando-o responsavel pela situação do País.
São as politicas e os Governos que definem os objectivos e é por "lá" que se deve começar na apreciação dos resultados da máquina do Estado.
Passos e o seu Governo cortaram os subsídios porque precisavam de dinheiro fresco,de imediato.Só por isso e não podiam estar à espera do sector privado e das negociações a que tal obrigaria!
Nao virar trabalhadores contra trabalhadores: o País é tão pequeno e ainda o querem fazer mais pequeno?Pena é que asa centrais do mundo do trabalho-UGT e INTER-nunca tenham percebido isso.Se existisse uma única central, talvez os trabalhadores ,no seu conjunto, fossem mais respeitados!Porque é isso, no fundo, o que é mais preciso:respeitar quem trabalha e que afinal, é quem garante o barco da nação à tona de água!
Dividir para reinar
Passada a época da caça ao funcionário público e tendo-se-lhes esvaziado os bolsos, abre-se a temporada aos que, hipoteticamente, ainda terão uns cêntimos na carteira: os privados.

Claro que se omite que as funções de uns e outros não são iguais, que as empresas com fins lucrativos não são o mesmo que uma repartição ou que um aviário com escoamento de produção não é igual a uma câmara municipal.

Isso agora não interessa nada. Se ninguém comprar frangos, carros ou ovos e o pessoal ficar desempregado, que se lixe. Os da câmara continuam a emitir uma ou 500 certidões por dia, tanto faz.

E é isto que querem comparar.
São pessoas destas que querem lançar umas contra as outras.
Os salários milionários dos privados são uma minoria, como são os dos gestores públicos.

O resto do pessoal ganha pouco mais que o salário médio e sem progressões automáticas e com o espectro do despedimento.

Ou pensam que a "bolha" que rebentou, de contratações a 4€/hora é recente?
Comparar as peças separadas, c/ algumas escondidas
Há quem tenha optado por trabalhar para o estado, concorreu para as vagas disponíveis e por lá ficou enquanto outros fizeram o mesmo e não conseguiram os seus objectivos e terminaram no sector privado. Os dois sistemas remuneratórios e de direitos estabelecidos eram diferentes, mas globalmente equilibrados (tanto assim eram que sempre houve quem desejasse estar no sector privado e quem preferisse o público) até repentinamente este equilíbrio foi desfeito por uma medida do governo Sócrates que cortou unilateralmente salários na Função Pública, tendo-se depois agravado pelo governo de Passos Coelho quando este retirou aos mesmos o direito aos subsídios de férias e de Natal. Por isso a inconstitucionalidade detectada pelo TC assenta no facto deste equilíbrio ter sido desfeito impondo-se sacrifícios apenas aos funcionários públicos e pensionistas. Henrique Raposo demagogicamente quer pôr em causa a justeza desta decisão alegando desigualdades entre o sector e público e sector privado, separando habilmente as peças de um conjunto, para mostrar que umas são maiores que as outras. Por outro lado nem HR nem nenhum outro trabalhador do sector privado vieram alegar inconstitucionalidades quando o negócio florescia em algumas actividades privadas (construção e imobiliário por exemplo) dando oportunidade de obtenção de ordenados incomparavelmente superiores aos de funcionários públicos com qualificações idênticas.
HR
Acho que mais importante é verificar a sanidade mental dos nosso legisladores ou então verificar a suas contas bancarias?
Porque se isto acontece é porque as leis permitem e então a quem se deve pedir contas?
Re: HR Ver comentário
Re: HR Ver comentário
Re: HR Ver comentário
Re: HR Ver comentário
caro-funcionario-publico-v-exa-e-inconstitucional
Este assunto já foi aqui debatido por diversas vezes. Acontece que os Funcionários Públicos nem são os diabos que alguns querem crer nem os santos que outros dizem ser. Em tempos que já lá vão trabalhar no banco, nos seguros, na EDP, GAP, telefones etc. era mais atractivo que trabalhar no Estado. Hoje ainda há muita gente que pensa que ainda é assim. No entanto isso já não é verdade, pois os salários e as regalias sociais dadas por essas empresas foram decaindo enquanto no Estado foram subindo. Pessoalmente sou daqueles em que acho que o Sector Estado deve estar à frente, pois é uma maneira de puxar pelo privado. Se hoje perguntarem a qualquer funcionário das empresas que referi se trocavam com o Estado, não tenho duvidas que a grande maioria se não todos diriam que sim. Nem me estou só a referir aos vencimentos, reformas e regalias, mas existe uma pressão muito maior como sempre existiu no privado que apesar de tudo não existe no público por mais que digam que sim. Para terminar não ficaria escandalizado se todos tivessem os mesmos direitos e deveres, acabando assim a divisão entre trabalhadores, cujo objectivo serve para reinar.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/06/cortes-dos-subsidios-na-funcao-publica.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/04/anda-ze-tu-aguentas.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/03/reformas-dos-politicossalazar-adora.html

Isso é tudo Azia?
O Excelentissimo HR deveria no futuro evitar escrever crónicas nas alturas em que está aziado.. É que depois saiem estas alarvidades cujo conteudo denota apenas e só uma coisa: Inveja dos Funcionários Publicos.

Se o carissimo quer assim tanto ser FP candidate-se a Professor por exemplo (Se tiver qualidades para isso).

Já agora, pode informar-me onde posso arranjar um emprego como o seu? É que pagarem-me um ordenado todos meses apenas para escrever alarvidades sem qualquer tipo de fundamento ou preocupação em averiguar a lógica das mesmas parece-me um excelente tacho... Como vê, tacho que é tacho é no privado meu caro...

Ps- Como dizem os Brasileiros "Pimenta no Cú dos outros para mim é refresco". O mal deste País é que todos pensam como o senhor, enquanto os FP ficavam com as carreiras congeladas e muitos iam ganhar metade do ordenado para o quadro de excedentários estava tudo bem, enquanto os FP sofriam cortes mensais entre 5 e 10% estava tudo bem, enquanto os FP ficavam sem 2 subsidios (o que aliado aos restantes cortes se traduz numa perda de 25% do salário anual) estava tudo bem... O bolso não era o seu. As familias em dificuldades não eram a sua. Agora que lhe vai tocar tambem participar nos sacrificios é que se revolta? Toquem os sinos a rebate que os privados vão ficar sem um subsidio ou levar um corte de 10% no vencimento mensal... Pois é... Doi não doi?
NEO-LIBERAIS?
Esta era a oportunidade de ouro para o governo "pôr na rua" 200 000 funcionários públicos.
Mas como não é o liberalismo que nos governa mas sim o iluminismo estatal, está claro que não vai ser a corte nem os seus empregados a pagar. À semelhança de qualquer monarquia absoluta, os desvarios dos principes são pagos pelos subditos com os seus impostos.
A este estado de coisas chama a nossa esquerda neoliberalismo.
Re: NEO-LIBERAIS? Ver comentário
Re: NEO-LIBERAIS? Ver comentário
Re: NEO-LIBERAIS? Ver comentário
Re: NEO-LIBERAIS? Ver comentário
Caro jornalista, V. Exª. não sabe o que diz
Pois é, o homem não sabe o que diz, nem o que escreve, é uma tristeza.
Os funcionários segundo Raposo
Os funcionários públicos, segundo Raposo, são os afilhados dos padrinhos dos comprades da política que são nomeados para cargos dirigentes, são os que entram na Administração pelo topo da carreira, são os administradores designados para o setor empresarial do Estado, ora aqui é que está a desonestidade deste animal é que ele sabe que não é verdade, estes são do pior que existe no funcionalismo e nada tem a ver com generalidade dos trabalhadores, que não lhe ficaria mal respeitar. Trabalhadores da AP não são os elementos da classe política que se reformam decorridos alguns anos de vida pública, nem os membros do diversos executivos que fazem uma breve passagem pela administração da CGD ou do BP e recebem pensões milionárias. Os trabalhadores da AP se tem ADSE descontam para isso, sobre o seu vencimento, descontam para a CGA sobre a totalidade da sua remuneração, não ganham horas extraordinárias a cem por cento. Vá ver quantos funcionários recebem menos de 800 euros por mês, confirme qual era o ordenado mínimo na AP ainda há pouco tempo. Seja honesto homem, os que o senhor refere são os seus amigos os que se valem do tráfico de influências os que deviam ser despachados daqui para fora, juntamente com que os apadrinha.
Caro Rapunzel...
V. Exa é o palhaço-mor que me faz sentir vergonha alheia (a sua) quase todas as manhãs.
As suas mentiras e as dos seus correlegionários ideológicos (todos os outros neo-fachos) que estão (ainda?) no Governo já não lavam o cérebro a ninguém.
Você, do alto dos seus 69 de QI, ainda julga que alguém acredita que a culpa do afundamento do país é dos funcionários públicos?
Os únicos funcionários públicos que enterram o país os políticos que o Rapunzel apoia
O Raposo afinal virou raposa!
O verdadeiro funcionário público concorreu a um lugar necessário no Estado, deixando para trás um monte de invejosos que não conseguiram esse trabalho!
Depois temos todo um cojunto de pessoas que são pagas pelo Estado e que foram para a função pública devido ao cartão partidário, não sendo poucas desde o 25 A.
Finalmente temos a mama das Fundações e Institutos Públicos, para os ex-políticos e respectivos afilhados ...
O engordamento do Estado pelo segundo grupo de funcionários é que devia ser minimizado a meia dúzia de assessores.
Quanto às Fundações, Institutos e Observatórios, analisar rapidamente o que fazem e aqueles que são apenas sorvedouros do dinheiro público deixá-los à sua livre iniciativa.
Agora a Raposa que não bata mais no primeiro grupo que indiquei, pois esses apenas usufruem uma retribuição como qualquer trabalhador ou acham que deviam pagar para trabalhar?
Não é bom deixar a Raposa a guardar as galinhas!
TANTA "BABOSEIRA"
A galé de VEXA é uma cadeira rotativa bem almofadada, o remo é uma caneta que a maior parte das vezes só serve para dizer "baboseiras", para não dizer outra coisa.
Se enumera o que os protege, enumere também o que os pode comdenar, condicionar, etc.
A reforma é proporcional ao vencimento/desconto/tempo de serviço. Quantos milhares no privado recebem parte dos seus proventos pela porta do cavalo, sem qualquer encargo ou desconto.
Deveria dizer como é possivel as empresas fazerem-no.
Quantos profissionais liberais, empresários, etc, se baldam aos impostos. Nos funcionários publicos é mais fácil essa fuga, não?
Quantos aos salários, pegue nos politicos, e seus assessores, nos juizes, generais e almirantes, directores gerais, etc. e faça a média. Depois diga tambem que mais de metade dos funcionários publicos recebem abaixo dos mil euros.
Quanto à ADSE, os funcionários publicos descontam para o finamciamento do sistema, assim como financiam, com os seus impostos, o SNS, ao qual raramente recorrem.
VEXA sabe isso e muito mais, mas os genes de classe priveligiada estão lá e a verbe não pode ser diferente.
Re: TANTA Ver comentário
PUB
PUB
Expresso nas Redes
Pub